Grande Otelo

Grande Otelo
Tela feita pelo grafiteiro CRÂNIO, em apoio à campanha.

Apoio de várias celebridades

Apoio de várias celebridades
Hebe Camargo num lambeselinho em Grande Otelo, mascote da campanha.

sábado, 31 de dezembro de 2011

2012 REPLETO DE BENÇÃOS E DE PESSOAS E CÃES SALVOS POR ESSA CAMPANHA


Agradeço de coração a todas as pessoas que apoiam a campanha, sem o apoio e a conscientização de todos não poderemos executar nem chegar ao nosso destino que é prevenir e salvar vidas dessa terrível doença.

Saiba mais em nosso facebook www.facebook.com.br/diganaoaleishmaniose e siga-nos no Twitter - @noleishmaniose

Informe ao seu vizinho, amigo, pois as pessoas em geral não sabem sobre essa grave doença, nem como ela é gerada..

QUE POSSAMOS NOS UNIR MAIS, POIS UNIDOS SOMOS MUITO MAIS FORTES.

Super beijo a todos

Marli Pó e Grande Otelo

Que venham apoiadores abençoados em 2012.

Agradecemos a MSD Saúde Animal, pelo crédito ao projeto, em especial as coleiras Scalibor pelo apoio.

Saúde alerta quanto aos perigos da leishmaniose

Agentes de Controle de Endemias recolhem lixo, incluindo material orgânico, propício à criação de vetores de doenças
A Prefeitura de Três Lagoas, através da Secretaria Municipal de Saúde, por meio do setor de Vigilância em Saúde, vem alertando a população quanto aos perigos da leishmaniose e o aumento das condições favoráveis à proliferação do mosquito transmissor da doença.

Nesta época do ano, em que as chuvas de verão se tornam constantes, aumenta o perigo da proliferação do mosquito flebótomo, também conhecido como mosquito-palha, birigui. Este tipo de inseto tem condições favoráveis de criadouros em materiais orgânicos em decomposição, tais como folhas, galhos de árvores, madeiras velhas e todo o tipo de frutas, que caiem das árvores e apodrecem na superfície do solo.

Além das chuvas, nesta época do ano temos abundância de frutas, muito comuns na nossa Região e que merecem cuidados especiais. Em quase todos os quintais das nossas residências temos pé de manga, acerola, pitanga, goiaba ou jabuticaba. Essas frutas, quando caídas no solo e em decomposição, são extremamente favoráveis à proliferação do mosquito-palha.

A dica é que os proprietários desses imóveis rastelem seus quintais diariamente e recolham as frutas em decomposição, enterrando-as ou armazenando-as devidamente em sacos de lixo para serem recolhidos pelos coletores, seguindo as orientações dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Controle de Endemias.

Em Três Lagoas, eles visitam periodicamente as residências e orientam as famílias quanto aos procedimentos corretos que devem adotar para evitar a dengue e a leishmaniose.

A doença é transmitida pelo mosquito-palha que, ao picar animais já contaminados (cães ou gatos), transmite a doença às pessoas, quando também picadas pelo inseto.

No animal esta doença se expressa através de um emagrecimento crescente, inchaço do baço e do fígado, crescimento excessivo das unhas e feridas na pele que não cicatrizam, sendo ás vezes até confundida com a sarna negra, em sua espécie cutânea. Esta enfermidade é, assim, melhor diagnosticada em exames laboratoriais.

No homem, a doença, quando diagnosticada a tempo, na maioria das vezes, é rapidamente controlada. O perigo é a evolução da doença ao estágio de leishmaniose visceral. Nesses casos, os parasitas atingem especialmente o baço, o fígado e a medula óssea, nos quais proliferam os macrófagos. Os indivíduos que apresentam sintomas demonstram febre, tremores virulentos, diarreia, suores, mal-estar, cansaço, anemia, leucopenia, úlceras na pele e campos escuros na epiderme. Se a doença for diagnosticada rapidamente e tratada a tempo, há grandes probabilidades de cura. Caso contrário, pode causar a morte em um período muito curto.

Os cães não devem ficar soltos pelas ruas, especialmente no final da tarde, e deve-se evitar que eles permaneçam em locais onde o lixo é depositado e em terrenos sujos e abandonados.

Número de casos de leishmaniose permanece estável

Apesar do número de casos de leishmaniose ter permanecido estável nos últimos dois anos, continuam as ações educativas e preventivas contra a doença, para que ela não avance e não se transforme em surto ou até epidemia, ressaltou a diretora de Vigilância em Saúde, Neide Yuki.

“Nas mesmas ações e mutirões contra a dengue, orientamos os Agentes Comunitários de Saúde e os Agentes de Controle de Endemias a dar também atenção especial à leishmaniose”, informou.

Em 2010, a Secretaria Municipal de Saúde registrou 17 casos confirmados de leishmaniose. Infelizmente, desse total, resultaram dois óbitos.

Neste ano, conforme dados divulgados até 9 de dezembro, o número de casos de leishmaniose havia chegado a 10 confirmados e duas pessoas haviam morrido.

O estado clínico do paciente de leishmaniose, na maioria dos casos, se agrava, em crianças e pessoas idosas.

Fonte: Assessoria de Comunicação

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Suspeita de casos de leishmaniose em Jales, preocupa Zoonose

O aparecimento de dois casos suspeitos de leishmaniose no bairro, chamou a atenção do Centro de Zoonoses

Atualizado em 26/12/2011

A equipe do Centro de Zoonoses de Jales iniciará amanhã, terça-feira, 27 de dezembro, a coleta de sangue em cerca de 50 cães, no Jardim Eldorado.

Esta é uma das medidas que esta sendo tomada pela Zoonose de Jales. O aparecimento de dois casos suspeitos de leishmaniose no bairro, envolvendo um bebê de 10 meses e um adolescente de 14 anos, chamou a atenção do Centro de Zoonoses.

O mesmo aconteceu na semana passada no Jardim Paraíso, onde 40 cães tiveram o sangue coletado, depois de um rapaz de 24 anos, morador do bairro, apresentar vários sintomas da doença.

Verão favorece a proliferação de pulgas e carrapatos em animais de estimação

Fonte 24h news -
por - Renan Magalhães

Eles estão por toda a parte, mas com a chegada do Verão, parasitas como pulgas e carrapatos se proliferam mais rapidamente. O aumento da temperatura aliada a condições ideais de umidade faz com que em um mês, dez pulgas depositem mais de 15 mil ovos no ambiente, sendo que entre oito e dez dias as pupas (casulos) eclodem e as pulgas jovens saem a procura dos animais.

Em ambientes desabitados como casas de veraneio, elas podem sobreviver até um ano, bem seguras em seus casulos, e só se manifestam quando sentem a presença dos animais ou de humanos. “Por isso, é importante que o proprietário aplique um antiparasitário preventivamente antes de embarcar com o animal para as férias”, afirma Maurício Giordano, médico veterinário clínico de pequenos animais.

Além de trazer incômodos como alergias e coceiras, a pulga também pode transmitir doenças graves aos animais e seres humanos. Cães e gatos infectados podem contrair o dipylidium caninum, parasita que ataca o intestino e causa diarreia, com consequente perda de peso. Ambos também podem ter processos alérgenos desencadeados como a dermatite alérgica à picada de pulgas (DAPP), além de anemia e estresse. Em se tratando de carrapatos, os animais podem apresentar doenças como a erliquiose, a babesiose e a hepatozoonose, patologias que, quando não tratadas, atacam os glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas, trazendo consequências mais graves ao pet.

“Todas estas doenças podem ser evitadas a partir de uma conduta preventiva, porém, se o animal já estiver infectado, é importante que ele receba um tratamento adequado até eliminar totalmente o problema, evitando assim consequências mais graves”, comenta Maurício.

E os cuidados com os animais não estão restritos apenas a pulgas e carrapatos. Em muitas regiões do Brasil o risco do animal contrair a leishmaniose visceral canina é real. A transmissão da doença ao cão e ao homem ocorre através da picada de um mosquito infectado, conhecido popularmente como Mosquito Palha, Cangalhinha ou Birigui, que quando infectado com o protozoário Leishmania, dissemina a doença para diversos hospedeiros.

O cachorro é considerado o principal hospedeiro em ambientes urbanos, entretanto, animais silvestres, gatos e até mesmo o homem podem ser infectados. “Nos animais sintomáticos podem ser observadas desde lesões na pele, como descamação e feridas em região do focinho, cotovelo, orelhas e rabo, até sintomas sistêmicos, como apatia, perda de peso, crescimento anormal das unhas, alterações oculares como (conjuntivites, inflamações da córnea e pálpebras), artrites, diarreias, vômitos e sangramento intestinal. Nos casos mais graves, pode ocorrer o comprometimento de rins, baço e fígado. É importante ressaltar ainda, que há animais que não apresentam nenhuma manifestação clínica aparente, porém são transmissores da leishmaniose”, finaliza Maurício.

Para proteger os pets contra pulgas, carrapatos e mosquitos transmissores da leishmaniose, a Saúde Animal da Bayer HealthCare disponibiliza no mercado o produto Advantage® Max3, que quando aplicado mensalmente, trata a infestação, previne doenças e protege a saúde do cão e de toda a família. Para realizar um tratamento integrado contra pulgas, é importante que o proprietário também realize o controle ambiental dos parasitas com o uso de produtos adequados como Fleegard®, que pode ser aplicado em todos os cômodos e nos locais de repouso do animal, como tapetes, estofados, almofadas, poltronas, fendas de assoalhos, rodapés, cobertas e cama, incluindo a do animal, além dos bancos dos carros, garagem e sótão.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Saúde ainda registra 500 mil casos de Leishmaniose todos os anos no mundo

Autor: Comunicação Data: 21/12/2011 10:40

Tão rápidas quanto a transmissão da leishmaniose, considerada uma das piores epidemias mundiais dos tempos atuais, são as campanhas de socorro que se espalham pela internet na tentativa de sensibilizar governantes brasileiros a encontrar o fim para esse mal. Depoimentos de famílias que perderam parentes e cães para a doença “pipocam” na rede. Não é à toa. De um canto a outro do país, o mal provoca barulho, tendo contaminado quase 30 mil brasileiros somente em 2009. Se, então, é tão ameaçador e antigo no mundo, por que até hoje uma vacina não foi desenvolvida? Na verdade, ela já foi criada, e está sendo usada no interior de Minas Gerais, onde 16 mil pessoas receberam a imunização e ficaram protegidas. “Mas pergunto: existe interesse farmacêutico por doença de pobre?”, provoca Wilsom Mayrink, médico e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que há 40 anos se empenha na busca pela cura da leishmaniose e é responsável pelo projeto, desenvolvido no Departamento de Parasitologia da universidade.

Na penúltima reportagem da série sobre doenças negligenciadas, a estrela é a leishmaniose — que já invadiu o meio urbano, fez vítimas de diferentes classes sociais e ainda enfrenta preconceitos, como lamenta Mayrink. Ele e sua equipe estão atrás da cura desde a década de 1970. É para o tipo de leishmaniose tegumentar e cutânea, que acomete a pele e as mucosas do contaminado, que eles inventaram a vacina. Somente em 2009, a doença atingiu 21 mil brasileiros e, em Minas Gerais, onde ela é mais comum, foram 1.021 infectados, segundo dados do Ministério da Saúde.

A pesquisa coordenada pelo médico foi baseada em estudos do pesquisador paulista Sales Gomes realizados em 1939. Em 2001, depois de 30 anos de trabalho, a imunização foi liberada pelo governo federal para uso terapêutico. Na época, a injeção apresentava resultados positivos, mas mesmo assim não foi aprovada para o uso de efeitos de resistência à doença. Em 2002, a equipe a aplicou em 16 mil pessoas em Caratinga, no Vale do Rio Doce. “Até este ano, nenhum deles pegou a doença”, revela Wilsom, destacando alguns ocorridos que comprovam a eficácia da dose. “Teve um senhor que nos procurou e disse que estava doente, e estranhava, pois ninguém da sua família estava. Aí, ele lembrou que sua esposa e filhos tinham se vacinado, e ele não” , conta, animado.

Além de uso humano, os pesquisadores também desenvolveram um antígeno para uso canino. “A Fundação Ezequiel Dias (Funed) sinalizou interesse em fabricar em larga produção, mas, enquanto isso não ocorre, continuamos a aplicá-la em Caratinga. Temos resultados altamente satisfatórios, mas a indústria farmacêutica não quer investir”, lamenta o pesquisador, garantindo que isso não impede os cientistas de continuarem o trabalho. “Acreditamos no que criamos e temos bons resultados para isso.”

Para o tipo visceral da leishmaniose, que acomete as vísceras, como o fígado e o baço, e é considerada a forma mais grave, tendo contaminado 3 mil brasileiros em 2009, também há avanços. Foi comprovada em agosto a eficácia de 96,4% da vacina canina Leish Tec, criada por pesquisadores do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG e produzida pelo laboratório Hertape Calier Saúde Animal SA. Os mesmos cientistas encaram agora outro desafio: o de criar a vacina para os humanos, que, se aprovada, deve chegar ao mercado em cinco anos, estima-se.

A vacina recombinante foi produzida pela Hertape Calier, por meio de acordo de transferência de tecnologia. Em 2008, ela chegou ao mercado. Aprovada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a imunização desde então é indicada por veterinários para cães — cujos donos chegam a pagar R$ 100 por cada uma das três doses necessárias na primeira vez que o animal é vacinado. Depois, é dada uma dose anualmente.

Como preconizado pelo ministério, a empresa responsável pela Leish Tec fez a análise da eficácia das doses em campo, na cidade de Porteirinha, no norte de Minas Gerais. Metade da população inicial de 1,2 mil cães saudáveis recebeu a vacina. “Depois de dois anos, 96,41% dos animais imunizados não apresentaram a doença. Isso é o primeiro passo para a proteção entrar no calendário nacional”, aposta o veterinário e gerente de marketing da empresa, Luciano Resende.

De acordo com ele, além da eficácia da dose foi avaliada a possibilidade de transmissão da doença. “O cão, ao entrar em contato com o protozoário, se vacinado, reduz em 50% sua capacidade de transmitir a doença para o ser humano.”

Os pesquisadores mineiros querem agora dar um passo maior. Segundo conta um dos responsáveis pela vacina, Ricardo Gazinelli, coordenador-geral do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Vacinas (INCT), professor do Departamento de Bioquímica e Imunologia do Instituto de Ciências Biológicas (ICB/UFMG) e pesquisador do Centro de Pesquisas René Rachou da Fiocruz Minas, já foram dados os primeiros passos para desenvolver a mesma vacina em humanos. A fase é de escolha do adjuvante imunológico.

“Estamos testando em camundongos os vários tipos existentes. Vai demorar. Não é rápido, pois está em teste a capacidade de induzir a resposta imunológica do ser humano. Quando criamos a vacina, há 10 anos, usamos um adjuvante aprovado para o uso em animais, e não em pessoas”, diz, reconhecendo que não será preciso outra década para encontrar a fórmula certa. A expectativa é de que a novidade esteja pronta em cinco anos. “Para o financiamento da proposta, haverá a parceria com uma grande indústria farmacêutica, com quem já estão em andamento os últimos acertos”, revela.

Diagnóstico

Enquanto Minas Gerais se mexe para encontrar a vacina certa contra a leishmaniose, em São Paulo pesquisadores se debruçam para encontrar um meio menos invasivo para diagnosticar a doença. Segundo explica a pesquisadora do Laboratório de Parasitologia do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (USP) Lúcia Maria Almeida Braz, hoje, para saber se a pessoa está ou não doente, é feita uma pulsão da medula. “É uma forma muito invasiva, a pessoa que se submete fica com dor, precisa ser internada”, diz.

A intenção da USP é mostrar, segundo ela, que é possível fazer o teste usando amostra de sangue. “Estamos na fase dos experimentos e a expectativa é de que em 2012 já tenhamos uma resposta em mãos”, aposta, explicando que o atual teste leva o que é recolhido de medula óssea na lâmina para ser analisado em microscópio. “O mesmo pode ser feito com o sangue, pois a sensibilidade é igual. É o que queremos provar”, destaca Lúcia, revelando que serão coletados 3ml de sangue de 40 pacientes. “Em meados de março, teremos o resultado disso”, promete.

Fonte: UOL

Moradores devem ter cuidados com casas fechadas durante as férias

22/12/2011 17h37


Confira as dicas para evitar a proliferação de insetos que causam doenças.
As orientações são da Secretaria de Saúde de Bauru, no interior de SP.
Do G1 Bauru e Marília


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Quem vai deixar a casa fechada durante o período das festas de final de ano precisa estar atento a certos cuidados para evitar a proliferação de insetos que podem causar doenças, como o aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue.
Por causa desses riscos, a Secretaria de Saúde de Bauru, no interior de São Paulo, orienta a população sobre as medidas preventivas a serem tomadas contra a dengue e leishmaniose nesses casos.
Com o calor e as chuvas características do verão cresce o número de criadouros das larvas dos mosquitos aedes aegypti (transmissor da dengue) e do mosquito palha (transmissor da leishmaniose).
De acordo com a coordenação da Divisão de Vigilância Sanitária da secretaria, ao sair de casa por vários dias, os responsáveis devem atentar para os seguintes cuidados:
• Evitar vasos de plantas com pratos de plásticos
• Manter ralos internos e externos tampados, bem como vasos sanitários
• Manter as piscinas limpas, tampadas ou desmontadas, quando possível
• Descartar todo material inservível com potencial para criadouro de larvas do mosquito aedes aegypti (garrafas, latas, embalagens vazias, pneus e outros)
• Manter a limpeza das calhas antes de sair de casa por vários dias
No caso de prevenção contra leishmaniose, a Vigilância recomenda que todo o lixo orgânico seja eliminado, manter um responsável pela eliminação diária das fezes acumuladas dos animais e recolhimento de frutas caídas de possíveis árvores do imóvel. Antes de sair de viagem, procurar informações sobre a situação da doença da região de destino, para evitar que as mesmas sejam contraídas.
Até o momento, foram registrados 4.348 casos de dengue, sendo 4.342 autóctones e 6 importados, e seis pessoas morreram em decorrência da doença em Bauru. Já em relação à leishmaniose foram registrados 31 casos neste ano, com ocorrência de 3 mortes. A Secretaria de Saúde destaca que a colaboração da população é fator fundamental para a prevenção das doenças.