Grande Otelo

Grande Otelo
Tela feita pelo grafiteiro CRÂNIO, em apoio à campanha.

Apoio de várias celebridades

Apoio de várias celebridades
Hebe Camargo num lambeselinho em Grande Otelo, mascote da campanha.

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Leishmaniose na Primavera, cuidado redobrado!!

Chegada da primavera traz alerta sobre questões de saúde em pets Baixada Fluminence Chegada da primavera traz alerta sobre questões de saúde em petsHoje, 22, entramos na estação mais florida do ano, a primavera. No entanto, esse período pode também predispor os pets a alguns riscos e, por isso, Márcio Barboza, médico-veterinário e gerente técnico da MSD Saúde Animal, traz seis dicas para que os tutores fiquem atentos e, assim, possam garantir uma temporada saudável aos cachorros e gatos.
"A primavera é o período de transição da estação mais seca para a época mais úmida e com maiores temperaturas. Essa variação climática é propícia para os animais de estimação desenvolverem não somente problemas dermatológicos, respiratórios, alergias e intoxicações, mas também para que estejam mais suscetíveis a pulgas, carrapatos, leishmaniose e leptospirose.", explica o médico-veterinário. Pulgas e carrapatos O aumento da temperatura ocasiona a proliferação das pulgas e carrapatos e a melhor maneira de proteger os pets é a utilização dos ectoparasiticidas. "Todos os animais estão suscetíveis a esses ectoparasitas em todas as épocas do ano, dentro ou fora de casa, mas os animais ficam mais propensos nesta estação. Por isso, é muito importante que o tutor use produtos corretos com longa duração, de preferência até doze semanas de proteção, e rápida eficácia", alerta Marcio Barboza. Leishmaniose Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é líder nos casos da doença no continente americano, representando aproximadamente 96% do total de casos. A propagação da leishmaniose acontece a partir da picada do mosquito-palha infectado pelo protozoário Leishmania chagasi. O inseto infectado pode picar não somente o cão, mas também as pessoas com quem ele convive, por isso é importante proteger o animal e, consequentemente, toda a família, sendo em área endêmica ou não. "A principal maneira de garantir a prevenção é o uso da coleira que após a sua colocação no pescoço do cão, começa a liberação do seu princípio ativo, a Deltametrina. Além disso, vale a atenção com os cuidados básicos como manter o local do pet limpo e com telas anti-mosquito na janela para manter o mosquito afastado", explica o médico-veterinário. Leptospirose A combinação de calor com chuva, que é muito comum nessa época do ano, também contribui para o aumento dos casos de leptospirose, adquirida principalmente pelo contato com a urina infectada de ratos e cães. A principal forma de prevenir essa doença é por meio da vacinação contra os principais tipos de leptospiras presentes no Brasil. Além disso, assim como a leishmaniose, é muito importante a higienização dos lugares em que os pets ficam. No entanto, após a vacinação, o principal cuidado é não deixar ração em local aberto para que ratos não sejam atraídos. A melhor forma é fornecer a alimentação em horários específicos e retirar os pratos na sequência. Plantas e flores A estação florida traz esse alerta aos proprietários dos cachorros e gatos, principalmente aqueles que possuem jardins em sua casa e as flores podem ser atrativo como petisco aos animais. No entanto, é preciso estar alerta pois algumas plantas são consideradas tóxicas e devem ser evitadas como por exemplo a azaleia, copo de leite, mamona, bico-de-papagaio, costela-de-adão, comigo-ninguém-pode e hortênsia. Adubos industrializados ou orgânicos também são extremamente perigosos, tanto pela possibilidade de ingestão pelos animais quanto por atrair insetos como aranhas, abelhas, sapos, rãs, formigas, algumas lagartas, cobras e escorpiões, que chamam a atenção do animalzinho e podem feri-lo. Alergias dermatológicas A primavera é o período da troca de pelo dos animais e, com isso, há uma maior tendência a apresentar doenças de pele, como dermatites. Por isso, é essencial prestar atenção se a pelagem está caindo mais do que o normal. "Existem diversas dermatites e só um médico-veterinário vai poder identificar a causa e o melhor tratamento. Mas é importante saber que essas alergias podem ocorrer por picadas de pulgas e carrapatos, pólen das flores e até reações alérgicas a alimentos e medicamentos", reforça Marcio Barboza. As alergias na primavera são mais propensas pelo fato de que a pelagem fica mais espessa, pesada, deixa a pele mais sensível, e os subpelos que nascem para proteger os animais na baixa temperatura são substituídos por um pelo mais leve e curto. Com a troca a pele fica mais sensível podendo desencadear, com maior facilidade, eritemas (vermelhidão), pústulas (infecção bacteriana secundária), prurido (coceira) ou outros sinais dermatológicos mais graves. Curta a primavera! A primavera é uma estação linda, e tomando os cuidados necessários o período pode ser muito saudável para o pet. No entanto, se o tutor identificar algo estranho com o animal, a melhor recomendação é a ida ao veterinário para que ele possa identificar o problema e utilizar a melhor estratégia para o tratamento.

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Leishmaniose em pauta por Dra Rebecca Dung de Andrade

Quando a gente perde uma guerra, achando que era so a primeira batalha, da aquela sensacao de vazio, de amargor na boca e tristeza. Nao sinto isso somente pelos meus "fllhOS", mas pelos fllhos dos outros, que adoto um pouquinho a cada consulta. Meu luto e pesar hoje é pelo Psy. Meu paciente c); mais novo de diagnostico de LEISHMANIOSE. Chegou a mim com uma alopecia (falta de pelo) nao inflamatoria no dorso. Sem prurido, sem descamacao. Sem ferida alguma. Sem sinal clinico. Totalmente atl’pico da lesao caracteristica da leishmaniose. Foram feitos os exames dermatologicos de rotina. Negativos. E deixei pra ver a citologia fungica em casa. Na madrugada fui ao microscopic e me deparei com ela. Essa senhora implacavel. Muitas delas numa lamina so. Foi o tempo de pedir o retorno do tutor e iniciar os exames para o estadiamento da doenQa e passar alguns medicamentos. O problema: ele morava numa area endemica e nao tinha protecao de uma coleira repelente. Portanto, sua familia tb é exposta. Os exames deram pessimos e a decadencia da saude de Psy foi absurda. Hoje soube que infelizmente veio a obito. Nao deu tempo de estadiar baseado nos exames solicitados e nem complementar o tratamento ja prescrito semana passada. E aquela sensacao de interrogacao paira no ar. Ainda nao caiu minha fucha. Quando os colegas e tutores vao entender a importancia de doencas como essa para a sociedade e 03 animais???? O pior nao e aquele cao que morre. Mas o vivo doente. Que sofre. Sofre muito. E se nao tem sinal clinico e diagnostico fechado, serve de reservatorio para o vetor, o mosquito flebotomo, contaminando seus animais e tutores. Acorda, minha gente!!! Do jeito que esta, a leishmaniose vai engolir Recife, Olinda, Paulista, Aldeia, Sao Lourenqo, Itamaraca, e muitas outras areas subdiagnosticadas e portanto, subnotiflcadas. Ja que sinais clinicos e hemograma se confundem com algumas doencas muito comuns aqui, com alta prevalencia, como Erlichiose, Babesiose, Anaplasmose, Cinomose e etc. Passou da hora da reflexao e mudanca de conduta. E darmos a devida importancia ao diagnostico, tratamento e profllaxia. Esse mes, diagnostiquei 6. Rebecca Dung de Andrade CRMV PE 5118 Clinica Medica e Dermatologia de Peqquenos Animais

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Campanha de Vacinação contra a raiva é adiada por conta da Covid-19 no Estado de São Paulo.

Cães e gatos podem ser vacinados nos postos veterinários normalmente.  Por determinação do Governo do Estado e sua Secretaria de Saúde, foi suspensa por tempo indeterminado a vacinação contra a raiva em todo o estado de São Paulo. A medida foi determinada para evitar a aglomeração em postos de atendimento. Segundo a diretora do Instituto Pasteur, Luciana Hardt, desde 1997 não existem casos em humanos provocados pela variante canina, e desde 1998 em caninos e felinos. Casos esporádicos podem ocorrer por conta de morcegos, mas o último caso isolado foi em 2018 quando a pessoa teve contato com um morcego infectado. Os postos de atendimento continuam atendendo e cada região deverá procurar a mais próxima, caso necessite de outros esclarecimentos. Próximo ao Bairro do Ipiranga temos na Zona Leste: Rua dos Trilhos, 869 - Moóca - SP Rua Etorre Ximenez, s/n - Vila Prudente - SP Zona Sul:  Rua Genaro de Carvalho, 101 - Jabaquara - SP Para maiores informações, acesse: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude/controle_de_zoonoses/ Matéria reproduzida no site e blog: www.diganaoaleishmaniose.com.br www.diganaoaleishmaniose.blogspot.com

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

XII Ciclo de Atualização em Zoonoses no Estado de São Paulo

Dia 26 de agosto – quarta-feira XII Ciclo de Atualização em Zoonoses A partir das 9h30, o evento on-line da Faculdade de Saúde Pública (FSP) aborda a expansão da Leishmaniose Visceral (LV) no estado de SP e a atuação da Vigilância em Saúde. O encontro do XII Ciclo de Atualização em Zoonoses vai debater o novo cenário de transmissão da doença, associado ao ambiente urbano e principalmente à presença de cães infectados, que tem causado grande preocupação às autoridades sanitárias. O primeiro tema será Vigilância da leishmaniose visceral canina no município de São Paulo, com Tamara Leite Cortez – Analista em Saúde, médica veterinária da Divisão de Vigilância de Zoonoses de São Paulo. O segundo tema será Expansão da leishmaniose visceral no estado de São Paulo: novos cenários de transmissão, com Fredy Galvis Ovallos, professor do Departamento de Epidemiologia da FSP. A transmissão será pelo Canal da FSP no YouTube.

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Palestras sobre a Leishmaniose agitam o sábado, dia 22 de agosto

AGOSTO VERDE Mês de prevenção a Leishmaniose terá palestras online gratuitas Transmissão das ações será feita nas redes sociais e por meio de cadastro antecipado no site Sympla Enviar por e-mailImprimirAumentar letraDiminur letra AgostoVerde.jpg PUBLICADO EM 20/08/20 - 21h04 LISLEY ALVARENGA Considerada um problema de saúde pública no país, a leishmaniose visceral é uma enfermidade grave que, se não for tratada, leva à morte de até 90% dos humanos acometidos por ela, conforme dados do Ministério da Saúde. Por isso, para tentar conscientizar a população sobre a importância de se prevenir a doença, a PUC Betim realiza, neste mês, um “Agosto Verde” diferente. A quarta edição do evento ocorre de forma virtual, para evitar aglomerações em função da pandemia da Covid-19. Durante o mês, o curso de medicina veterinária está realizando lives gratuitas sobre o tema, que podem ser acessadas por meio do Instagram (@ pucminasvet). Já as palestras online com conceituados veterinários no país, como Romeika Reis Lima, Vitor Márcio Ribeiro, João Carlos Toledo Junior, Mário Rennó e Paulo Tabanez, acontecerão, neste sábado (22), das 8h30 às 17h. Para participar é preciso fazer o cadastro antecipado no site do Sympla. “A campanha é uma iniciativa pioneira no Brasil e visa conscientizar a comunidade, buscando a diminuição da doença em nosso Estado. Acreditamos que este é um assunto muito importante, e, por isso, mesmo frente à pandemia da Covid-19, optamos por adaptar nossas discussões para o formato virtual”, disse Viviana Xavier, diretora do Centro de Estudos em Clínica e Cirurgia de Animais (Cecca), da PUC Betim. Entenda O cão não transmite a enfermidade diretamente para humanos. O transmissor é o mosquito-palha, que introduz na circulação do hospedeiro o protozoário Leishmania. Se picar um cão infectado e, depois, uma pessoa, está feita a transmissão da doença, que tem tratamento. Confira a programação no dia 22: 8h: Abertura oficial 9h: “Métodos de Prevenção da Leishmaniose Visceral Canina: Mitos e Verdades”, com Romeika Reis Lima 10h10: “Eficácia da Vacina em Cães com Leishmaniose, Bem Como na Imunoterapia”, com Vitor Márcio Ribeiro 11h20: “Como Realizar o Controle por Meio de Exames em Paciente com Leishmaniose Visceral Canina”, com João Carlos Toledo Junior 15h: “Tratamento de Alterações Ortopédicas de Cães Positivos com Leishmaniose Visceral”, com Mário Rennó 16h10: “Estadiamento da Leishmaniose Visceral Canina: Um Importante Passo para o Sucesso terapêutico”, com Paulo Tabanez

domingo, 16 de agosto de 2020

Leishmaniose no canal do Conselho Federal de Medicina Veterinária

No dia 18 de agosto, às 17h, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) promoverá um debate sobre leishmaniose visceral. A transmissão ao vivo será feita, pelo YouTube do conselho ,e reunirá algumas das principais autoridades do país sobre o tema. Agende-se e prepare suas perguntas. O evento é gratuito, com duração de duas horas. Não é necessário inscrever-se com antecedência. Os médicos-veterinários Francisco Edilson de Ferreira Lima Júnior (integrante da Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do CFMV – CNSPV), Mary Marcondes (co-presidente da Comissão Científica da Associação Mundial de Pequenos Animais SC- WSAVA) e Vitor Márcio Ribeiro (vice-presidente do BRASILEISH - grupo de estudo em leishmaniose animal e Conselheiro da Anclivepa de Minas Gerais) serão moderados pelo presidente da CNSPV do CFMV, Nélio de Morais. "Vamos discutir, atualizar e sensibilizar os profissionais de saúde, especialmente os médicos- veterinários, e a população sobre a epidemiologia, diagnóstico e manejo da leishmaniose visceral nos homens e nos animais, bem como sobre as estratégias de prevenção e controle, considerando a comemoração da Semana Nacional de Controle e Combate”, adianta Nélio de Morais, idealizador do evento. Sobre a Doença A leishmaniose visceral (LV), conhecida popularmente como calazar ou febre dundun, é uma zoonose sistêmica causada por um protozoário do gênero Leishmania, transmitido aos humanos e outros animais no Brasil por meio da picada da fêmea de insetos (flebotomíneos) do gênero Lutzomyia, que se infectam ao se alimentar do sangue de animais infectados, principalmente os cães no Brasil. Nas Américas, a LV é uma zoonose de ampla distribuição, endêmica em 12 países. Segundo a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS/OMS) cerca de 3.500 casos novos são registrados anualmente. Desses, 96% ocorrem no Brasil. Segundo dados do Ministério da Saúde do Brasil, a doença em humanos está amplamente distribuída no território, ocorrendo nas cinco Macrorregiões, em 23 dos 27 estados da Federação. Em 2018, foram registrados 3.466 da doença em humanos e 289 óbitos. Em relação aos cães, existe registro de casos autóctones em 25 dos 27 estados da Federação. EVENTO Data: 18/08 - terça-feira Horário: 17h às 19h Onde: Youtube CFMV MODERADOR NÉLIO MORAIS – Médico Veterinário. Presidente da CNSPV/CFMV e Coordenador de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza DEBATEDORES 1. FRANCISCO EDILSON FERREIRA DE LIMA JÚNIOR – Médico veterinário. Integrante da CNSPV/CFMV e coordenador-geral substituto de Vigilância de Zoonoses e Doenças de Transmissão Vetorial/SVS/Ministério da Saúde. 2. MARY MARCONDES – Médica veterinária. Livre-docente em Clínica Médica de Pequenos Animais pela Faculdade de Medicina Veterinária da UNESP (FMV-UNESP), Araçatuba, São Paulo. Integrante do Grupo de Diretrizes de Vacinação de Cães e Gatos da Associação Mundial de Pequenos Animais. Co-presidente da Comissão Científica da Associação Mundial de Pequenos Animais (SC- WSAVA). 3. VÍTOR MÁRCIO RIBEIRO. Médico veterinário. Professor adjunto IV da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, em Doenças Infectocontagiosas de Cães e Gatos. Vice-presidente do BRASILEISH - grupo de estudo em leishmaniose animal e conselheiro da Anclivepa Minas Gerais. Assessoria de Comunicação do CFMV