Grande Otelo

Grande Otelo
Tela feita pelo grafiteiro CRÂNIO, em apoio à campanha.

Apoio de várias celebridades

Apoio de várias celebridades
Hebe Camargo num lambeselinho em Grande Otelo, mascote da campanha.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Votuporanga encoleira cães....Todas as cidades deveriam seguir o exemplo...Ministério da Saúde tem esse projeto disponível à todas as cidades.

Leiam a matéria e saibam mais locais.
Em três dias, Projeto encoleira cerca de mil cães contra a leishmaniose
Cães da zona norte serão encoleirados até o próximo dia 14; moradores das demais regiões da cidade devem ficar atentos quanto as datas, locais e horários de funcionamento dos postos


Começou nesta segunda-feira, dia 03, a ação que pretende encoleirar todos os cães do município, com coleiras repelentes à base de deltametrina 4%, para o controle da leishmaniose visceral.

Até agora, cerca de 1 mil cães foram encoleirados nos postos instalados na zona norte. Para o veterinário da Secretaria de Saúde, Élcio Sanchez Estevez Júnior, a procura pela coleira tem superado as expectativas. “Os moradores da zona norte tem aderido à campanha, o que nos deixa bastante satisfeitos. A leishmaniose é uma doença que pode matar; nossa maior preocupação é zelar pela saúde da população e dos cães sadios” – destaca Júnior.

Pontos de encoleiramento permanecerão montados no bairro Pozzobon, Parque das Nações, Pró-Povo e Residencial Prado e Colinas, até o próximo dia 14. Portanto, os moradores que já foram cadastrados durante o censo canino, deverão levar seus cães para serem encoleirados em um dos postos, das 08h às 13h. Os cães que forem encaminhados após este horário, não serão atendidos.

A apresentação da carteira de identificação do cão é obrigatória para o encoleiramento. O morador deve procurar um dos postos de encoleiramento do SEU BAIRRO, conforme programação a seguir:

Postos Zona Norte:

Segue a localização dos postos de encoleiramento da zona norte que estão em funcionamento:

- Mini-hospital “Fortunata Germano Pozzobon”

R. Antônio Serafim Queiroz nº 2395



- Ginásio Mário Covas

R. Sebastião Lima Braga nº 3010



- Unidade de Saúde “Daniele Cristina Lamana” – Parque das Nações

R. Eduardo Morini Bortoloti nº 1951

- Antigo prédio da Unidade de Saúde “Dr. Martiniano Salgado” – Pró Povo

R. Vergílio Moreti nº 2191

*Sábado, dia 08 de fevereiro, o encoleiramento será no Ginásio Mário Covas, das 07h30 às 12h.

Demais Postos de Encoleiramento:

Seguem as datas, horários e locais em que os demais postos serão montados:

Data: 17 de Fevereiro a 21 de Fevereiro

Horário: 8h às 13h

Quiosque da Praça do Monte Verde e Residencial Noroeste

Clube de Mães - Cecap II

Tiro de Guerra

Praça Aureliano

*Sábado, dia 15 de fevereiro, o encoleiramento será disponibilizado no Tiro de Guerra, das 07h30 às 12h.

Data: 24 de Fevereiro a 28 de Fevereiro

Horário: 8h às 13h

Unidade de Saúde “Dr. Walter Eleutério Rodrigues” – São Cosme

Ginásio CSU “Jane Maria de Lacerda Soares”

Consultório Municipal “Dr. Jerônimo Figueira da Costa Neto” – Jardim Marin

Escritório Poloeste – Portal do Sol

*Sábado, dia 22 de fevereiro, os postos de encoleiramento estarão no Consultório Municipal “Dr. Jerônimo Figueira da Costa Neto” – Jardim Marin, na Vila Carvalho e no distrito de Simonsen, das 07h30 às 12h.



Data: 10 de Março a 14 de Março

Horário: 8h às 13h

Espaço Empresarial “David Mendonça Pontes” – Estação

Praça Bezerra de Menezes – Cidade Nova

Antiga Paraty Veículos – Rua: Ponta Porã nº 3460, Santa Luzia

Vigilância Ambiental – Rua: Santa Catarina nº 3935, Patrimônio Velho

*Sábado, dia 15 de março, o encoleiramento será disponibilizado no Espaço Empresarial e Vigilância Ambiental, das 07h30 às 12h.

Indicações sobre uso correto da coleira:

- Não dar banho ou tosar o cão antes de levá-lo para o encoleiramento. Após a tosa, aguardar 48 horas para colocar a coleira;

- Não é necessário retirar a coleira para o banho;

- Cães menores de três meses de vida não devem ser levados para os postos para serem encoleirados;

- Gatos e outros pets NÃO podem usar a coleira.

Para ingestão acidental da coleira ou dúvidas e informações relacionadas ao uso do produto, deve-se entrar em contato pelo 0800-70 70 512 (MSD Saúde Animal).

Projeto:

Esta ação está sendo desenvolvida por meio de uma subvenção do Ministério da Saúde, de aproximadamente R$ 2,5 milhões; verba garantida ao município pelo cumprimento as ações pautadas pelo MS no controle à leishmaniose.

Enfermeiros e agentes comunitários de saúde e agentes de vetores receberam treinamento para a realização das ações.

Mais esclarecimentos sobre o projeto de encoleiramento, podem ser obtidos em todas Unidades de Saúde do município.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Boas Notícias.....Leishmaniose tem cura!!

Ótimas notícias e os argumentos exposto na matéria "Novas soluções para uma velha conhecida", endossa a tese desenvolvida nos meus trabalhos de que o cão é passivo e protetor do homem, pois é isso que se colhe da seguinte passagem: Lima explica que os cães funcionam como ‘animais-sentinela’. “Quando eles passam a apresentar sintomas característicos da doença, casos em humanos logo começam a aparecer”, afirma".  E, acaba, também, por referendar a tese de que “O sacrifício dos animais infectados era, até pouco tempo atrás, uma prática comum autorizada pela legislação brasileira”. Segundo Lima, a medida não é efetiva justamente por não combater diretamente o real causador da leishmaniose. “A doença está em expansão no Brasil e o método de controle ainda é falho” . E, vai mais além à estudiosa, ao afirmar que “Tratar os animais é um dos passos para a diminuição do número de casos de leishmaniose, considerada pela OMS uma doença negligenciada”, reforçando o que predicamos nos processos em nossa matéria intitulada “A distância asséptica e pragmática do CFMV quando defende a ilegalidade do tratamento da leishmaniose”
Cidades

Diamantino desenvolve pesquisa de campo contra leishmaniose visceral
22/01/2014 - 15h51  
Da Redação
A Secretaria Municipal de Saúde e Vigilância Sanitária de Diamantino realiza em parceria com o Escritório Regional de Saúde (ERS) pesquisa de campo sobre a leishmaniose visceral, também conhecida como calazar, esplenomegalia tropical e febre dundun, é uma doença causada pelo protozoário tripanossomatídeo Leishmania chagasi.
A leishmaniose visceral é transmitida por vetores da espécie Lutzomia longipalpis e L. cruzi; mosquitos de tamanho diminuto e de cor clara, que vivem em ambientes escuros, úmidos e com acúmulo de lixo orgânico, como, por exemplo, galinheiros. Suas fêmeas se alimentam de sangue, preferencialmente ao fim da tarde, para o desenvolvimento de seus ovos.
De acordo com o técnico em vigilância ambiental do ERS José Rodrigues Nogueira, em Diamantino não foi notificado nenhum caso de leishmaniose visceral em humanos, somente em cães. Em parceria, a Secretaria Municipal de Saúde segue com o controle da proliferação do mosquito. Armadilhas luminosas são instaladas em locais mapeados pela Secretaria para o estudo e eliminação dos vetores.
“A Secretaria de Estado de Saúde entra com a parte técnica e material e o município também faz o acompanhamento técnico dos agentes de saúde na elaboração dos trabalhos de campo”, afirmou Nogueira.
A escolha das áreas da pesquisa é feita mediante o levantamento do inquérito canino realizado no ano anterior. Pela incidência de cães com leishmaniose visceral são selecionadas as residências pesquisadas. “No acúmulo de matéria orgânica é que está o local preferencial para o vetor desenvolver suas larvas. É importante recolher esses materiais orgânicos (folhas, lixo, galhos)”, alertou.
O agente de saúde de endemias Urbano Rodrigues Fontes, da Secretaria Municipal de Saúde de Diamantino, acompanhou o recolhimento das armadilhas luminosas na manhã desta quarta-feira (22.01).

http://www.gaz.com.br/_conteudo/2014/01/noticias/regional/11775-aumenta-a-procura-por-vacina-de-leishmaniose-em-santa-cruz.htm


22/01/2014 - 19h27

Aumenta a procura por vacina de leishmaniose em Santa Cruz

Clinicas que tiveram doses esgotadas aguardam por novas remessas e fazem lista de espera
Foto: Sabrina Rodrigues
Notícias Relacionadas

22/01/2014 - 19h27
Número de casos de Leishmaniose aumenta em SCS 
As clinicas veterinárias de Santa Cruz do Sul receberam um aumento consideravel na procura por vacinas contra a leishmaniose visceral canina. Diversos locais chegaram a ficar sem doses e até os que ainda têm lotes disponíveis já estão encomendando novas remessas com o fornecedor. A imunização começou a ganhar peso após a matéria publicada na Gazeta do Sul no dia 13 de janeiro, quando foi abordado o crescimento de casos de cães com a doença na região.

Para a veterinária Karina Knak, que ainda tem algumas doses da leishmune para vacinar cães, é uma ótima notícia a maior procura pela proteção dos animais. “O crescimento da leishmaniose em Santa Cruz nos preocupa. As pessoas, imunizando seus cachorros, podem ajudar a impedir este alarmante fato”, afirma. Ela conta ter vacinado oito cães na última semana.

Na tarde desta quarta-feira, 22, foi a vez do pequeno Johnny, um shih tzu de dois anos. Após essa vacina, o cão ainda terá que ir a clinica mais duas vezes para receber outra dose. “São três doses, uma a cada 21 dias. Após isso, o cachorro está livre da doença, sendo necessário apenas um reforço anual da vacina”, explica. Porém, Karina ressalta que os donos devem abusar de repelentes, já que a Leishmune só faz efeito após o animal ser vacinado pela terceira vez.

Outras clinicas que estão sem vacina fazem listas de espera e estimam que até o fim da semana ou na semana que vem devam estar com as novas remessas. A veterinária Heloísa Teichmann ressalta que não existe motivos para que a população entre em pânico. “O mosquito está na cidade e é só necessário cuidado para evitar que o animal seja contaminado. Todos receberão as vacinas e, até lá, o importante é usar repelentes”, 

domingo, 19 de janeiro de 2014

Crianças são disgnosticadas tardiamente com leishmaniose - Região de Petrolina

Petrolina e Região Leishmaniose pode ser apresentada por duas maneiras nos humanos Visceral e tegumentar são os dois tipos da Leishmaniose. Especialistas explicam como identificar as doenças.
Criança de seis meses diagnosticada com calazar está internada no IMIP Dom Malan em Petrolina (Foto: Carol Souza/ G1)
Os casos de leishmaniose em crianças de Nova Descoberta, distrito de Petrolina , no Sertão de Pernambuco, foram identificados, além do exame de sangue, pelos sintomas. As duas crianças, de seis meses e dois anos, que estavam internadas no Hospital Imip Dom Malan com a doença, apresentaram o quadro de leishmaniose visceral, em que é percebido aumento do baço e fígado, febre prolongada e anemia intensa, pois é possível que a vítima apresente sangramento, como explica a pediatra Anaísa Soares. “Percebemos este tipo mais em crianças menores de cinco anos, pois elas têm imunidade baixa e as vísceras são mais fáceis de atacar.”, explicou a pediatra.
Além da leishmaniose visceral, conhecida popularmente como calazar’, a doença também se manifesta na forma cutânea ou tegumentar. A dermatologista Ana Catarina Mota esclarece que este outro tipo tem como principal indício uma ferida arredondada com borda bastante alta, às vezes dolorida e que pode aumentar de tamanho. Os locais mais comuns em que a leishmaniose tegumentar se apresenta são nos membros superiores, inferiores e na face. “Pode começar com um caroço vermelho e depois se transformar em úlcera, bem característico pela borda alta e amarelado no centro da ferida”, ressaltou.
A dermatologista explica ainda que o diagnóstico pode ser feito através de exame com uma raspagem da lesão e análise com biópsia.  A médica Ana Catarina afirma que ainda não atendeu nenhum paciente com a doença em Petrolina, mas na cidade vizinha de Juazeiro-BA, já foram atendidos pelo menos dois casos da leishmaniose tegumentar.
“A doença, transmitida pelo mosquito-palha infectado, não é contagiosa entre os humanos”, ressalta a dermatologista. O diagnóstico precisa fez feito o quanto antes para que a doença não se agrave. “Caso a ferida não seja tratada, pode infeccionar e a depender do estado do paciente, levar à morte”, disse a dermatologista.
Ainda não há vacina contra a leishmaniose e a pediatra revela que, mesmo com o tratamento, o número de vítimas do ‘calazar’ ainda é considerado alto. “O que está nos deixando espantado é que a mortalidade só aumenta. São crianças que chegam ao hospital com diagnóstico tardio”, lamenta a pediatra.