Grande Otelo

Grande Otelo
Tela feita pelo grafiteiro CRÂNIO, em apoio à campanha.

Apoio de várias celebridades

Apoio de várias celebridades
Hebe Camargo num lambeselinho em Grande Otelo, mascote da campanha.

sexta-feira, 27 de março de 2020

Os Pets e o Coronavirus

Covid 19 x Pets

Convidei a Dra Sirlei Rodrigues, do Centro Veterinário Bom Pastor, para falar do assunto que mais está sendo comentado neste momento.Espero que esse texto esclareça a você leitor e tutor algumas dúvidas sobre os pets.

Um abraço,

Marli Pó
@marlipress


Nossa modelo @nescaugolden


O mundo está passando por um momento muito delicado com a
pandemia do coronavirus.
Nós médicos veterinários, somos responsáveis pela saúde e bem
estar dos bichinhos e seus tutores, nosso serviço é essencial para
a saúde pública.

As perguntas mais comuns que recebemos nos últimos dias são:

“Meu bichinho de estimação pode se contaminar com o Covid
19? “ou “Meu bichinho pode transmitir Covid 19 para mim?” ou
“Posso tomar a vacina contra coronavirose que meu cão
recebe?”

Bom... vamos deixar claro, nossos pets não contraem a Covid 19
e nem a transmitem para nós, assim como não podemos receber
a vacina contra coronavirose que os cães recebem.
E por que isso? Qual a diferença desses vírus?
A Covid 19 é causada por um betacoronavirus e a coronavirose
dos cães é causada por um alfacoronavirus, eles pertecem à
mesma família Coronaviridae, mas são vírus totalmente
diferentes e atuam de maneira diferente nos organismos.
O coronavírus dos cães causa uma alteração digestiva neles, e não
provoca nenhuma alteração no ser humano, já o coronavirus da
Covid 19, causa alterações respiratórias nos humanos e até o
momento, segundo a OMS-O
rganização Mundial da Saúde, não há
evidências de causarem qualquer tipo de problema nos nossos
pets.

Mas, devemos ter cuidados com nossos pets, pois eles podem
carrear o vírus pra dentro da nossa casa caso venham a ter
contato com ele, por isso, nesta fase de isolamento social, os
passeios, se necessários, devem ser curtos e rápidos, sem
contato com outros animais e pessoas, e quando chegarem em
casa suas patinhas devem ser higienizadas com álcool gel ou
água com sabão, promova enriquecimento ambiental com
brinquedos pra amenizar a falta de passeios. E se por ventura ,
você tutor se contaminar com o Covid 19, o melhor seria que
outra pessoa passasse a cuidar do seu pet. Em alguns casos o pet
é muito importante para a recuperação do seu tutor, a ligação
emocional entre eles é muito forte, sendo assim o pet deve ficar
em isolamento com seu tutor e este deve tomar cuidado para
não tossir ou espirar próximo ao seu animalzinho, o vírus pode
ficar no pelo do pet e ser transmitido a outra pessoa através do
contato e contaminação do ambiente, nesse caso, seu pet é um
veículo da transmissão, assim como roupas, sapatos, celulares,
maçanetas, etc, e não o transmissor.
A higiene do pet também é muito importante, se possível faça
banhos em casa, mas cuidado para a pelagem não ficar úmida e
embaraçada.
Sempre sigam as orientações dos especialistas, higiene das mãos,
não as colocar em boca e olhos, sem toques físicos entre
humanos e manter o isolamento social.
O momento é difícil para nós humanos, mas também muito
difícil para nossos bichinhos que não entendem o que está
acontecendo, e jamais pensem em abandoná-los!

Acesse o instagram :

@centroveterinariobompastor lá você encontra em destaque só sobre o COVID-19.

quinta-feira, 19 de março de 2020

COVID-19 EM ANIMAIS PELO COMITÊ WSAVA

COVID-19 e animais de companhia!

Nós, do Comitê Científico e de Saúde Única da WSAVA,  estamos acompanhando a evolução dos resultados dos exames laboratoriais realizados no cão que testou positivo para o coronavírus na China. Foram liberadas informações sobre sorologia e sobre o sequenciamento genético do vírus obtido de amostras do cão, e as informações foram atualizadas em nosso documento. Abaixo apenas parte do documento. A versão completa pode ser obtida no site da WSAVA. É muito importante salientar que, apesar de existirem dúvidas em relação a este animal ter sido "infectado", isto não significa que ocorre a doença em cães e muito menos que eles podem transmitir a doença a outros animais e a humanos.

Importante salientar, ainda, que as vacinas contra coronavirose são consideradas NÃO RECOMENDADAS pelo VGG (Vaccination Guideliness Group) porque o coronavírus entérico causa sintomas brandos em cães e, porque não existem evidências de que as vacinas, que são produzidas para serem administradas por via subcutânea, possam produzir IgA, anticorpo envolvido na resposta ao coronavírus entérico (que não faz viremia). Além disso, o coronavírus entérico dos cães NÃO POSSUI RELAÇÃO com o SARS-Cov-2. Portanto, não deve haver preocupação nenhuma caso o cão apresente um resultado positivo em uma amostra fecal. Até porque muitos cães apresentam PCR positiva para o vírus, sem apresentarem sintomas gastrintestinais.

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Comitês Científico e de Saúde Única da WSAVA

DOCUMENTO INFORMATIVO: ATUALIZADO EM 16 DE MARÇO DE 2020

O Novo Coronavírus e Animais de Companhia – Informação para os Membros da WSAVA

Os veterinários devem começar a vacinar cães contra o coronavírus canino devido ao risco de SARS-Cov-2?

As vacinas contra o coronavírus canino disponíveis em alguns mercados globais destinam-se a proteger contra a infecção entérica por coronavírus e NÃO são licenciadas para proteção contra infecções respiratórias. Os veterinários NÃO devem usar essas vacinas diante do surto atual, pensando que pode haver alguma forma de proteção cruzada contra o SARS-Cov-2. Não há absolutamente nenhuma evidência de que a vacinação de cães com as vacinas comerciais disponíveis forneça proteção cruzada contra a infecção pelo SARS-Cov-2, uma vez que os vírus entéricos e respiratórios são variantes distintas do coronavírus. Atualmente, não existem vacinas disponíveis em nenhum mercado para infecção respiratória por coronavírus em cães. [Informações do Grupo de Diretrizes de Vacinação, VGG-WSAVA].

Qual é a resposta da WSAVA ao relato de que um cão foi "infectado" com COVID-19 em Hong Kong?
Notícias de Hong Kong indicaram que o cão de um paciente infectado apresentava um resultado 'fraco positivo' para COVID-19 após testes de rotina. O cão, que não apresenta sinais clínicos relevantes, foi retirado da casa, que era a possível fonte de contaminação, em 26 de fevereiro, e ainda se encontra em quarentena. Novos testes foram realizados depois que o cão foi colocado em quarentena para determinar se ele estava realmente infectado ou se a cavidade oral e narinas estavam contaminados com o vírus presente na residência. O Departamento de Agricultura, Pescas e Conservação de Hong Kong (AFCD) informou que foram testadas amostras nasais, orais, retais e fecais do cão. Nos dias 26 e 28 de fevereiro os esfregaços nasais e orais apresentaram resultados positivos, enquanto em 2 de março apenas os esfregaços nasais apresentaram resultados positivos. As amostras retais e fecais apresentaram resultados negativos nas três ocasiões.

Os testes, realizados tanto no laboratório veterinário do governo (AFCD) quanto no laboratório de diagnóstico para coronavírus humano da Universidade de Hong Kong (HKU), credenciado pela OMS, detectaram uma baixa carga viral nos esfregaços nasais e orais. Ambos os laboratórios usaram a reação em cadeia da polimerase por transcriptase reversa em tempo real (RT-PCR) e os resultados indicam que havia uma pequena quantidade de RNA viral nas amostras. No entanto, não indica se as amostras contêm partículas virais intactas, que são infeciosas, ou apenas fragmentos do RNA, que não são contagiosos. O documento do AFCD afirma que o resultado “fraco positivo” da amostra nasal colhida 5 dias após a remoção do cão da possível fonte de contaminação sugere que o cão possui um baixo nível de infecção, e é possível que seja um caso de transmissão humana-animal. Os sequenciamentos genéticos do vírus obtido do cão e das pessoas infectadas que estavam em contato próximo com o animal, evidenciaram sequências virais muito semelhantes, o que indica que o vírus provavelmente se espalhou das pessoas infectadas para o cão.

Uma amostra de sangue também foi coletada do cão em 3 de março para a realização de testes sorológicos e o resultado foi negativo. O AFCD afirma que o resultado sorológico negativo não deve ser interpretado como se o cão não tivesse sido infectado pelo vírus. Sabe-se que em alguns casos leves ou assintomáticos de infecções humanas com outros tipos de coronavírus nem sempre ocorre a formação de anticorpos. Também, não é incomum nos estágios iniciais de infecções observar-se um resultado sorológico negativo, pois geralmente o tempo necessário para a detecção de anticorpos é de 14 dias ou mais. Outra amostra de sangue será coletada posteriormente, para a realização de novos testes e o AFCD continuará monitorando o cão.

O AFCD enfatizou ainda que não há evidências de que animais de estimação possam ser uma fonte de infecção ou que possam ficar doentes com COVID-19. Além de manter boas práticas de higiene, os donos de animais de estimação não precisam se preocupar em demasia e, em circunstância alguma, devem abandonar seus animais de estimação.

domingo, 1 de março de 2020

Parasita com sintomas semelhantes ao da leishmaniose em SERGIPE

Gravidade de doença causada por novo parasita assusta cientistas em Sergipe O novo parasita, a Cridia Seripensis Imagem: Alynne Karen Mendonça de Santana Carlos Madeiro Colaboração para o VivaBem, em Maceió 26/12/2019 04h00 Erramos: este conteúdo foi alterado Uma mutação de um protozoário do gênero Crithidia é responsável por casos de uma doença similar a leishmaniose visceral (também conhecida como Calazar) e que está assustando médicos em Sergipe. O novo parasita —que deverá ser chamado Cridia sergipensis— ainda está em estudo, mas sabe-se que está causando infecções graves. Entretanto, ainda não há detalhes das formas de contaminação ou tratamento. O novo parasita pode aju... - Veja mais em https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2019/12/26/gravidade-de-doenca-causada-por-novo-parasita-assusta-cientistas-em-sergipe.htm?fbclid=IwAR3WeEKXAdFibLEa4jsq6PwCc6LlogJa-7V8styCbo-at7xs9NcD07uR1So&cmpid=copiaecola

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Os Vira-Latas convidam para o Arraiau no Espaço Pet
Golden Square Shopping será a arena no piso L1 neste domingo


Para aproveitar as festanças Juninas, o Golden Square Shopping promove um encontro que promete muita diversão e AUnimação convidando todas as raças.

Vários cães serão esperados com seus tutores, para passarem uma tarde diferente. Muita animação que contará, além da escolha do Pet mais caracterizado, a campanha Diga Não à Leishmaniose estará informando e conscientizando sobre a prevenção da doença com sorteio de coleiras e repelentes,  com o apoio da MSD Saúde Animal, da CEVA, da Expet Tapetes Higiênicos, Beauty Golden, Botufarma com amostras de seus produtos.

Eles não têm um estilo determinado, mas é essa diferença que os faz mais charmosos e cativantes. São os cães sem raça definida, popularmente conhecidos como vira-latas, os protagonistas do Encontro de Raças do Golden Square Shopping neste domingo.
Além disso, a decoração do espaço será inspirada nas festas juninas para que os bichinhos curtam a tradicional celebração ao lado de seus donos. Amantes de pets poderão vir caracterizados e vestir seus animais com bandanas, chapéus temáticos, vestidos juninos e camisa xadrez para aproveitar o encontro.  Cães de todas as raças são bem-vindos com seus tutores para um momento de lazer e integração.
Serviço
Evento: ArraiAU pet Encontro de vira-latas
Data: Domingo, 30 de junho
Horário: às 14h
Local:  Espaço Pet do Golden Square Shopping - Avenida Kennedy, 700, Jardim do Mar, São Bernardo do Campo (SP).
Entrada gratuita

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

THOR, Cão herói de Brumadinho, também tinha leishmaniose

Morre Thor, o cão farejador que atuou em resgates de Brumadinho e Mariana

Decisivo na localização de vítimas nas tragédias de Brumadinho (MG), o border collie Thor, de 5 anos e 2 meses, era especialista em localizar pessoas desaparecidas e morreu devido a uma infecção generalizada relacionada a um quadro de pancreatite.
De acordo com o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, ele estava recebendo tratamento veterinário desde o início dos sintomas, mas não resistiu. A morte aconteceu no último sábado, mas só agora foi tornada pública pela corporação.
O laudo de necropsia apontou que o motivo da morte do cão foi pela ruptura do intestino delgado na porção do duodeno, ocasionado pela presença de um corpo estranho, que resultou em hemorragia abdominal.
Além da pancreatite, o cão ainda possuía um quadro de leishmaniose — doença infecciosa causada por protozoários parasitas transmitidos pela picada de alguns insetos.
“Graças à atuação dele, inúmeras famílias puderam ter seus entes queridos localizados e velados. Thor era considerado uma referência nacional na localização de pessoas desaparecidas”, diz a nota de pesar dos Bombeiros, publicada nesta segunda-feira (28).
Além das tragédias de Mariana e Brumadinho, Thor participou de outras grandes ocorrências. Entre elas, o desaparecimento do esportista francês Gilbert Eric Welterlin e o desabamento de edificações no bairro Mantiqueira, em Belo Horizonte.
De acordo com a corporação, o corpo de Thor será cremado em cerimônia fechada.
Veja abaixo a nota na íntegra:
“É com muito pesar que o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) informa o falecimento do cão Thor, que integrava a equipe de busca, resgate e salvamento com cães do CBMMG. Thor era um cão da raça border collie, com 5 anos e 2 meses de idade e teve seu atestado de óbito homologado com septicemia relacionada a um quadro de pancreatite, ele ainda possuía um quadro de leishmaniose. Thor estava recebendo tratamento médico veterinário desde o início do aparecimento dos sintomas, mas devido à rápida evolução do quadro, não resistiu e teve seu óbito atestado no sábado, 26/10.
Thor atuou em diversas ocorrências de destaque tais como o rompimento de barragem de Mariana, o desaparecimento do esportista francês no pico do Marins, o desabamento de edificações no bairro Mantiqueira e mais recentemente, sua atuação foi decisiva na localização de vítimas na tragédia de Brumadinho.
Graças à atuação dele, inúmeras famílias puderam ter seus entes queridos localizados e velados. Thor era considerado uma referência nacional na localização de pessoas desaparecidas.
O motivo do óbito do cão, que realizou a necropsia na data de 28/10, foi pela ruptura do intestino delgado na porção do duodeno ocasionado pela presença de um corpo estranho e que resultou em hemorragia abdominal.
A família Bombeiro Militar encontra-se consternada e entristecida pela perda desse integrante que nunca foi considerado como apenas um cão e sim como um Bombeiro Militar que verdadeiramente era. Expressamos aqui nossas condolências, em especial aos militares do BEMAD/Canil que atuavam como binômios do Thor e nosso profundo respeito pelo trabalho e legado por ele deixado.
Thor será cremado em cerimônia fechada e não será autorizado o acompanhamento ou entrada da imprensa.
Devido ao fato de todos os militares pertencentes ao canil do CBMMG estarem altamente sensibilizados e emocionados com a perda, não haverá disponibilização de fonte nesse momento e gentilmente pedimos que esse momento de luto seja respeitado.”
- Assessoria de Comunicação Organizacional do CBMMG

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Leishmaniose é confundida com outra doença, que já matou 150 pessoas em ARACAJU

https://www.folhape.com.br/noticias/noticias/saude/2019/09/30/NWS,117718,70,613,NOTICIAS,2190-DOENCA-SIMILAR-LEISHMANIOSE-POREM-MAIS-GRAVE-DESCOBERTA-PAIS.aspx?fbclid=IwAR0krnGgx3QIqp8ZhrzQHIHX6yp3JJk33mgWwxFJWUpN8Acno3-M17lQOO4


Atendimento a paciente
Atendimento a pacienteFoto: Pixabay
Uma nova doença, com sintomas semelhantes à leishmaniose visceral, mas mais grave e resistente ao tratamento, foi descoberta em Sergipe. Duas pessoas morreram por causa da doença, que já acometeu 150 pessoas em Aracaju. O parasita ainda é desconhecido, mas os pesquisadores já identificaram que ele é diferente da Leishmania, responsável pela leishmaniose.

A doença está sendo investigada por um grupo de pesquisadores brasileiros, que publicaram um artigo na Emerging Infectious Diseases, a revista do Centro de Controle de Doenças Infecciosas (CDC) dos Estados Unidos. A pesquisa é realizada no Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID), com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Liderada pela professora Sandra Regina Costa Maruyama, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), o estudo está sendo desenvolvido em colaboração com colegas da equipe do professor João Santana Silva, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).
Leia também:

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Evento Pet marca o bairro de Santa Cecília neste feriado

Sucesso o CÃOVC na CVC Santa Cecília

Feriado ensolarado de 7 de setembro. A CVC da Rua Dona Veridiana no bairro central, recebeu vários moradores, para uma exposição na Loja da Expo Vira Latas do renomado fotógrafo Lionel Falcon e também para conscientizar e prevenir da leishmaniose.

A Equipe da Tudo de Cão também esteve presente, e fez muitas brincadeiras com os cães com várias surpresas. 
A Campanha Diga Não à Leishmaniose e a MSD Saúde Animal, junto a Supermix Life,  preveniram muitos cães com a coleira scalibor e presentearam comos tapetinhos higiênicos com cheirinho de tutti fruti, tutti seco da EXPET, que fez a alegria dos tutores e dos cães. 
O evento contou também com a presença ex-chacrete Rita Cadillac, que levou seu cãozinho poodle, Pietro que foi encoleirado também.

Veja fotos:



Marli Pó da Campanha e Gabriela Zebiani da Supermix Life




A Golden Retriever Flora e sua tutora Juliana Flor


Marcelo da Tudo de Cão, Marli, Gabriela e Juliana

informação sobre a leishmaniose

Fotógrafo de pets Lionel Falcon, CArol, CArlos Silva e Juliana Flor da CVC Santa Cecília
Lionel Falcon e Rita Cadillac



encoleirando o Border Collie da Tudo de Cão com a coleira Scalibor

Fachada da loja no evento

Juliana Flor e Rita Cadillac

A anfitriã Flora e toda a Equipe do evento.