Grande Otelo

Grande Otelo
Tela feita pelo grafiteiro CRÂNIO, em apoio à campanha.

Apoio de várias celebridades

Apoio de várias celebridades
Hebe Camargo num lambeselinho em Grande Otelo, mascote da campanha.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

HOJE Lançamento Calendário Celebridade Vira Lata


Hoje lançamento do Calendário Celebridade Vira Lata. Fotos lindas de Lionel Falcon parceiro da campanha.

MANIFESTO VIRA-LATA

Todo cachorro tem o direito de ser amado, cuidado e respeitado.
Ser ou não ser de uma raça definida nunca fez diferença no amor, no carinho, na proteção e na fidelidade que um cachorro tem pelas pessoas que o cercam.

Um cachorro desperta em nós valores e emoções que, muitas vezes, deixamos de lado com o passar do tempo. Sorrir por qualquer bobagem, dar um abraço pelo simples prazer de abraçar quem a gente gosta, brincar de coisas simples, como jogar uma bolinha ou correr pelo parque.

Quem tem um cachorro sabe, nunca está sozinho.

Mais do que um grande companheiro, o cachorro nos presenteia diariamente com proteção pessoal e espiritual, capaz até de espantar a tristeza.
Um amor genuíno e incondicional de alguém que vai nos ser fiel durante toda a vida. Um verdadeiro voto de felicidade.

Se um cachorro é capaz de fazer tudo isso independentemente da raça, cor, porte, pelagem e até mesmo latido, porque o ser humano deveria fazer diferença entre eles?

Todo cachorro merece ser bem tratado e admirado. Sempre.

Viva o cachorro vira-lata!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Notícias de Bauru

Bauru registra mais de 20 casos de leishmaniose
Município confirma dois óbitos decorrentes da doença

Aplicação de inseticida é uma forma de se combater o mosquito vetor (Ministério da Saúde)


Por - Regiane Folter

A Secretaria de Saúde já totaliza 22 casos de leishmaniose e duas mortes por causa da doença em Bauru. A leishmaniose é causada por espécies do protozoário Leishmania e pode ser Visceral, também chamada de barriga d’água e que afeta órgãos internos, e Tegumentar Americana, que afeta a pele e mucosas, como nariz e boca. Segundo o biólogo James Venturini, o tipo Visceral é o que tem causado mortes na região de Bauru.
A Visceral causa sintomas como febre, palidez e aumento do fígado e/ou baço. A doença é transmitida através de picadas de insetos infectados, os mosquitos-palha. A gravidade da doença está relacionada com a imunidade que a pessoa possui contra microorganismos e, se não tratada, o risco de morte é alto.
Eliminar água parada, fazer a limpeza de quintais e terrenos, usar repelentes e mosquiteiros em locais de grande incidência do mosquito-palha, manter limpo o abrigo de animais domésticos e descartar corretamente o lixo são eficazes para prevenir a doença. James alerta para a necessidade de se procurar auxílio médico ao perceber algum sintoma. “É de fundamental importância procurar uma unidade de saúde para, além de diagnosticar e tratar, fazer a notificação junto aos órgãos de vigilância sanitária”, reforça.
A Divisão de Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde afirma que trabalha para evitar que um surto ocorra na cidade através da limpeza de terrenos e a conscientização da população. Enquanto a limpeza de terrenos e calçadas públicos é realizada periodicamente pelas Secretarias de Obra, Meio Ambiente e Emdurb, há uma fiscalização em terrenos particulares e, se a falta de limpeza for constatada, o responsável é notificado e pode pagar multa de até R$ 3500,00 se não cumprir as determinações.

Notícias de Jales

40% dos cães de Jales estão com Leishmaniose, segundo Secretaria Municipal de Saúde
“Quando o cão é submetido ao exame pela secretaria e apresenta resultado positivo, o mesmo é sacrificado”.



Graziela Prates, responsável pelo setor de zoonoses da Secretaria Municipal de Saúde, confirmou, hoje, ao Portal Mais Interativa, que 40 % dos cães da cidade estão com Leishmaniose. “Quando o cão é submetido ao exame pela secretaria e apresenta resultado positivo, o mesmo é sacrificado”, informou.
Segundo informações da secretaria, aconteceu um caso de óbito, no Jardim Paraíso. O dono do animal, João Antonio Teixeira fez o exame de seu animal numa clínica particular e optou por tratar o animal. Somente depois da morte do dono do animal, a família comunicou à secretaria e o animal foi então morto.

domingo, 2 de outubro de 2011

LEISHMANIOSE, DOENÇA NEGLIGENCIADA

A leishmaniose é uma zoonose (doença dos animais que pode ser transmitida ao homem), causada por um protozoário parasita chamado Leishmania. Os animais infectados através da picada de mosquitos flebotomíneos podem ser cães, roedores e os próprios humanos.

A leishmaniose é uma doença difundida mundialmente, presente em 88 países, encontrada em áreas tropicais e subtropicais da Ásia, África e América do Sul, com uma estimativa de mais de dois milhões de novos casos a cada ano, segundo dados da Organização Mundial de Saúde.

Na América Latina, ela já foi detectada em 12 países e, destes, cerca de 90% dos casos acontecem no Brasil, onde foram notificados, no período de 1990 a 2007, 561.673 casos de leishmanioses, sendo 508.193 (90,5%) casos de leishmaniose tegumentar, também conhecida como úlcera de Bauru, e 53.480 (9,5%) casos de leishmaniose visceral, popularmente chamada de calazar, que é a forma mais severa da doença com acometimento de órgãos como fígado, baço e a medula óssea.

Em 2010, no estado do Ceará, foram notificados 1.027 casos de leishmaniose tegumentar e 527 casos de Leishmaniose visceral, com incidência de 6,9 casos/100 mil habitantes e letalidade de 12%.

Nos últimos anos observou-se tanto o surgimento de novas áreas endêmicas como também a expansão da doença naquelas já existentes. No Brasil, novos casos foram descritos não apenas em zonas rurais, mas também em regiões peri-urbanas e urbanas. A expansão geográfica das áreas de transmissão se deve tanto ao fluxo constante de indivíduos entre regiões endêmicas e centros urbanos, como também ao desmatamento e urbanização não planejada.

O aumento do número de casos de leishmaniose em pacientes imunodeprimidos, principalmente usuários de drogas injetáveis e portadores do vírus da aids tem favorecido a expansão da doença em áreas urbanas.

A leishmaniose é considerada uma das doenças negligenciadas que, por serem típicas de regiões de baixa renda, não despertam o interesse das indústrias farmacêuticas para o desenvolvimento de novos medicamentos.

Portanto, o investimento em pesquisas para o desenvolvimento de ferramentas adequadas para o diagnóstico e tratamento de doenças como leishmaniose, malária, dengue, febre amarela entre outras, ficam a cargo de instituições filantrópicas (54%), e públicas (41%), que não conseguem, na maioria das vezes, dar continuidade a esses investimentos por muito tempo.

Atualmente as técnicas disponíveis para o diagnóstico e tratamento da leishmaniose ainda não apresentam a eficácia e aplicabilidade desejadas, embora relevantes avanços tenham sido alcançados com as pesquisas de novos testes diagnósticos e drogas terapêuticas. As medidas implementadas para o controle da doença mostraram-se incapazes de eliminar a transmissão e impedir a ocorrência de novas epidemias.

Portanto apenas investimentos que valorizem e incentivem pesquisas aplicadas ao combate a leishmaniose, como desenvolvimento de novas drogas e técnicas de diagnósticos eficientes, controle dos vetores (mosquito flebotómos), através de pulverizações ambientais sistemáticas; estudo epidemiológico da doença nas regiões endêmicas; treinamento e capacitação de mão-de-obra técnica e profissional; elaboração de legislação sanitária estadual específica sobre a leishmaniose; informes educativos à população; e melhorias no sistema de diagnóstico e cruzamento de dados em nível nacional e internacional, poderiam permitir o fim dessa doença que acomete centenas de pessoas em áreas carentes do Brasil e no mundo.

Alessandro Taunay Rodrigues biólogo, mestre em bioquímica pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp) e doutor em biologia molecular pela Universidade de São Paulo (USP).

http://www.opovo.com.br/app/opovo/cienciaesaude/2011/10/01/noticiacienciaesaudejornal,2307714/leishmaniose-doenca-negligenciada.shtml

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Presidentes Prudente - Sem condições de fazer exames para detectar a leishmaniose

A falta do reagente usado para fazer a identificação da leishmaniose provocou a suspenção do exame em todo o Brasil. Em Prudente, a coleta de sangue só é feita em animais cujos donos já haviam recebido em casa uma notificação.

“São pessoas que anteriormente tinham se negado ou por algum motivo não receberam a notificação. Elas estão trazendo os animais ao Centro [de Zoonoses], num período de 30 dias, para a coleta de sangue”, explica o coordenador do Centro de Zoonoses, o veterinário Célio Nereu Soares.

As equipes de trabalho da zoonoses de Prudente agora fazem apenas o cadastramento dos animais. O laboratório que acabou de ser montado para fazer o exame que detecta a doença também está sem função.

Os exames são feitos no laboratório do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Sem o reagente, todos os testes deixaram de ser feitos. Muitas amostras de soro, extraído do sangue coletado dos animais antes da suspenção, nem foram enviadas para a Capital e agora estão congeladas.

Só este ano, Presidente Prudente já registrou 35 casos de leishmaniose em cães, 24 autóctones, ou seja, contraídos na própria cidade, e 11 importados. “Quando saía o resultado, nós confirmávamos, buscávamos o animal e eutanasiávamos para retirar o foco que poderia contaminar outros mosquitos. Com a suspensão, ficamos de mãos atadas e não sabemos como ficará a situação daqui para frente”, comenta Soares.

A orientação às pessoas que suspeitarem que seu cão esteja com sintomas da doença é levar o animal ao Centro de Zoonoses. Dependendo da situação, será feita a coleta de sangue para outros tipos de exames. Outra opção é levar a um veterinário para que o profissional faça o diagnóstico da leishmaniose.

Dicas de saúde - BVS - M

Leishmaniose

Doença infecciosa, porém, não contagiosa, causada por parasitas do gênero Leishmania. Os parasitas vivem e se multiplicam no interior das células que fazem parte do sistema de defesa do indivíduo, chamadas macrófagos. Há dois tipos de leishmaniose: leishmaniose tegumentar ou cutânea e a leishmaniose visceral ou calazar. A leishmaniose tegumentar caracteriza-se por feridas na pele que se localizam com maior freqüência nas partes descobertas do corpo. Tardiamente, podem surgir feridas nas mucosas do nariz, da boca e da garganta. Essa forma de leishmaniose é conhecida como “ferida brava”. A leishmaniose visceral é uma doença sistêmica, pois, acomete vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea. Esse tipo de leishmaniose acomete essencialmente crianças de até dez anos; após esta idade se torna menos freqüente. É uma doença de evolução longa, podendo durar alguns meses ou até ultrapassar o período de um ano.

Transmissão:

A leishmaniose é transmitida por insetos hematófagos (que se alimentam de sangue) conhecidos como flebótomos ou flebotomíneos. Os flebótomos medem de 2 a 3 milímetros de comprimento e devido ao seu pequeno tamanho são capazes de atravessar as malhas dos mosquiteiros e telas. Apresentam cor amarelada ou acinzentada e suas asas permanecem abertas quando estão em repouso. Seus nomes variam de acordo com a localidade; os mais comuns são: mosquito palha, tatuquira, birigüi, cangalinha, asa branca, asa dura e palhinha. O mosquito palha ou asa branca é mais encontrado em lugares úmidos, escuros, onde existem muitas plantas.

As fontes de infecção das leishmanioses são, principalmente, os animais silvestres e os insetos flebotomíneos que abrigam o parasita em seu tubo digestivo, porém, o hospedeiro também pode ser o cão doméstico.

Na leishmaniose cutânea os animais silvestres que atuam como reservatórios são os roedores silvestres, tamanduás e preguiças. Na leishmaniose visceral a principal fonte de infecção é a raposa do campo.




Sintomas:

- Leishmaniose visceral: febre irregular, prolongada; anemia; indisposição; palidez da pele e ou das mucosas; falta de apetite; perda de peso; inchaço do abdômen devido ao aumento do fígado e do baço.
- Leishmaniose cutânea: duas a três semanas após a picada pelo flebótomo aparece uma pequena pápula (elevação da pele) avermelhada que vai aumentando de tamanho até formar uma ferida recoberta por crosta ou secreção purulenta. A doença também pode se manifestar como lesões inflamatórias nas mucosas do nariz ou da boca.

Prevenção:

- evitar construir casas e acampamentos em áreas muito próximas à mata;
- fazer dedetização, quando indicada pelas autoridades de saúde;
- evitar banhos de rio ou de igarapé, localizado perto da mata;
- utilizar repelentes na pele, quando estiver em matas de áreas onde há a doença;
- usar mosquiteiros para dormir;
- usar telas protetoras em janelas e portas;
- eliminar cães com diagnóstico positivo para leishmaniose visceral, para evitar o aparecimento de casos humanos.

Diagnóstico e Tratamento:

O diagnóstico da leishmaniose é realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais e, assim como o tratamento com medicamentos, deve ser cuidadosamente acompanhado por profissionais de saúde. Sua detecção e tratamento precoce devem ser prioritários, pois ela pode levar à morte.

II SEMINÁRIO SOBRE LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA
JALES - SÃO PAULO


Homens e animais juntos contra a Leishmaniose e a favor da vida


Local
Plenário “Pres. Tancredo Neves”- Câmara Municipal de Jales/SP
Rua Seis nº 2241, Centro, Jales

Data
11 de novembro de 2011 – sexta-feira das 8h às 18h

Informações e Inscrições
E-mail: leishjales@gmail.com
Telefone: 17-3632-2555

Entrada:
2 kg de ração
Vagas limitadas




Organização:
Comissão do Meio Ambiente da OAB/Jales
Associação Independente de Proteção e Bem Estar Animal de Jales
Veterinário Responsável:DR. IVAN CÁSSIO ALMEIDA DE ROSA – CRMV/SP 5683


Patrocinadores:
BAYER Health Care
FARMINA Pet Foods
HERTAPE CALIER Saúde Animal
MSD Saúde Animal
PFIZER Saúde Animal

Apoio:
ANCLIVEPA-Brasil
ARCA Brasil
BRASILEISH-Grupo de Estudos sobre leishmaniose Animal
Comissão do Meio Ambiente da OAB/Jales
Projeto Focinhos Gelados
Revista Clínica Veterinária
TECSA
UNIODONTO

7h30 às 8h - Credenciamento

8h às 8h15 - Abertura

8h15 às 9h15 –
Tema: “Aspectos da Infecção por Leishmania Infantum em Cães".
Dr. Fábio dos Santos Nogueira – Andradina/SP
Possui graduação em Medicina Veterinária pelo Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal (1993), mestrado em Clínica Veterinária pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho- UNESP- Botucatu (2003) e doutorado em Clínica Veterinária pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho- UNESP- Botucatu (2007). Atualmente é sócio- proprietário – Clínica Veterinária Mundo Animal e professor da Fundação Educacional de Andradina (FEA) no curso de Medicina Veterinária, na disciplina de Clínica Médica de Pequenos Animais. Tem experiência na área de Medicina Veterinária, com ênfase em Clínica Veterinária, atuando principalmente no seguinte tema: atendimento clínico de animais com Leishmaniose Visceral em áreas endêmicas.
Sócio Fundador do BRASILEISH - Grupo de Estudos em Leishmaniose Animal

9h15 às 9h45 –
Tema: Proteção Contra a Leishmaniose Visceral Canina: Leishmune®.
Palestrante: Dra Fabiana Farinello – Pfizer Saúde Animal
Médica Veterinária graduada pela Universidade de Espírito Santo do Pinhal, Mestre pela Unicamp, Coordenadora Técnica da linha de pequenos animais da Pfizer.

09h45 às 10h- Coffee Break

10h às 10h30 –
Tema: “Leishmaniose Visceral Canina – Como Enfrentar Esse Desafio?”
Palestrante: Dr. Andrei Nascimento – MSD Saúde Animal-
Médico Veterinário e Gerente Técnico da MSD Saúde Animal


10h30 às 11h30 –
Tema: "LVC: Revendo Paradigmas"
Palestrante: Dr. André Luis S. da Fonseca – Campo Grande/MS –
Possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Uberlândia (1984), mestrado em Imunologia das leishmanioses pela Universidade de São Paulo (1993), graduação em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2001), especialização em Direito Civil e Processual Civil pela Universidade Católica Dom Bosco de Campo Grande (2006). É professor da disciplina de Imunologia na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul desde 1991 (professor adjunto nível 4). Tem experiência na área de Imunologia Básica e Aplicada. Atuação como advogado pro Bono em causas ligadas a cidadania, meio ambiente e proteção aos animais. Membro da Comissão de Leishmanioses do CRMV/MS e da Comissão de Meio Ambiente da OAB/MS. Sócio Fundador do BRASILEISH - Grupo de Estudos sobre Leishmaniose Animal. Doutorando em Doenças Tropicais no Instituto de Medicina Tropical de São Paulo, sob a orientação da Profa. Dra. Hiro Goto, onde desenvolve tese intitulada Evolução da Leishmaniose Visceral: Raça Canina e Perfil Lipídico.

11h30 às 12h - Debates

12h às 13h30 - Almoço

13h30às 14h30 –
Tema: “Alterações Clínicas e Laboratoriais na Leishmaniose Visceral Canina”.
Palestrante: Dr. Paulo Tabanez-Brasília/DF
Médico Veterinário formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL)
Possui graduação em Clínica e Cirurgia de pequenos animais pelo Centro Regional Universitário de Espírito Santo do Pinhal-SP.
Mestre em Imunologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB). Diretor do Hospital Veterinário Prontovet(BSB) e Coordenador dos Departamentos de Oncologia e Infectologia.
Sócio Fundador do BRASILEISH - Grupo de Estudos sobre Leishmaniose Animal.

14h30 às 15h30 –
Tema: “Aspectos Jurídicos No Controle da LVC”
Palestrante: Dr. André Luis S. da Fonseca – Campo Grande /MS

15h30 às 15h45 - Coffee break

15h45 às 16h15 –
Tema: “Leish-Tec®- Estudo de fase III”
Palestrante: Dra Andréa Azzolini Gomes Castro – Hertape Calier
Médica Veterinária, formada pela Universidade Federal de Uberlândia, MBA em Gestão de Empresas e Negócios, Gerente Regional da linha Pet do Laboratório Hertape Calier Saúde Animal Ltda.

16h15 às 17h15 –
Tema: ”Leishmaniose humana: Aspectos Clínicos, Diagnóstico e Tratamento”
Palestrante: Dr. Adelson Mariano de Brito – Jales/SP
Médico da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Jales, Médico Apoiador do COSEMS - SP, Facilitador do Curso de Gestão de Redes do Hospital Sírio Libanês - SP, Coordenador Geral do SAMU 192 Regional Jales, Advogado Especialista em Direito Sanitário.

17h15- Início dos debates

18h - Encerramento