Grande Otelo

Grande Otelo
Tela feita pelo grafiteiro CRÂNIO, em apoio à campanha.

Apoio de várias celebridades

Apoio de várias celebridades
Hebe Camargo num lambeselinho em Grande Otelo, mascote da campanha.

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

ONGs AMPARA Animal / AMPARA Silvestre, galerista Luis Maluf promove leilão em prol da causa animal.

Em parceria com as ONGs AMPARA Animal / AMPARA Silvestre, galerista Luis Maluf promove leilão em prol da causa animal. As cenas do Pantanal em chamas são devastadoras. Um dos biomas mais ricos do Brasil enfrenta, atualmente, o maior incêndio de sua história e o galerista Luis Maluf, da Luis Maluf Art Gallery, foi um dos que resolveram se mobilizar e promover um encontro para arrecadar fundos em favor do Pantanal. Foram convidados 9 artistas, que irão expor suas obras em um evento fechado para 40 pessoas, entre amigos e apoiadores da causa. A maioria das peças têm como tema o Pantanal. Entre eles estão Luiz Escañuela, Edu Cardoso, Cranio, Apolo Torres, Vinicius Meio, William Mophos, Vermelho Steam, Gian Luca Ewbank e Vinicius Parisi. Para o galerista Luis Maluf, que assina a curadoria do leilão, a arte tem o poder de eternizar expressões, sensibilizar, além de promover reflexões diante de problemas sociais. O encontro acontecerá na quinta-feira (05/11) e seguirá os protocolos de distanciamento social e prevenção ao coronavírus. O valor arrecadado será destinado ao fundo de preservação do Pantanal, gerido pelas ONGs AMPARA Animal / AMPARA Silvestre. Sinto que o momento é muito delicado, são muitas notícias pesadas e difíceis de digerir, então a ideia é eternizar todo esse aprendizado doloroso, através da arte. Sabemos que o fogo virá nos próximos anos e precisamos estar preparadas, queremos montar uma estrutura que atenda as necessidades do Pantanal, sempre! Temos uma riqueza imensa que precisa ser preservada. O leilão trará ajuda financeira e ainda mais força ao movimento, conta Marcele Becker, vice-presidente da AMPARA Animal / AMPARA Silvestre. LEILÃO DE ARTE LEVANTA FUNDOS PARA SALVAR O PANTANAL Leilão de Arte em prol do Pantanal Sobre a ONG AMPARA Em atividade desde 2010, a AMPARA Animal nasceu quando as fundadoras Juliana Camargo e Marcele Becker se uniram por amor e respeito aos animais. Em 2015, se tornou a instituição que mais ajuda animais no país, ao se tornar uma “ONG mãe” que ampara mais de 450 abrigos cadastrados em nível nacional. Em 2016, uma nova frente da entidade foi criada, a AMPARA Silvestre, com foco em conservação ao reabilitar animais que possam ser devolvidos à natureza e também oferecer bem-estar aos animais condenados ao cativeiro. Em 10 anos: Mais de 1,6 milhão de quilos de ração distribuídos Mais de 155 mil vacinas Mais de 350 mil animais medicados Mais de 10.000 animais castrados Mais de 12.000 animais adotados LEILÃO DE ARTE LEVANTA FUNDOS PARA SALVAR O PANTANAL Leilão de Arte em prol do Pantanal FONTE: AMPARA Animal/Silvestre | Christian – (11) 99904-6632 | Rodrigo – (11) 98415-5507 | valledamidia@valledamidia.com.br

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Calazar em gatos: entenda a leishmaniose em felinos 21 horas atrás Ao contrário do que muita gente pensa, a leishmaniose, também popularmente conhecida como calazar, pode ser contraída tanto por cachorros quanto por gatos, embora a incidência em felinos seja bem inferior. Calazar em gatos: entenda a leishmaniose em felinos O que é a leishmaniose? A leishmaniose é uma zoonose gerada por um protozoário intracelular (que entra na célula) chamado Leishmania infantum e transmitida por um inseto conhecido como “mosquito-palha”. Ela pode ser considerada uma doença grave em cachorros e gatos e letal em humanos, caso não seja tratada. A princípio, a leishmaniose não é uma doença contagiosa, ou seja, um gato infectado não transmite a patologia a outro gato, por exemplo. A única maneira dela ser transmitida é pela picada do mosquito-palha. O vetor, para que aconteça a transmissão, precisa picar um pet doente. Assim, ele torna-se o hospedeiro do protozoário. Leishmaniose em gatos Embora seja bastante raro, a leishmaniose também afeta os gatos. Aparentemente, os felinos possuem uma resistência consideravelmente maior no organismo em comparação aos cães, o que acaba dificultando a reprodução do protozoário. É por essa razão que os sinais clínicos da patologia demoram a aparecer em um bichano infectado. Os sintomas mais comuns da leishmaniose visceral em gatos são: anemia, lesões cutâneas, emagrecimento, lesões oculares, úlceras, aumento de ingestão de água, febre, manchas na pele, entre outros. Como prevenir a leishmaniose em gatos? Por não ser um hospedeiro comum da zoonose, não há a necessidade de vacina ou utilizar coleiras repelentes, como a Scalibor, por exemplo, recomendada para os cachorros. O principal método para prevenir a leishmaniose para quem tem um gato em casa é mantendo a higiene do ambiente em dia, para que o felino não fique à mercê do vetor. O mosquito-palha se reproduz facilmente em locais onde há muito material acumulado. Então, o pai humano deve evitar a amontoação de sacos de lixo, entulhos, fezes do animal e outros materiais que possam servir de ninho ao inseto. Caso more em uma região endêmica, ou seja, onde há casos de leishmaniose, e o seu gato apresente alguma mudança de comportamento ou sintoma, leve-o imediatamente para um médico veterinário de confiança.

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Cães com leishmaniose no DF, aguardam para adoção.

Animais foram testados para leishmaniose, vacinados contra raiva e estão aptos para ter novo lar. Conheça regras e saiba como adotar. Por G1 DF Cães aguardam por adoção na Zoonoses em Brasília A Secretaria de Saúde do Distrito Federal está com 15 cachorros disponíveis para adoção. Os animais foram testados para leishmaniose, vacinados contra raiva e estão aptos para ter novo lar. Para adotar, é necessário ter mais de 18 anos, apresentar um documento de identificação com foto e assinar um termo de responsabilidade e de cuidados com os pets. Os interessados devem ir até a Diretoria de Vigilância Ambiental, no Noroeste. O local fica ao lado do Hospital da Criança e funciona de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h. Maus-tratos: agressores de animais serão obrigados a custear despesas veterinárias Bolsonaro sanciona lei com pena maior, de até 5 anos, para maus-tratos contra cães ou gatos No momento da adoção, os novos "pais de pets" recebem orientações quanto à guarda responsável de animais domésticos e às medidas de prevenção e controle de doenças. Também é preciso realizar exames anuais nos animais, aplicar as vacinas necessárias e administrar vermífugo, além de remédios contra parasitas. Os especialistas recomendam ainda levar o animal ao médico veterinário para realizar exames anuais. Matéria do G1 acessem: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2020/10/06/fotos-15-caes-esperam-por-adocao-na-zoonoses-em-brasilia.ghtml

Câncer de mama. Outubro Rosa, cadelas e gatas também merecem esse carinho!

Outubro Rosa, cadelas e gatas também merecem esse carinho! Outubro Rosa, mês dedicado à prevenção e diagnóstico do câncer de mama e que tem por símbolo o laço rosa! É uma campanha internacional que surgiu nos Estados Unidos na década de 90 para incentivar as mulheres a irem ao médico, a realizarem mamografia, e também o autoexame das mamas através do toque e desta maneira consegue-se diagnóstico precoce, tratamento e cura. Nossas cadelinhas e gatinhas também podem desenvolver esse tipo de câncer por isso é muito importante os tutores durante as brincadeiras e carinhos palparem a região das mamas, qualquer sinal de alguma nodulação é indicado levá-las ao médico veterinário para um melhor diagnóstico. Assim como nas mulheres quanto antes um diagnóstico maior é a chance de cura, a indicação na maioria dos casos é cirúrgica e requer a necessidade de uma biopsia para diagnosticar qual é o tipo de câncer, após esse resultado pode ser necessário a indicação de quimioterapia, procedimento que nos animais a incidência de efeitos colaterais é muito mais reduzida que nos humanos, os animais não perdem pelo e raramente apresentam vômitos, mas é necessário acompanhamento com exames de sangue. Vários fatores podem contribuir para o surgimento da doença nas cadelas e gatas, mas um dos principais é o uso de anticoncepcionais, medicamentos que são contraindicados para essas espécies. Deixar o animal cruzar, ter cria, não é prevenção! Câncer de mama em cadelas e gatas é um dos cinco tipos mais frequentes que ocorrem e a melhor prevenção para as cadelinhas e gatinhas é a castração após o primeiro cio. E após os 7 anos de vida é indicado uma avaliação com o médico veterinário a cada 6 meses, mas excepcionalmente a doença pode surgir em animais jovens por isso é sempre importante estar atento a qualquer alteração. O mais importante de tudo, câncer de mama, assim como nas mulheres, não é sinal de morte, tem tratamento, tem cura!

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Leishmaniose na Primavera, cuidado redobrado!!

Chegada da primavera traz alerta sobre questões de saúde em pets Baixada Fluminence Chegada da primavera traz alerta sobre questões de saúde em petsHoje, 22, entramos na estação mais florida do ano, a primavera. No entanto, esse período pode também predispor os pets a alguns riscos e, por isso, Márcio Barboza, médico-veterinário e gerente técnico da MSD Saúde Animal, traz seis dicas para que os tutores fiquem atentos e, assim, possam garantir uma temporada saudável aos cachorros e gatos.
"A primavera é o período de transição da estação mais seca para a época mais úmida e com maiores temperaturas. Essa variação climática é propícia para os animais de estimação desenvolverem não somente problemas dermatológicos, respiratórios, alergias e intoxicações, mas também para que estejam mais suscetíveis a pulgas, carrapatos, leishmaniose e leptospirose.", explica o médico-veterinário. Pulgas e carrapatos O aumento da temperatura ocasiona a proliferação das pulgas e carrapatos e a melhor maneira de proteger os pets é a utilização dos ectoparasiticidas. "Todos os animais estão suscetíveis a esses ectoparasitas em todas as épocas do ano, dentro ou fora de casa, mas os animais ficam mais propensos nesta estação. Por isso, é muito importante que o tutor use produtos corretos com longa duração, de preferência até doze semanas de proteção, e rápida eficácia", alerta Marcio Barboza. Leishmaniose Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é líder nos casos da doença no continente americano, representando aproximadamente 96% do total de casos. A propagação da leishmaniose acontece a partir da picada do mosquito-palha infectado pelo protozoário Leishmania chagasi. O inseto infectado pode picar não somente o cão, mas também as pessoas com quem ele convive, por isso é importante proteger o animal e, consequentemente, toda a família, sendo em área endêmica ou não. "A principal maneira de garantir a prevenção é o uso da coleira que após a sua colocação no pescoço do cão, começa a liberação do seu princípio ativo, a Deltametrina. Além disso, vale a atenção com os cuidados básicos como manter o local do pet limpo e com telas anti-mosquito na janela para manter o mosquito afastado", explica o médico-veterinário. Leptospirose A combinação de calor com chuva, que é muito comum nessa época do ano, também contribui para o aumento dos casos de leptospirose, adquirida principalmente pelo contato com a urina infectada de ratos e cães. A principal forma de prevenir essa doença é por meio da vacinação contra os principais tipos de leptospiras presentes no Brasil. Além disso, assim como a leishmaniose, é muito importante a higienização dos lugares em que os pets ficam. No entanto, após a vacinação, o principal cuidado é não deixar ração em local aberto para que ratos não sejam atraídos. A melhor forma é fornecer a alimentação em horários específicos e retirar os pratos na sequência. Plantas e flores A estação florida traz esse alerta aos proprietários dos cachorros e gatos, principalmente aqueles que possuem jardins em sua casa e as flores podem ser atrativo como petisco aos animais. No entanto, é preciso estar alerta pois algumas plantas são consideradas tóxicas e devem ser evitadas como por exemplo a azaleia, copo de leite, mamona, bico-de-papagaio, costela-de-adão, comigo-ninguém-pode e hortênsia. Adubos industrializados ou orgânicos também são extremamente perigosos, tanto pela possibilidade de ingestão pelos animais quanto por atrair insetos como aranhas, abelhas, sapos, rãs, formigas, algumas lagartas, cobras e escorpiões, que chamam a atenção do animalzinho e podem feri-lo. Alergias dermatológicas A primavera é o período da troca de pelo dos animais e, com isso, há uma maior tendência a apresentar doenças de pele, como dermatites. Por isso, é essencial prestar atenção se a pelagem está caindo mais do que o normal. "Existem diversas dermatites e só um médico-veterinário vai poder identificar a causa e o melhor tratamento. Mas é importante saber que essas alergias podem ocorrer por picadas de pulgas e carrapatos, pólen das flores e até reações alérgicas a alimentos e medicamentos", reforça Marcio Barboza. As alergias na primavera são mais propensas pelo fato de que a pelagem fica mais espessa, pesada, deixa a pele mais sensível, e os subpelos que nascem para proteger os animais na baixa temperatura são substituídos por um pelo mais leve e curto. Com a troca a pele fica mais sensível podendo desencadear, com maior facilidade, eritemas (vermelhidão), pústulas (infecção bacteriana secundária), prurido (coceira) ou outros sinais dermatológicos mais graves. Curta a primavera! A primavera é uma estação linda, e tomando os cuidados necessários o período pode ser muito saudável para o pet. No entanto, se o tutor identificar algo estranho com o animal, a melhor recomendação é a ida ao veterinário para que ele possa identificar o problema e utilizar a melhor estratégia para o tratamento.

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Leishmaniose em pauta por Dra Rebecca Dung de Andrade

Quando a gente perde uma guerra, achando que era so a primeira batalha, da aquela sensacao de vazio, de amargor na boca e tristeza. Nao sinto isso somente pelos meus "fllhOS", mas pelos fllhos dos outros, que adoto um pouquinho a cada consulta. Meu luto e pesar hoje é pelo Psy. Meu paciente c); mais novo de diagnostico de LEISHMANIOSE. Chegou a mim com uma alopecia (falta de pelo) nao inflamatoria no dorso. Sem prurido, sem descamacao. Sem ferida alguma. Sem sinal clinico. Totalmente atl’pico da lesao caracteristica da leishmaniose. Foram feitos os exames dermatologicos de rotina. Negativos. E deixei pra ver a citologia fungica em casa. Na madrugada fui ao microscopic e me deparei com ela. Essa senhora implacavel. Muitas delas numa lamina so. Foi o tempo de pedir o retorno do tutor e iniciar os exames para o estadiamento da doenQa e passar alguns medicamentos. O problema: ele morava numa area endemica e nao tinha protecao de uma coleira repelente. Portanto, sua familia tb é exposta. Os exames deram pessimos e a decadencia da saude de Psy foi absurda. Hoje soube que infelizmente veio a obito. Nao deu tempo de estadiar baseado nos exames solicitados e nem complementar o tratamento ja prescrito semana passada. E aquela sensacao de interrogacao paira no ar. Ainda nao caiu minha fucha. Quando os colegas e tutores vao entender a importancia de doencas como essa para a sociedade e 03 animais???? O pior nao e aquele cao que morre. Mas o vivo doente. Que sofre. Sofre muito. E se nao tem sinal clinico e diagnostico fechado, serve de reservatorio para o vetor, o mosquito flebotomo, contaminando seus animais e tutores. Acorda, minha gente!!! Do jeito que esta, a leishmaniose vai engolir Recife, Olinda, Paulista, Aldeia, Sao Lourenqo, Itamaraca, e muitas outras areas subdiagnosticadas e portanto, subnotiflcadas. Ja que sinais clinicos e hemograma se confundem com algumas doencas muito comuns aqui, com alta prevalencia, como Erlichiose, Babesiose, Anaplasmose, Cinomose e etc. Passou da hora da reflexao e mudanca de conduta. E darmos a devida importancia ao diagnostico, tratamento e profllaxia. Esse mes, diagnostiquei 6. Rebecca Dung de Andrade CRMV PE 5118 Clinica Medica e Dermatologia de Peqquenos Animais