Grande Otelo

Grande Otelo
Tela feita pelo grafiteiro CRÂNIO, em apoio à campanha.

Apoio de várias celebridades

Apoio de várias celebridades
Hebe Camargo num lambeselinho em Grande Otelo, mascote da campanha.

domingo, 19 de setembro de 2021

Vacina contra a raiva terá mais dois pontos volantes para imunização até dezembro

Além de oferecer vacinação gratuita contra a raiva para cães e gatos em postos fixos durante todo o ano a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), por meio da Divisão de Vigilância de Zoonoses (DVZ), disponibiliza, a partir de agora, dois pontos volantes para a imunização antirrábica até o mês de dezembro. As unidades estão localizadas nas zonas Sul e Leste da capital, nos bairros Ipiranga e Penha. Ipiranga Local: Na altura do número 301 da avenida Nazaré, próximo ao posto de bombeiros do Ipiranga, Datas: 6 e 20 de outubro, 3 e 17 de novembro, e 1º e 15 de dezembro Horário: das 9h às 14h30. Penha Local: Subprefeitura da Penha, acesso pela rua Mandu, 451, Datas: às quartas-feiras, exceto em feriados Horário: das 9h30 às 16h. Postos fixos Confira os endereços e horários de atendimento dos postos fixos:Divisão de Vigilância de Zoonoses - rua Santa Eulália, nº 86, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Aos sábados, das 9h às 15h;Uvis Butantã - av. Caxingui, n° 656/658, de segunda a sexta-feira,Uvis Cidade Ademar – rua Maria Cuofono Salzano, nº 185, de segunda a sexta-feira, das 8h às 15h;Uvis Ermelino Matarazzo - rua Aurivercine Duarte de Oliveira, nº 50, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h;Uvis Freguesia do Ó – rua Chico de Paula, nº 238, de segunda a sexta-feira, das 9h às 15h;Uvis Guaianases – rua Prof. Francisco Pinheiro, nº 179, de segunda a sexta-feira, das 9h às 15h;Uvis Itaim Paulista – rua Ererê, nº 260, de segunda a sexta-feira, das das 9h às 16h;Uvis Jabaquara – rua Genaro de Carvalho, nº 101, de segunda a sexta-feira, das 8h às 15h;Uvis Jaçanã – rua Maria Amália Lopes de Azevedo, nº 3.676, de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h e das 14h às 16h;Uvis Lapa – rua Sumidouro, nº 712, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h;Uvis Parelheiros – rua Cristina Schunck Klein, nº 23, de segunda a sexta-feira, das 9h às 15h;Uvis São Mateus - rua Mauro Bonafé Pauletti, nº 199, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h;Uvis São Miguel - rua José Pereira Cardoso, nº 193, de segunda a sexta-feira, das 9h às 15h;Uvis Vila Prudente – rua Ettore Ximenes, s/nº, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h; Pets saudáveis A vacina antirrábica deve ser aplicada a partir dos três meses de idade no animal e é fundamental, por ser a única forma de prevenir a doença.“É importante que a população se dirija até um posto e vacine o seu animal de estimação, pois a imunização é fundamental para o controle da doença e bem-estar da população e dos pets”, afirma Thiago Kenji Matsuo, veterinário do Núcleo de Vigilância Epidemiológica (NVE).Animais com diarreias, em tratamento ou convalescendo de cirurgias devem aguardar a recuperação. Cuidados ao vacinar Cães e gatos devem ser conduzidos por pessoas capacitadas. Cachorros bravos ou mordedores, de qualquer espécie, devem utilizar focinheira apropriada. Os felinos precisam ser transportados em caixas para esse fim e em segurança. Após a vacinação, o tutor deve oferecer água e alimentação ao animal normalmente.

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Dia do veterinário. Agradecemos à todos que nos ajudam

Cubatão - SP realiza 1ºEncontro sobre doenças negligenciadas

Secretaria de Saúde realiza 1º Encontro sobre Doenças Negligenciadas – Leishmaniose na próxima terça-feira (14) Evento tem por objetivo esclarecer sobre a detecção precoce de novos casos e medidas de controle adequadas A Secretaria Municipal de Saúde promove, na próxima terça-feira (14) das 9h às 12h, o 1° Encontro Municipal sobre Doenças Negligenciadas – Leishmaniose, no Auditório da Câmara Municipal de Cubatão (Praça dos Emancipadores, s/nº – Centro). O encontro será realizado a profissionais de saúde da rede pública e privada, incluindo profissionais da área veterinária. O objetivo é esclarecer sobre a detecção precoce de novos casos e medidas de controle adequadas. As doenças negligenciadas são aquelas causadas por agentes infecciosos ou parasitas e são consideradas endêmicas em populações de baixa renda. As doenças tropicais, como a malária, a doença de Chagas, a doença do sono (tripanossomíase humana africana, THA), a leishmaniose visceral (LV), a filariose linfática, o dengue e a esquistossomose continuam sendo algumas das principais causas de morbidade e mortalidade em todo o mundo. Essas enfermidades, conhecidas como doenças negligenciadas, incapacitam ou matam milhões de pessoas e representam uma necessidade médica importante.

terça-feira, 31 de agosto de 2021

OMS lança novo roteiro 2021-2030 para as Doenças Tropicais Negligenciadas

As DTN são responsáveis por adoecimento e morte de mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo. A Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT) apoia esta relevante iniciativa global e conclama toda a sociedade brasileira a se mobilizar. A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou formalmente nesta quinta-feira, 28 de janeiro de 2021 (10:00-13:00, horário de Brasília) em um evento virtual, o seu novo roteiro para as Doenças Tropicais Negligenciadas (DTN) para o período 2021-2030. A construção deste roteiro foi possível a partir de uma ampla consulta global, com base na decisão EB146(9) da Diretoria Executiva em sua 146ª sessão em fevereiro de 2020. Como resultado, o documento final foi endossado pela 73ª Assembleia Mundial de Saúde em novembro de 2020 por meio de sua decisão WHA73(33). As metas e marcos globais para prevenção, controle, eliminação ou erradicação de 20 doenças e grupos de doenças, bem como metas transversais alinhadas às estabelecidas pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) integram o documento “Ending the neglect to attain the Sustainable Development Goals: a road map for neglected tropical diseases 2021–2030” (“Acabar com a negligência para alcançar os ODS: um roteiro para DTN 2021-2030“). Com a proposta de abordagem centrada nas pessoas e de adoção de ações concretas, inovadoras e focadas em plataformas integradas, tais metas são ambiciosas e incluem até 2030: erradicação da dracunculose (doença do verme-da-Guiné), e da bouba, diminuição em 90% do número de pessoas que precisam de tratamento para as DTN em geral, pelo menos 100 países com alcance de metas de eliminação de pelo menos uma DTN e reduzir em 75% os anos de vida perdidos ajustados por incapacidade (DALYs) relacionados às DTN. Este documento tem um caráter estratégico com o objetivo de fortalecer a resposta programática e a advocacia para DTN. A ênfase foi dada a intervenções intersetoriais, ainda mais integradas, com investimento inteligente e amplo engajamento da comunidade com vistas a fortalecer e sustentar os sistemas nacionais de saúde Três pilares fundamentais serão referência para os esforços globais com vistas a atingir as metas: acelerar a ação programática (pilar 1), intensificar abordagens transversais (pilar 2) e modificar modelos operacionais e a cultura para facilitar a propriedade dos países (pilar 3). Para tanto, traz como parâmetros metas compartilhadas entre as doenças e metas específicas de cada uma. No pilar 1 busca-se alcançar maior responsabilidade por meio de: mudança de indicadores de processo para impacto e aceleração de ações programáticas com vistas a melhorar a compreensão científica, o planejamento e logística, a advocacia e financiamento, a colaboração & a ação multissetorial. Por sua vez, o pilar 2 o foco remete-se a abordagens transversais intensificadas a partir de: integração de plataformas de disponibilização das ações de controle; integração com sistemas locais de saúde; coordenação para além do setor saúde; fortalecimento da capacidade dos países e mobilização de recursos regionais e globais. Por fim, no pilar 3 busca-se uma mudança no modelo operacional e na cultura presente nos países com: maior apropriação por cada país, maior valorização dos stakeholders (partes interessadas), além de papéis e responsabilidades mais claros para o alcance das metas de 2030. As DTN são doenças transmissíveis que incidem e prevalecem em países tropicais e subtropicais e que afetam mais de um bilhão de pessoas. Afetam particularmente populações negligenciadas que vivem em situação de pobreza e de vulnerabilidade, ao lado de uma crítica restrição ao acesso à saúde (diagnóstico e tratamento) de qualidade, assim como a serviços, infraestruturas e instalações operacionais de abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, limpeza e manejo de resíduos sólidos e drenagem e manejo das águas pluviais urbanas. Representam doenças que deixam importantes marcas nas pessoas acometidas e que conduzem a incapacidade física, estigma e restrição à participação social. Entre as 20 DTN incluídas neste documento da OMS inserem-se, segundo meta de controle em saúde pública: 1) Erradicação: dracunculose, bouba; 2) Eliminação (interrupção da transmissão): tripanossomíase africana (Trypanosoma brucei gambiense), hanseníase, oncocercose; 3) Eliminação como problema de saúde pública: doença de Chagas, tripanossomíase africana (Trypanosoma brucei rhodesiense), leishmaniose visceral, filariose linfática, raiva, esquistossomose, geohelmintoses, tracoma; 4) Controle: úlcera de Buruli, dengue, equinococose, trematodioses de transmissão alimentar, leishmaniose cutânea, micetoma/cromoblastomicose/outras micoses profundas, escabiose/outras ectoparasitoses, envenenamento por picada de cobra e teníase/cisticercose. Apesar dos avanços na última década ressaltados pela OMS, com redução em 600 milhões de pessoas em risco para DTN, 42 países tendo eliminado pelo menos uma DTN e outros com registro de eliminação de várias DTN, e dos programas globais terem tratado sistematicamente milhões de pessoas por ano durante o período 2015-2019, elas persistem como importante problema global de saúde pública. Além das lacunas relacionadas a diagnóstico, tratamento e implementação das ações nos diferentes contextos globais endêmicos, questões como aumento das desigualdades sociais, mudanças climáticas, conflitos, emergência de doenças (como a COVID-19), bem como restrição de acesso aos serviços de saúde e a direitos humanos mantêm os desafios. No dia 30 de janeiro será o Dia Mundial das Doenças Tropicais Negligenciadas e a SBMT reitera seu compromisso técnico-político ao longo de toda a sua história de dar suporte, com base em evidências científicas, ao enfrentamento e controle de DTN, defendendo e valorizando do Sistema Único de Saúde (SUS) assim como apoiando ações intersetoriais para superação de determinantes sociais em saúde. Cumpre também demarcar que, a despeito de todos esforços, as medidas de austeridade que impactam a saúde e a educação, assim como a escassez de investimentos robustos e continuados em pesquisas científicas e de inovação para estas doenças ainda permeiam a nossa sociedade. Estes fatos reforçam a importância deste novo roteiro da OMS no atual cenário global.

domingo, 29 de agosto de 2021

Fotógrafo de pets Lionel Falcon, lança perfume em nome do amor.

Lionel Falcon já é conhecido em toda a América Latina por suas fotografias. Lá nos anos 70, fotografou muitas celebridades internacionais e há 25 anos não só fotografa, mas também capta a emoção e a alma dos pets. O fotógrafo tem um estúdio na loja PETZ da Marginal aqui em São Paulo e já fotografou pets de muitas celebridades aqui também, como Adriane Galisteu, Ronnie Von, Hebe Camargo, Clodovil, entre ,uitos. Além disso ministra cursos ensinando sua arte de fotografar pets, para muitas pessoas e famílias. Lionel é parceiro da campanha Diga Não à Leishmaniose há 20 anos, responsável por todas as fotos do cãozinho Grande Otelo, da raça pug e de todos os artistas que apoiam a campanha, entre eles o ator Nico Puig, a apresentadora Daniela Albuquerque, Flávia Noronha e vários outros. Ele foi o pioneiro em lançar produtos personalizados, até hoje eles fazem sucesso. A novidade desse momento, e a mais emocionante, é o lançamento do perfume com a sua marca e com o nome Berti Pet, onde ele homenageia sua falecida esposa Ana. "Esse perfume para mim é algo muito especial, como o nascimento de um filho. Veio em um tempo muito precioso, onde pude homenagear a minha companheira que se foi há 2 anos." - se emociona ao dizer.. Lionel Falcon é empreendedor e muito antenado em tudo. Sabemos que a fragrância dos seus perfumes será sucesso, como tudo o que ele faz!
Para ter acesso ao perfume acesse o instagram @lionelfalcon ou através do site www.bertiparfum.com.br

sábado, 14 de agosto de 2021

Cajamar participa da Semana de Prevenção da Leishmaniose Visceral

A ação tem como intuito mobilizar a população, alertando sobre os riscos da Leishmaniose Visceral Humana e Leishmaniose Visceral Canina Publicada em 12/08/2021 às 21:21 | Luiz Possari A Secretaria de Saúde de Cajamar está participando da Semana Nacional de Controle e Combate à Leishmaniose, que tem como objetivo alertar e auxiliar a população sobre os cuidados para prevenir a doença. Durante esta semana, até o dia 14 de agosto, a equipe de Divisão de Zoonoses de Cajamar realizará a entrega de panfletos em locais públicos, em especial nas unidades de saúde do município, com orientações de prevenção. A semana foi instituída pela Lei 12604, de 3 de abril de 2012, com o intuito de estimular ações educativas e preventivas, além de promover debates e outros eventos sobre as políticas públicas de vigilância e controle da leishmaniose, e ainda, apoiar as atividades de prevenção e combate à leishmaniose organizadas e desenvolvidas para alertar a população. A conscientização é a principal arma no combate a leishmaniose que é causada por um protozoário, transmitido pelo mosquito palha que, ao picar um cachorro infectado e depois o humano, causa na vítima febre alta, fraqueza, emagrecimento e em casos mais graves pode levar ao óbito. Os cães infectados podem apresentar fraqueza, sonolência, emagrecimento, feridas na pele – principalmente no focinho -, perda de pelos, crescimento anormal das unhas, dentre outros sintomas. O período de incubação da doença em seres humanos e nos cães é de 2 meses a 7 anos, portanto, os sintomas podem aparecer após esse período. Como proteger os cães: Evitar levar o cão para passear após o pôr do sol, horário de maior atividade do transmissor, além de locais úmidos, de mata ou parques; colocar telas de malha fina no canil (orifícios menor de 1 mm), manter o abrigo sempre limpo sem fezes ou resto de alimentos; a OMS indica o uso de coleira repelente à base de deltrametrina ou permetrina (4%); outros repelentes, na forma de talco, spray e gotas agem de forma similar, porém, eles possuem período de proteção menor.

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Semana Nacional de conscientização e prevenção da leishmaniose.

A Campanha Diga Não à Leishmaniose intensifica a informação e prevenção da doença. Em 2012 foi sancionada pelo Presidente da República a Lei nº 12.604/12, que cria a Semana Nacional de Controle e Combate à Leishmaniose, celebrada anualmente na semana que incluir o dia 10 de agosto, com o objetivo de estimular ações educativas e preventivas, promover debates e outros eventos sobre as políticas públicas. A campanha Diga Não à Leishmaniose faz esse trabalho desde 2005, e outras entidades como a BRASILEISH com médicos veterinários e advogados, também lutam a duras penas contra essa grave doença que é um problema de saúde pública e não é mais um problema onde há mata, os mosquitos estão migrando para locais urbanos. Até o ano de 2016, os cães infectados tinham que ser sacrificados, uma doença com diagnóstico tão complexo não identifica imediatamente se o cão tem ou não a doença. Por isso, muitos cães eram sacrificados mesmo sem ter os sintomas. A partir desta data, a ANVISA, registrou aqui no Brasil um medicamento para tratamento do cão, que associado a um protocolo, o cão poderá ter uma chance. Infelizmente não é um medicamento de valor acessível, mas se usado no tratamento correto, com um médico veterinário que trata a leishmaniose com responsabilidade, será usado até que os exames estejam bons. Cães em tratamento não transmitem a leishmaniose, mas o melhor remédio mesmo é a PREVENÇÃO!! Conscientizar as pessoas sobre essa grave doença, segunda que mais mata HUMANOS no mundo. Temos várias regiões endêmicas, próximo a São Paulo, as cidades de COTIA, EMBU, INDAIATUBA e as cidades do litoral paulista estão sempre em alerta. "Não é fácil identificar um cão com leishmaniose sem sintomas, mas após o exame, é muito importante tratar o seu cão e não entregá-lo para a eutanásia. Já soube de muitas pessoas que tiveram que entregar seus cães assintomáticos antes de 2016 para o CCZ de forma absurda, médicos veterinários sendo perseguidos e tendo suas licenças cassadas. O tratamento é como o de um câncer, que tem que fazer as sessões de quimioterapia e depois o acompanhamento até o final da vida do animal. Em humanos, muitas pessoas vão a óbito, pois já tem uma doença crônica e o tratamento é muito doloroso, com injeções intramusculares diárias por 3 meses. 90% dos casos não tem sucesso no tratamento e falecem.Já imaginou!!? . Para os humanos, temos apenas repelentes, cuidados ao ir em lugares endêmicos e muita oração!!!" comenta Marli Pó, idealizadora e coordenadora da campanha desde 2005. O mais importante mesmo é informar corretamente, conscientizar a população e prevenir os cães, pois muitos dos métodos preventivos, ajudam o meio ambiente também. Coleiras, pipetas, repelentes nos pets, no ambiente e limpeza em jardins e terrenos é fundamental, pois os flebotomíneos, conhecidos popularmente como mosquito palha, adoram lugares úmidos e quentes e agem atacando suas vítimas ao entardecer e ao amanhecer...agem no crepúsculo. São pequenas moscas,(3mm), de cor alaranjada que picam de forma indolor e os sintomas só aparecem a partir de 6 meses a um ano na sua vítima, quando os sintomas aparecem como perda de apetite, emagrecimento rápido, cansaço e prostração, tanto em HUMANOS como nos CÃES. A cutânea aparece em forma de pequenas feridas no corpo que não curam com nada, e nos cães, em torno dos olhos, próximo as patas, no fuço, e coçam muito. Grave né?? "O importante é informar ao máximo as pessoas e que elas entendam a importância da prevenção. Assim podemos salvar vidas! A organização MSF - Médicos sem fronteiras, faz um trabalho maravilhoso com as pessoas." Completa Marli. Quer saber mais sobre a leishmaniose, acesse o site www.diganaoaleishmaniose.com.br e repasse as informações aos seus amigos.