Grande Otelo

Grande Otelo
Tela feita pelo grafiteiro CRÂNIO, em apoio à campanha.

Apoio de várias celebridades

Apoio de várias celebridades
Hebe Camargo num lambeselinho em Grande Otelo, mascote da campanha.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

WSPA contra a Leishmaniose Informações Importantíssimas.

Link Matéria original.

http://www.wspabrasil.org/wspaswork/Caesegatos/controlededoencas/leishmaniose/Default.aspx



Leishmaniose visceral canina



A Leishmaniose visceral canina é uma doença grave que acomete vários mamíferos, transmitida por um protozoário que tem o nome científico de Leishmania chagasi (infantum). O seu principal transmissor (vetor) é um inseto (flebotomíneo), da espécie Lutzomyia longipalpis, também conhecido como “mosquito palha”. O contágio em cães e no homem ocorre através da picada do inseto infectado.

O cão é considerado um importante reservatório do parasita pela sua proximidade com o homem e constitui o principal elo na cadeia de transmissão de Leishmaniose visceral nas zonas urbanas. Há outros animais silvestres que podem servir de hospedeiros intermediários desta doença, mas é impossível pegar a doença por contato direto com esses animais.

A Leishmaniose não é transmitida através de lambidas, mordidas ou afagos. O contágio ocorre somente através da picada da fêmea infectada do “mosquito palha”.

Mapa da leishmaniose visceral humana no Brasil



Abaixo podemos ver as principais áreas de risco da Leishmaniose visceral humana. E no caso da Leishmaniose visceral canina as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, são as mais prevalentes, porem a doença tem avançado também nos Estados da região Sudeste.





Principais sintomas

O aparecimento dos primeiros sintomas da Leishmaniose, após a transmissão pela picada do “mosquito palha”, pode demorar semanas ou até alguns anos; cerca de 20% dos animais infectados podem nunca manifestar sintomas. A maioria dos animais aparenta estar saudáveis na época do diagnóstico clínico, mas quando desenvolvem a doença podem apresentar os seguintes sintomas:

Apatia (desânimo, fraqueza, sonolência);

Perda de apetite;

Emagrecimento rápido;

Feridas na pele, principalmente no focinho, orelhas, articulações e cauda (que demoram a cicatrizar);

Pelos opacos, descamação e perda de pelos;

Crescimento anormal das unhas (onicogrifose) com o avanço da doença;

Aumento abdominal (“barriga inchada” pelo aumento do fígado e do baço);

Problemas oculares (olho vermelho, secreção ocular);

Diarreia, vômito e sangramento intestinal.



Diagnóstico

Ainda não existe um método de diagnóstico que seja 100% específico para identificação da Leishmaniose visceral canina. Porém, a associação dos vários métodos disponíveis permite a obtenção de diagnósticos com boa sensibilidade e especificidade. Ao observar que seu animal está com sintomas que podem ser indicativos de Leishmaniose, é importante que você consulte um veterinário de sua confiança o mais rápido possível.

O diagnóstico da Leishmaniose é complexo e requer a realização de vários exames laboratoriais associados ao exame clínico para se chegar a um resultado definitivo. Geralmente, são realizados exames iniciais de triagem, chamados exames sorológicos (ELISA e RIFI) e depois devem ser solicitados os exames parasitológicos ou moleculares para confirmar a infecção. Não existem métodos de diagnóstico que sejam 100% confiáveis.

Portanto, recomenda-se:

Utilizar sempre mais de um método diagnóstico durante o exame de um animal suspeito de estar com Leishmaniose visceral canina, pois o uso isolado de determinada técnica pode dar margem à ocorrência de falsos negativos ou falsos positivos.

Peça ao veterinário que acompanhe a etapa de coleta do material para garantir que a mostra seja adequadamente coletada e conservada, e que seja enviada a um laboratório credenciado e de confiança.

Sempre realizar um exame parasitológico ou molecular para confirmar a infecção.

Como você pode ajudar?
Como a Leishmaniose visceral canina é uma doença grave e seu tratamento é complexo, a prevenção é a estratégia mais recomendada para o controle dessa doença.

O controle do inseto transmissor é considerado a melhor opção na luta contra a doença, segundo a Fundação Nacional da Saúde.

Cuidado com áreas de potencial contágio
Os donos dos cães devem observar alguns cuidados em áreas úmidas ou de decomposição de lixo:

Evitar acúmulos de lixo no quintal e descartar o lixo adequadamente: é uma maneira de contribuir para a saúde do meio ambiente e ao mesmo tempo evitar a proliferação dos mosquitos.

Manter o ambiente do cão, o quintal ou a varanda sempre limpos, livre de fezes e acúmulo de restos de alimentos e folhagens.

Manter a grama e o mato sempre cortados, com retirada de entulhos e lixo, evitando a formação de uma fonte de umidade e de matéria orgânica em decomposição.

Utilizar spray repelentes ou inseticidas ou cultivar plantas com ação repelente, como a citronela ou neem, no ambiente.

Medidas para proteger o seu cão da leishmaniose visceral canina
Vacine o seu cão anualmente com vacinas específicas para a Leishmaniose. Atualmente existem duas vacinas licenciadas pelo MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: a Leishtec® e a Leishmune®

Utilize coleiras impregnadas com inseticidas (Scalibor®: trocar a cada seis meses) ou produtos spot on (solução em gotas aplicadas topicamente) de ação prolongada, que devem ser reaplicados a cada mês, inclusive ao transportar os animais para outras regiões

Evite passeios com o seu cão no final da tarde e início da noite, que é o horário de maior atividade do mosquito palha

Use telas de malha bem fina no canil ou na casinha do cachorro, nas portas e janelas de sua casa

Utilize plantas com ação repelente a mosquitos (como citronela e neem)

Manter o abrigo do seu cão sempre limpo, sem fezes ou restos de alimento.

Conheça a legislação sobre Leishmanioses
PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.426, DE 11 DE JULHO DE 2008, que proíbe o tratamento de leishmaniose visceral canina com produtos de uso humano ou não registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

DECRETO Nº 51.838, DE 14 DE MARÇO DE 1963, que baixa normas técnicas especiais para o combate às leishmanioses.

Faça o download do folder e divulgue para os seus amigos todas as recomendações e esclarecimentos sobre a Leishmaniose visceral canina. >>

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

24/02/2011 - 08:42:55

Leishmaniose
Secretaria de Saúde realiza Fórum sobre Leishmaniose na sexta-feira
Evento terá parceria da Unimar e apoio do Conselho Regional de Medicina Veterinária


A Secretaria Municipal de Saúde, realiza nesta sexta-feira, o Fórum sobre Leishmaniose. O evento, que acontece a partir das 8 horas, no salão nobre das Faculdades Faccat, terá parceria da Universidade de Marília e apoio do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo.

As inscrições para o evento, que é direcionado para os profissionais da saúde, já foram encerradas, totalizando cerca de 300 inscritos. Além dos profissionais da área, fórum contará com a presença de autoridades municipais e de representantes do Conselho Regional de Medicina Veterinária, incluindo o presidente da entidade, Francisco Cavalcanti de Almeida e o delegado regional e coordenador dos cursos de Zootecnia e Medicina Veterinária da Universidade de Marília (Unimar), Fábio Manhoso.

O Fórum é uma das ações previstas no Plano de Combate à Leishmaniose, definido no início de janeiro com objetivo de combater e evitar a disseminação da doença no município. No ano passado a Secretaria Municipal de Saúde registrou 20 casos de leishmaniose animal em Tupã.

De acordo com a programação divulgada no final da tarde de ontem, a abertura do evento está prevista para as 8 horas. Às 8h30, será realizada a primeira palestra do dia, com a professora Elma Pereira dos Santos Polegato (UNIMAR/CRMV-SP), que abordará o tema “Leishmaniose: A Doença no Homem e no Animal”.

Em seguida, às 9h30 serão discutidas “Técnicas de Diagnóstico na Leishmaniose Canina”, com o professor Alessandre Hataka (UNIMAR/CRMV-SP). Entre as 10h30 e 11 horas haverá intervalo e as atividades serão retomadas às 11 horas com a palestra “Epidemiologia da Leishmaniose Canina no Estado de São Paulo”, que será ministrada pela especialista Luciana Hardt Gomes (CRMV/SP).

Ainda de acordo com a programação, haverá pausa para almoço das 12 às 14 horas e em seguida o fórum será retomado com o professor Silvio Arruda Vasconcellos (USP/CRMV-SP), que falará sobre o tema “A importância da Medicina Veterinária no Controle da Leishmaniose e seus Aspectos Éticos”.

A série de palestras continua com “Ações do Município de Tupã no Controle da Leishmaniose”, que será apresentada por representante da Secretaria Municipal da Saúde. Às 16 horas acontecerá novo intervalo e em seguida, às 16h30 será aberto espaço para debates e discussões. O evento está previsto para ser encerrado às 17h30.

Outras ações

Além do Fórum de Leishmaniose, que pretende atualizar o conhecimento dos profissionais da saúde com relação ao perfil da doença, a epidemiologia da leishmaniose no Estado de São Paulo; a importância do médico veterinário e o aspecto ético que envolve o profissional; a Secretaria Municipal de Saúde vem desenvolvendo outras ações para combater a doença.

O Plano de Combate à Leishmaniose inclui ainda capacitação da equipe técnica. Através de parceria com a Unimar e o Conselho Regional de Medicina Veterinária, todos os agentes que atuam na área de zoonoses tiveram a oportunidade de atualizar os conhecimentos tanto na parte teórica quanto prática, envolvendo conceitos básicos, desde a maneira correta de se conter o animal, passando pela aplicação de medicamentos e coleta de sangue para análise.

As ações da Secretaria Municipal de Saúde devem incluir ainda a realização do mutirão de castração, que será realizado ainda neste primeiro semestre e a conscientização da população sobre a responsabilidade de cada morador no combate à leishmaniose, doença que pode ser fatal.
O objetivo do Plano de Combate à Leishmaniose é mobilizar toda a sociedade no combate à doença, mobilizando não só o poder público, mas também as associações de classe, iniciativa privada e principalmente a população.

A exemplo da dengue, a maior responsabilidade no combate à leishmaniose cabe à população, já que somente com o envolvimento dos moradores é que será possível acabar com o mosquito transmissor da doença. Sem o mosquito Palha ou Birigui, que já está sendo encontrado na cidade, não há possibilidade de contaminação dos animais e consequentemente contaminação em humanos.

Criança de nove meses morre com suspeita de leishmaniose

4/02/11 - 8h - Criança de nove meses morre com suspeita de leishmaniose em Montes Claros

Uma criança de nove meses morreu na madrugada de hoje com suspeita de leishmaniose. O menino estava internado no Hospital Universitário. A informação foi confirmada pela mãe da criança, Pamela Andressa.
Segundo a mãe, o menino foi internado na última sexta-feira e ficou em coma nesse período. Pamela suspeita que o filho tenha contraído a doença na casa onde eles moravam, porque lá existiam dois cães.


GOSTARIA DE LEMBRAR AOS LEITORES QUE O "CÃO" É A MAIOR VÍTIMA ELE NÃO É O "VILÃO".

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Salve o seu fiel AMIGO, ENCOLEIRE O SEU CÃO!!


Os cães soro positivo, são levados para os centros de Zoonozes e são sacrificados. Nossos pobres e indefesos amigos tem que ser protegidos.
Cabe a nós termos essa consciência.

Levante essa bandeira. Diga não a leishmaniose e NÃO A MATANÇA DOS CÃES.

Já passei porisso, e enquanto o exame de sangue não chega e dá negativo vc perde totalmente o encanto pela vida, é como um filho. E os cães que estão a solta, sem donos. Temos que tomar providências, cobrar das autoridades.

Para mim a única e mais eficaz maneira, indolor e FUNCIONA MESMO.


PORQUE ENCOLEIRAR OS CÃES







SAIBA MAIS SOBRE A COLEIRA

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Leishmaniose já atingiu 460 animais em Venceslau

ESCRITO POR FÁBIO RODRIGO PEREIRA
Sáb, 19 de Fevereiro de 2011 13:17


O registro de contaminação de animais acontece deste o ano passadoCriança de 7 anos é caso suspeito de contaminação
A contaminação por leishmaniose já foi diagnosticada em 460 animais em Presidente Venceslau. Deste total, 181 foram eutanasiados. Um caso suspeito de contaminação em humano aguarda resultado de exames. O paciente é uma menina de sete anos de idade, que está em tratamento. Em 2010, o município teve confirmado um caso de leishmaniose em humano.

Segundo o médico veterinário da Vigilância Epidemiológica Municipal, Paulo Soares de Almeida, o registro de contaminação de animais acontece desde o ano passado. “Os trabalhos de combate e prevenção à leishmaniose começaram em 2008. A cada ano é realizada varredura em todos os domicílios da cidade para se averiguar casos suspeitos”, explica.

“Com este trabalho de varredura os casos suspeitos foram aparecendo. Na cidade, há presença do mosquito transmissor (palha) em todos os bairros, por isso é imprescindível a colaboração da população para se combater a proliferação deste inseto”, afirma.

Com o mais recente caso suspeito de contaminação em humano, localizado na Vila Luiza, foi realizada vistoria em todas as residências e manejo ambiental. Se confirmada a contaminação da doença, será executada a borrifação de produto para eliminação do mosquito transmissor em um raio de 200 metros da residência.

Almeida informa ainda que os trabalhos de prevenção a leishmaniose e outras doenças serão reforçados com a criação do Centro de Controle de Zoonoses no município. Um projeto de lei de autoria do Executivo deve ser encaminhado, com este objetivo, para apreciação da Câmara Municipal. “Dessa forma teremos maior atuação, como a apreensão de animais”, conta.

Retirado do Blog do Jornal Integração.

Link sobre matéria Leishmaniose em Minas

http://www.alterosa.com.br/html/noticia_interna,id_sessao=9&id_noticia=49233/noticia_interna.shtml

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Últimas Notícias

Regional - 18/02/2011 - 09:30
No interior, CCZ inicia triagem do transmissor de leishmaniose


Em Dourados, diante dos casos de leishmaniose visceral canina registrados em municipio, o Centro de Controle de Zoonoses, em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde, iniciou, na ultima terça-feira (15), o trabalho de triagem e identificação do vetor responsável pela transmissão da doença. Estão sendo instaladas armadilhas luminosas, tipo CDC, em residências com animais infectados. O objetivo é monitorar o desenvolvimento do inseto transmissor da doença, o mosquito conhecido como flebotomíneo.


As armadilhas são instaladas no início da noite e retiradas ao amanhecer, durante três dias consecutivos em cada residência. As casas são pré-estabelecidas. No final da tarde, a aparelhagem é instalada, e, no outro dia cedo, a equipe retira a armadilha, faz a raspagem e coleta os insetos capturados. A partir daí é feita a triagem e a identificação do inseto.


Sendo realizada em diversos pontos da cidade, a instalação das armadilhas deve durar pouco mais de um mês. Já o procedimento de triagem e identificação será feito no periodo de dois meses.


A identificação é fundamental para determinar o controle da doença. A preocupação, é que, além dos cães, o ser humano também pode ser infectado.
Uma das ações de extermínio do mosquito é a pulverização de inseticidas em todas as áreas da residência. Esta medida é adotada apenas em último caso, pois diferente do fumacê, que é feito na rua, a aplicação de inseticida é dentro das casas.


Vale lembrar que a prevenção da doença depende também da população, já que o inseto se prolifera em lixos orgânicos. Para evitar a infestação do flebotomíneo, a população deve ficar atenta à higiene de quintal. É preciso manter limpo o local em que o cão é mantido e principalmente quem tem galinheiro e chiqueiro, pois o inseto se alimenta do sangue destes animais. Quintais com árvores frutíferas exigem muita atenção, pois frutas como manga, abacate, goiaba, que caem e ficam no chão apodrecendo, são atrativos para o transmissor da leishmaniose, assim como as folhas. Tudo o que é lixo orgânico é propício para o desenvolvimento do inseto.(Com informações do Dourados Agora).