Grande Otelo

Grande Otelo
Tela feita pelo grafiteiro CRÂNIO, em apoio à campanha.

Apoio de várias celebridades

Apoio de várias celebridades
Hebe Camargo num lambeselinho em Grande Otelo, mascote da campanha.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012


29/08/2012 10h20 - Atualizado em 29/08/2012 10h20

Sorocaba e região.



Objetivo é que o protocolo de atendimento seja o mesmo.
Encontro deve reunir profissionais cadastrados na prefeitura.


Mosquito é transmissor da leishmaniose (Foto: Reprodução TV Tem)
Mosquito é transmissor da leishmaniose
(Foto: Reprodução TV Tem)
A área da Vigilância em Saúde de Sorocaba (SP) realiza nesta quinta-feira (30), às 9h, uma reunião com os veterinários para abordar o protocolo de atendimento em casos de Leishmaniose Visceral Canina.

O primeiro caso autóctone foi registrado na cidade recentemente e, por isso, o encontro deve orientar os profissionais no atendimento. O evento será no Salão Verde da unidade Seminário da Prefeitura, localizado na Avenida Eugênio Salerno, 140, no Centro.
Devem participar profissionais autônomos cadastrados na Prefeitura, assim como as clínicas veterinárias e pet shops do município. Durante a reunião, serão abordadas questões sobre notificação da doença, os exames, sintomas, entre outras.

De acordo com a equipe de saúde, o protocolo de atendimento é importante para que todos trabalhem de maneira uniforme.

1° caso de leishmaniose em Sorocaba
O primeiro caso positivo de leishmaniose visceral canina no município foi confirmado pela Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), da Secretaria de Estado da Saúde, no dia 30 de julho e comunicado à SES no dia 2 de agosto. A doença foi confirmada em uma cadela com 9 anos, domiciliada há 8 anos no Jardim das Estrelas, na Zona Leste.

Sintomas
Os principais sintomas da leishmaniose visceral são febre intermitente com semanas de duração, fraqueza, perda de apetite, emagrecimento, palidez, problemas respiratórios, diarreia, sangramentos na boca e nos intestinos.

PREVENÇÃO AO CALAZAR

´Cãominhada´ alerta sobre a leishmaniose

18.08.2012
Moradores de Sobral levam seus cães de estimação para participar de caminhada neste sábado
Sobral A Primeira Cãominhada desta cidade será realizada hoje. O evento será realizado pelo Grupo de Proteção Animal de Sobral (GPAS) em parceria com o pet shop Bichinho de Estimação, e tem como tema "Calazar: Será que seu bichinho é o vilão?". As inscrições custam R$ 20,00 e serão revertidas para o grupo. O dinheiro será aplicado na ajuda direta de animais e eventos futuros.

A cidade de Sobral terá a primeira manifestação contra o calazar. Serão distribuídas sacolinhas higiênicas entre os donos. A programação contra a doença começou no dia 9 e finaliza neste sábado FOTO: JÉSSYCA RODRIGUES


De acordo com a presidente do GPAS, Laysla Frota, a Cãominhada será uma caminhada de alguns quarteirões onde os membros do grupo estarão acompanhando os tutores e animais com conversas informativas sobre a doença. Ela diz que a ocasião faz parte da programação que vem ocorrendo desde o dia 9 de agosto, com um ciclo de palestras. "Dez de agosto foi o Dia Nacional contra a Leishmaniose. Nossa programação iniciou com palestras no Instituto de Teologia Aplicada (Inta), no dia 9, e finalizará sábado, com a ´Cãominhada´", explica.

Materiais
A concentração será às 16 horas em frente ao Bichinhos de Estimação, onde serão distribuídas sacolinhas higiênicas entre os donos, e terminará no Arco do Triunfo. Durante todo o percurso, haverá um carro entregando refrigerante e água, além de uma barraca no ponto de chegada. Para os participantes que possuem animais de grande porte, a presidente aconselha que seja usada focinheira.

"Esse é outro aspecto que o grupo busca melhorar, pois a cidade ainda apresenta uma resistência muito grande quando se trata desse assunto", disse.

Laysla diz que a ideia da criação do encontro nasceu da necessidade de uma manifestação aberta, e o aniversário de dez anos do Bichinhos de Estimação. "As palestras foram fechadas para os estudantes e profissionais da área de saúde, diferentemente da Cãominhada, que está aberta ao público em geral. Na ocasião, tivemos duas palestrantes da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e tratamos de assuntos como vetores da doença, vias alternativas de transmissão e o papel do Centro de Controle de Zoonoses de Sobral", informa.

União
O proprietário do pet shop, Ildefonso Cavalcante, afirma que o desejo desse tipo de manifestação vinha de antes. "Há três anos eu já tinha intenção de realizar essa caminhada, mas nunca levei adiante. Como este ano o pet está comemorando dez anos e o GPAS manifestou o mesmo desejo, resolvemos juntar forças e levar adiante".

De acordo com ele, o mercado de pet shop na região vem ganhando espaço e é necessário trabalhar alguns aspectos. "Vamos aproveitar bem para instruir sobre alguns assuntos educacionais, como o recolhimento de dejetos que os animais deixam em vias públicas", disse.

Ildefonso explica também que o tutor hoje está mais exigente e isso não pode se refletir apenas no sentido comercial. "Aqui no pet, buscamos trazer novidades no sentido de beleza, de acessórios, para atender clientes que olham sites do sul do País e querem igual ou similar. Mas o tutor deve também procurar se atualizar quanto às questões comportamentais, questões de saúde. Pois o pet é um ser vivo que precisa de cuidado e atenção, não um objeto", finaliza. De acordo com a organização do evento, são esperadas mais de 200 pessoas para a "Cãominhada".

As inscrições podem ser feitas até momentos antes do início da caminhada. Na ocasião, o participante ganha uma camiseta para si e uma bandana para seu pet, além de concorrer a uma coleira Excalibur, que repele o mosquito que pode transmitir o vírus para o cachorro e para o homem.

Mais Informações
Pet Shop Bichinhos de Estimação
Rua Cel. Frederico Gomes, 43 Centro, Sobral/CE
Telefone: (88) 3611.1167 


 
 Secretaria de Brasilândia alerta a comunidade para prevenir Leishmaniose
Terça, 28 de Agosto de 2012 - 16:15
Foto: Divulgação
Os Agentes de Saúde pedem aos moradores que limpem seus quintais removendo, fezes dos animais domést

Com intuito de prevenir possível propagação da Leishmaniose, a Secretaria Municipal de Saúde por meio da Prefeitura de Brasilândia informa alguns cuidados básicos para que todos se tornem multiplicadores de cuidados básicos.
 
Recomendações - Nos últimos dias o número do mosquito vetor da Leishmaniose aumentou no município de Brasilândia. Os números são da pesquisa entomológica de identificação do mosquito causador da doença realizado pelo Núcleo de Controle de Endemias do município que identificou numa só noite, onde as armadilhas foram colocadas, 186 flebótomos numa rua central da cidade.
 
Essa situação em particular deixou a Vigilância Epidemiológica de Brasilândia em alerta, o que exigiu da Secretaria Municipal de Saúde adotar medidas severas para conter o aumento do agente causador da Leishmaniose, entre elas o saneamento ambiental que consiste em aplicar medidas que promovam a diminuição da proliferação do vetor.
 
Por essa razão a Secretaria de Saúde local está lançando um alerta aos moradores do centro da cidade para que mantenham seus quintais livres da criação de galinhas, uma vez que essa atividade que é proibida, está colocando em risco a saúde da população.
 
A orientação é para que esses animais sejam transferidos para a zona rural ou abatidos pelos seus proprietários. Caso não forem eliminados esses focos de propagação do mosquito da Leishmania, por força do art. 176 da Lei 399/85 (Código de Postura do Município de Brasilândia) e art. 25 da Lei 2.211/07 (que institui o Centro de Zoonoses), não restarão alternativas aos fiscais da Vigilância Sanitária e Agentes de Endemias senão proceder o recolhimento desses galináceos e doá-los às entidades sociais do município.
 
Os Agentes de Saúde pedem aos moradores que limpem seus quintais removendo, fezes dos animais domésticos (cães e gatos) e toda a matéria orgânica que está em decomposição. Orientamos ainda, que enterrem os restos de capinagem e folhas secas, pois estes resíduos também são lugares ideais para a proliferação do vetor da Leishmaniose visceral, que infelizmente, é responsável por dezenas de casos positivos desta zoonose em Brasilândia.

A Crítica de Campo Grande

A Crítica de Campo Grande

"Eu quero justiça" diz mãe de bebê que morreu vítima de leishmaniose na Capital • MS Record.com.br - O melhor jornalismo do Estado na internet

"Eu quero justiça" diz mãe de bebê que morreu vítima de leishmaniose na Capital • MS Record.com.br - O melhor jornalismo do Estado na internet

DF - Novos casos de Leishmaniose em 2012

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Cães de Montes Claros ganham coleira para prevenir a leishmaniose | TV Alterosa

Cães de Montes Claros ganham coleira para prevenir a leishmaniose | TV Alterosa

18/08/2012 - 07:19:33
Leishmaniose
Sucen vai instalar 40 armadilhas para capturar o mosquito palha
ALTERA O
TAMANHO DA LETRA


Subiu para 30 o número de cães suspeitos de leishmaniose em Tupã. O Centro de Controle de Zoonose (CCZ) continua com as coletas de mostras de sangue para exame de diagnóstico da doença nos cães do setor 3, que vai da rua Caingangs a rua Estados Unidos e da avenida Tamoios a avenida Brasil, incluindo a Vila São Paulo e região da Cemitério São Pedro, onde residia a primeira vítima de leishmaniose em humano na cidade, falecida no dia 31 de julho.

Segundo a médica veterinária do CCZ, Emilia Matiko Ikedo, depois de colhidas, as mostras são encaminhadas para um teste rápido no Laboratório Municipal, e se a substância for reagente, é encaminhada ao laboratório regional Adolpho Lutz em Marília, para exame de confirmação, e até o momento nenhum exame voltou do laboratório de Marília.

Se o exame der positivo, os animais deverão ser eutanasiados, como manda o protocolo do Ministério da Saúde para casos de leishmaniose. Segundo a médica, por se tratar de um caso de saúde pública, a recomendação do Ministério dispensa tratamento em virtude do grau de risco e proliferação da doença em outros cães e em seres humanos.

Ela disse também que alguns proprietários tem resistido em atender os agentes comunitários e não deixam coletar sangue de seus cães. Nesse caso, o cidadão assina um termo de responsabilidade, assumindo que se recusou, e ele deverá arcar com todas as conseqüências se um ente da família ou vizinho vier a contrair a doença.

“Não são muitas recusas, mas é preocupante porque se trata de uma área de risco, próximo de onde morava a vítima humana”, disse.

Os animais com suspeitas devem usar coleiras repelentes até sair o resultado. Os cães também poderiam ser levados para isolamento no CCZ, mas não há espaço suficiente para abriga-los, já que eles possuem outros animais abrigados por lá.

Bebê de 8 meses morre com suspeita de leishmaniose em Campo Grande - Campo Grande News

Bebê de 8 meses morre com suspeita de leishmaniose em Campo Grande - Campo Grande News

quarta-feira, 22 de agosto de 2012


  Informações e inscrições com a Marcela pelo telefone 4233-7476 ou pelo e-mail marcela.cerqueira@saocaetanodosul.sp.gov.br Bjs. janete
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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Coleiras Scalibor estão sendo distribuidas pelo Ministério da saúde como controle da Leishmaniose


Montes Claros é a segunda cidade do Brasil a receber coleiras repelentes como uma das ferramentas no controle da Leishmaniose (Calazar)

Ação inédita no mundo leva à cidade mineira o encoleiramento de cães pelo Ministério da Saúde, visando reduzir a infecção em humanos e a morte de cães pela eutanásia

Montes Claros (MG) será a segunda cidade a ser contemplada com uma estratégia, inédita no mundo, para combater o avanço da leishmaniose visceral no Brasil. Trata-se do projeto-piloto do Programa Federal de Controle da Leishmaniose Visceral (Calazar), cujo objetivo é um encoleiramento em massa de cães com coleiras impregnadas com deltametrina a 4%, principio ativo repelente e inseticida recomendado pela Organização Mundial da Saúde como uma das principais formas de controle da doença. A coleira é indicada para o controle dos insetos transmissores da leishmaniose (flebotomíneos), moscas e como auxiliar no controle de carrapatos e pulgas.

A cidade foi analisada pelo Ministério da Saúde e escolhida de acordo com a gravidade da doença em humanos. De acordo com o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Montes Claros, órgão responsável pelo controle de agravos e doenças transmitidas por animais, de 2007 a 2011 foram confirmados 129 casos humanos, com 10 óbitos. A realização de 44.228exames preventivos em cães na cidade, no período de 2009 a 2011, diagnosticaram 2.472casos caninos positivos.

“Nesse primeiro momento serão quatro setores escolhidos e, destes, dois terão os cães encoleirados e os outros dois serão monitorados para o controle da doença”, explica Dra Marília Rocha, do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e referência técnica do Programa Municipal de Controle da Leishmaniose. Os setores contemplados pelo encoleiramento em massa foram sorteados e serão: Maracanã, Vila Campos, Vila Greyce, Vila Vargem Grande, Conjunto Joaquim Costa, Ciro dos Anjos, Chiquinho Guimarães, Nossa Senhora das Graças, Dona Gregória, Conjunto Habitacional Olga Benário, Vila Itatiaia, Conjunto Habitacional José Correia Machado e Alterosa, já os que receberão o monitoramento serão a Vila Luiza, João Botelho, Vila Sumaré, São Judas Tadeu II, Dr Antônio Pimenta, Dr João Alves, Vila Telma, Conjunto José Carlos de Lima, Maria Cândida, Conjunto Havaí, Morrinhos, Clarindo Lopes, Francisco Peres, Santa Rita I e Roxo Verde. Cerca de 6.200 cães receberão a coleira em Montes Claros.

Para Marco Castro, profissional da saúde e Gerente de Produtos da MSD Saúde Animal, esse projeto é uma grande esperança para os proprietários de cães e para o serviço público, uma forma de ficarmos menos dependentes da eutanásia de cães, que é hoje a principal estratégia de combate à leishmaniose visceral no Brasil. ”A Leishmaniose Visceral é um problema de saúde pública. A coleira à base de deltametrina a 4 % repele e mata o mosquito transmissor da leishmaniose e a conscientização do uso da coleira é fundamental para controlar a expansão da doença”, completa Marco Castro.

O projeto-piloto do Programa Federal de Controle da Leishmaniose Visceral (Calazar) é uma ação inédita no mundo, que englobará 12 cidades em sete Estados brasileiros, nas quais bairros com transmissão intensa de leishmaniose visceral em humanos serão escolhidos para o estudo. Os estados já estão definidos - Piauí, Mato Grosso do Sul, Pará, Ceará, Maranhão, Tocantins e Minas Gerais -, e as cidades estão sendo avaliadas pelo Ministério da Saúde e serão contempladas inicialmente as regiões mais críticas da doença em humanos. 

As coleiras serão distribuídas gratuitamente pelo governo, de casa em casa, acompanhadas por um exame de sangue de rotina, realizado regulamente para diagnosticar a evolução da doença na comunidade canina. O encoleiramento em Montes Claros terá início no dia 21 de agosto.

Sobre a leishmaniose:

Leishmaniose é uma grave doença de saúde pública por se tratar de uma zoonose de alta letalidade, que mata muitos cães e humanos no Brasil e no mundo. No Brasil, os casos são crescentes, inclusive com muitas mortes, mas infelizmente poucos conhecem a doença, pois é pouco divulgada e negligenciada. No Estado do Piauí, segundo dados do Ministério da Saúde/SVS - Sistema de Informação de Agravos de Notificação - Sinan Net, foram notificados 823 casos humanos entre 2007 e 2010.
- A leishmaniose visceral (também conhecida como calazar) é uma doença de grande importância para a saúde pública por se tratar de uma zoonose de alta letalidade.
- Considerada um problema de saúde pública, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Leishmaniose visceral registra anualmente 500 mil novos casos humanos no mundo com 59 mil óbitos.
- Quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% dos casos.
- Há 12 milhões de pessoas infectadas no mundo.
- Pesquisadores estimam que nas áreas endêmicas, para cada humano doente, existam 200 cães infectados.
- É a segunda doença parasitária que mais mata no mundo, atrás da malária.
- Na América Latina, o Brasil registra 90% dos casos.
- De 3,5 a 4 mil novos casos por ano em humanos são registrados no País, sendo que em torno de 200 pessoas morrem por ano.
 - A doença está cada vez mais expandindo para grandes centros. Por exemplo, as regiões Norte, Sudeste e Centro Oeste, que até pouco tempo não tinham casos da doença, passaram de 26% do total de casos em 2001 para mais de 52% do total de casos em 2008.
 - O protozoário Leishmania chagasi, causador da Leishmaniose Visceral é transmitido aos seres humanos através da picada de um inseto que também pode transmitir a doença ao cão doméstico.  O cão infectado contaminado serve de fonte de infecção para outros insetos que se alimentam do sangue dele, e esse fato dificulta o controle da doença no meio urbano, visto que o cão infectado contaminado pode permanecer sem sintomas por muito tempo. O cão é considerado o principal reservatório da doença em contato direto com humanos, porém ele não transmite a doença diretamente para o ser humano através da lambedura, arranhadura ou mordedura.
 - Apesar de classificada inicialmente como doença de caráter eminentemente rural, os desmatamentos e os processos migratórios, somados ao crescimento desordenado, tem sido apontados como os principais determinantes para a expansão e alteração do perfil epidemiológico da doença no Brasil, facilitando a urbanização.
 - No cachorro, o tratamento não é regulamentado pelo Ministério da Saúde. O sacrifício de animais para controlar a doença é bastante contestado, pois  gera muito  desconforto nos proprietários, que têm o animal como ente da família (questão social envolvida). Tanto no ser humano quanto no animal No ser humano não há a cura parasitária, apenas a cura clínica, ou seja, a pessoa continuará infectada, porém depois de tratada pode não apresentar sintomas. Aqui, também vale ressaltar que os medicamentos para tratamento em humanos são cardiotóxicos, ou seja, alguns pacientes não toleram o tratamento.
- Os sintomas mais visíveis aos donos de animais são as feridas na pele, principalmente nas saliências ósseas e o emagrecimento acentuado, porém, os proprietários mais atentos perceberão também que o animal está diferente (abatido, fraco), sem apetite, com as mucosas pálidas (anemia), algumas vezes apresentando volume abdominal aumentado e o crescimento exagerado do tamanho das unhas. Nos humanos a doença provoca apatia, febre, perda de peso, anemia e um aumento acentuado no tamanho do baço.
 - Com vistas à prevenção, é de vital importância que os donos de cães ajudem no combate e controle da doença. Eles devem utilizar medidas que diminuam o risco do cão se infectar, como o uso de coleira impregnada de deltametrina a 4%, recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como umas das formas de controle da doença. Com a coleira, que possui efeito inseticida (mata o mosquito), os estudos realizados com o encoleiramento em massa demonstraram diminuição de forma significativa da incidência da doença nos humanos e do uso de inseticidas, prejudiciais ao meio ambiente. O encoleiramento dos cães pelo Ministério da Saúde pode ser um grande avanço na  forma de controlar a doença. Além disso, essa ação pode evitar que o Brasil passe de uma situação endêmica para uma situação epidêmica, de descontrole. Atitudes simples, como a limpeza de quintais com a remoção de fezes e restos de folhas e frutos em decomposição, também ajudam a combater a doença, uma vez que o mosquito deposita seus os ovos em locais ricos em matéria orgânica.
Sobre a MSD Saúde Animal
Hoje a Merck (conhecida como MSD fora dos Estados Unidos e do Canadá) é a líder mundial em assistência à saúde, trabalhando para ajudar o mundo a viver bem.  A MSD Animal Health, conhecida no Brasil como MSD Saúde Animale nos Estados Unidos e Canadá como Merck Animal Health, é a unidade de negócios global de saúde animal da Merck.  A MSD Saúde Animal oferece a veterinários, fazendeiros, proprietários de animais de estimação e governos a mais ampla variedade de produtos farmacêuticos veterinários, vacinas e soluções e serviços de gerenciamento de saúde.  A MSD Saúde Animal se dedica a preservar e melhorar a saúde, o bem estar e o desempenho dos animais, investindo extensivamente em recursos de pesquisa e desenvolvimento amplos e dinâmicos e em uma rede de suprimentos global e moderna.  A MSD Saúde Animal está presente em mais de 50 países, enquanto seus produtos estão disponíveis em 150 mercados.  Para mais informações, visite www.msd-saude-animal.com.br  

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

MOVIMENTO NACIONAL DIGA NÃO À LEISHMANIOSE, O CÃO NÃO É O VILÃO!: Volta Redonda/RJ realiza manifestação a favor de ...

MOVIMENTO NACIONAL DIGA NÃO À LEISHMANIOSE, O CÃO NÃO É O VILÃO!: Volta Redonda/RJ realiza manifestação a favor de ...: Publicada em 17 de agosto de 2012 - 16 h 42  Leishmaniose: Volta Redonda realiza manifestação a favor de cães  Manifestação pacífica e inf...

Leishmaniose - Agentes da Sucen iniciam levantamento ambiental na área do Jardim das Estrelas

da assessoria de imprensa da Prefeitura de Sorocaba
Agentes da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) – órgão da Secretaria de Estado da Saúde – iniciaram na manhã desta quinta-feira (16) o levantamento ambiental na região do Jardim das Estrelas, Zona Leste de Sorocaba, bairro onde foi confirmado o primeiro caso autóctone de leishmaniose visceral canina no município.
A Sucen atua como parceira da Seção de Controle de Zoonoses no trabalho de combate ao mosquito transmissor da doença, o Lutzomyia longipalpis.
Os agentes visitarão as residências dos bairros localizados no setor onde a cadela infectada morava. Será realizado um censo animal e identificados os locais que favoreçam a criação e a proliferação do inseto vetor. Além disso, os agentes orientarão os moradores sobre a doença e as medidas de prevenção.
Assim que este levantamento for concluído, a Zoonoses fará o inquérito canino na mesma região, avaliando os cães e colhendo amostras de sangue para o diagnóstico da doença.
Também na manhã desta quinta-feira, a Área de Vigilância em Saúde recebeu o resultado dos exames de dois casos suspeitos notificados em cães: ambos deram negativo para leishmaniose visceral.
Sobre a doença
A leishmaniose visceral americana é uma doença causada por um parasito denominado Leishmania chagasi e transmitida para cães e pessoas pelo mosquito Lutzomyia longipalpis, conhecido popularmente como "mosquito palha".
A doença está presente no Estado de São Paulo desde 1998 (em cães) e 1999 (em humanos). Em Sorocaba, até então não havia o registro de autoctonia (transmissão dentro do município) de leishmaniose visceral americana.
Sintomas
A leishmaniose visceral americana é uma doença crônica, caracterizada por febre de longa duração, perda de peso, fraqueza, anemia e crescimento do baço, entre outras manifestações. A leishmaniose visceral tem tratamento para humanos, é gratuito e é disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% dos casos.
Os cães infectados pelo parasito podem adoecer logo ou demorar meses para apresentar sintomas. Todos os cães infectados, mesmo aqueles sem sintomas aparentes, são fonte de infecção para o inseto transmissor e, portanto, um risco à saúde pública. Os sintomas da doença em animais são: apatia, lesões de pele, quedas de pelos, emagrecimento, lacrimejamento e crescimento anormal das unhas. A única maneira de detectar a infecção nos cães é através de exames de laboratório específicos. O tratamento em cães não é recomendado pelo Ministério da Saúde por não apresentar eficácia comprovada.
O mosquito transmissor da doença costuma picar ao entardecer e durante a noite, e suas larvas se criam em chão de terra, em locais sombreados, perto de árvores, folhagens e em abrigos de animais.
Ações de prevenção e combate
Para que o combate ao mosquito vetor seja realmente eficaz é fundamental que a população colabore. É dever de todos os cidadãos – não somente dos moradores da área onde morava a cadela doente – manter a casa e o quintal livres de matéria orgânica, recolhendo folhas de árvores, fezes de animais, restos de madeira e frutas, sendo que todo esse lixo deve ser embalado e fechado em sacos plásticos. Além disso, é necessário evitar a criação de porcos e galinhas em área urbana. Os proprietários de terrenos desocupados devem adotar estas mesmas medidas.
Também são cuidados importantes que contribuem para o controle da Leishmaniose Visceral Americana: colocar telas finas em janelas e portas de casa, manter a saúde e higiene dos animais e não permitir que o cão fique solto nas ruas.

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19/08/2012 14:02

Após 7 anos de convivência, idosa chora e entrega cadela para ser sacrificada no CCZ

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Graziela Rezende


Entre a movimentação diária de animais no CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), uma cena triste. Não para os funcionários, acostumados a receberem cães e gatos doentes para serem vacinados ou sacrificados, mas para quem viu uma senhora solitária com diagnóstico de câncer entregando para tratamento sua companheira, uma cadela Fila brasileiro que segundo ela estaria com a mesma doença.
A reportagem do Midiamax chegava naquele momento e presenciou a aposentada chorando e dando o último adeus a sua cadela.
”Um dia Deus irá me explicar o que está acontecendo. Todas as vezes em que eu ficava doente, a minha filha (a cadela) também ficava. E desde que descobri em mim um tumor no peito, do lado esquerdo, ela começou a ficar doente. Tomava o mesmo antibiótico forte que eu, era minha companheira e agora não sei o que vou fazer sem a minha filha”, diz a aposentada Vanir Coffacci, 63 anos.
A fila brasileiro viveu sete anos ao lado da D. Vanir. Enquanto fazia tratamento da doença, com quimioterapia, a cadela 'cuidava' da casa. “Nesses últimos dias ela resistia, mas ainda se mostrou minha parceira, ficando brava com qualquer um que se aproximava de mim. Estava se alimentando aos poucos, a cada três horas e qualquer coisa parecia difícil segurar em seu estômago”, conta a aposentada.
Na noite da última quinta (16), o quadro se agravou. “Fui levar um mingau de aveia pra ela e, ao descer o vasilhame, percebi que ela estava sangrando em cima do rabo. Peguei o spray, achando que fosse por conta de alguma coceira, mas o sangue não parava. Aí tentei a ajuda de vizinhos para leva-la ao CCZ, mas ninguém pôde e aguardei o outro dia tomar uma providência”, diz aos prantos a idosa.
Na sexta-feira (18), por volta das 9h, ela já estava lá no CCZ. Tirar o animal do carro para colocar em uma gaiola parecia uma tarefa impossível. A cadela resistia, parecia estar sabendo o seu destino e foi necessário a ajuda de três pessoas para a sua retirada.
Por fim, a aposentada preencheu um formulário e se despediu da ‘filha’. “Era uma cadela amiga, sentia uma coisa inexplicável por ela. Pra mim é uma filha que estou deixando pra matar”, lamentou a idosa.
Após a idosa ir embora, levando apenas a focinheira como lembrança, a veterinária explicou o verdadeiro diagnóstico do animal.
“A cadela não tem câncer assim como ela acha, mas Leishmaniose (doença crônica transmitida ao cão e ao homem pela picada de uma mosquito). E fragilizada por conta da doença a idosa passa a acreditar em coisas que na verdade não existem. Infelizmente, por ela estar com baixa imunidade, não poderia mais conviver com um animal também doente, seria perigoso para a sua saúde. É triste, mas é a realidade”, concluiu a veterinária Iara Helena Domingos.
Cleber Gellio/Graziela Rezende
Idosa empurrando 'filha' para gaiola e depois o momento da despedida

sábado, 18 de agosto de 2012

Associação Piauiense em prol dos animais em favor do tratamento dos cães com leishmaniose.

Leishmaniose: Volta Redonda realiza manifestação a favor de cães | Jornal Folha do Interior

Leishmaniose: Volta Redonda realiza manifestação a favor de cães | Jornal Folha do Interior

Vivemos como animais, diz haitiano que aguarda trabalhar no Brasil

As cidades de Assis Brasil e Iñapari estão situadas em uma região da Amazônia onde a leishmaniose é endêmica, disse o clínico geral do hospital da cidade brasileira, Everton da Costa.

Terra 18/08/2012 15:46
Foto: Google
A presença de 96 haitianos na cidade peruana de Iñapari, onde tentam regularizar seus documentos para que possam trabalhar no Brasil
A presença de 96 haitianos na cidade peruana de Iñapari, onde tentam regularizar seus documentos para que possam trabalhar no Brasil
ença de 96 haitianos na cidade peruana de Iñapari, onde tentam regularizar seus documentos para que possam trabalhar noBrasil, gera o mesmo tipo de reação tanto entre os que vivem no lado peruano quanto entre os que estão na vizinha Assis Brasil, no Acre. Moradores dos dois municípios afirmam que os haitianos se recusam a trabalhar, mas, ao mesmo tempo, reconhecem que, sem comida, água e energia, como estão vivendo há quase quatro meses na localidade, não dá para continuar.
Na sexta-feira, segundo relato de imigrantes como Junior Saint-Jean, que já tem situação regularizada na fronteira, os haitianos ilegais foram transferidos para dois barracões de madeira. As mulheres, a maioria com problemas de infecção urinária, detectada por médicos do hospital de Assis Brasil, residem em barracão separado do dos homens. Elas são 26 e ocupam um só cômodo, no qual não há energia elétrica. Dormem em colchonetes doados pela comunidade, fazem suas necessidades fisiológicas no mato, em área próxima ao leito do Rio Acre. Quando recebem doações de água, usam para fazer a comida.
Banho, só no rio ou com a água que sobra e fica depositada em uma caixa de 500 litros. O banheiro é fechado com uma espécie de rede e coberto com telhas de amianto. A água é distribuída por cinco canos que escorrem para uma vala a céu aberto. ''Vivemos como animais. O governo peruano não nos dá qualquer apoio desde que chegamos aqui'', disse Junior Saint-Jean. No barracão dos homens, a situação é parecida. São 70 ao todo, distribuídos em seis apartamentos, um deles separado para haitianos que estão com a saúde mais debilitada.
As cidades de Assis Brasil e Iñapari estão situadas em uma região da Amazônia onde a leishmaniose é endêmica, disse o clínico geral do hospital da cidade brasileira, Everton da Costa. Praticamente todos os homens têm o corpo coberto de pequenas feridas, como foi mostrado à reportagem pelo imigrante ilegal Ebetch Nerizier, 26 anos. ''Os mosquitos picam a gente toda noite. Estamos cobertos de feridas e sem qualquer tratamento médico. Alguns, por estresse, pensam até em se matar'', disse.
Perguntado por que não retornam ao Haiti, com tantos problemas que enfrentam para entrar em território brasileiro, Nerizier foi direto: ''Nós não queremos trabalhar no Peru, porque não conseguiríamos entrar no Brasil. Queremos trabalhar no Brasil, ganhar um pouco mais de dinheiro para mandar para nossas famílias que ficaram no Haiti. Lá é pior, não tem nada.''
Eles contam que todos os seus documentos estão com a Polícia Federal. A postura do governo brasileiro, até o momento, é não permitir o ingresso de novos imigrantes. No primeiro semestre, o governo federal, em parceria com o governo do Acre, regularizou e conseguiu empregar mais de 2 mil haitianos.
Em um determinado momento, no acampamento, chegou o técnico do governo de Iberia, equivalente ao governo de um estado brasileiro, para instalar rede de água e luz. O eletricista Ochoa Lucas colocou lâmpadas em todos os cômodos e disse que puxaria a rede de água. ''Toda vez que tem alguém de fora ele vem aqui, faz isso e depois desliga tudo'', disse o pedreiro haitiano Jean Rodeng Fleurisma.
Por telefone, o padre Rutemarque Crispim, pároco em Brasiléia (AC) e responsável pela Pastoral de Direitos Humanos de Assis Brasil, confirmou a história contada pelo haitiano. ''Na semana passada, estive aí também e eles fizeram a mesma coisa. Logo que saí, desligaram a energia'', disse. O padre confirmou também as reclamações de moradores de Iñapari, segundo os quais os haitianos só querem receber doações, sem trabalhar. Segundo o padre Crispim, são oferecidos, em média, R$ 13 de diária, o que, na cidade, só dá para um dia de alimentação.
Lêni Lopes Cardoso, nascida em Iñapari e filha de brasileiros, disse que, na primeira leva de 240 haitianos, arrumou emprego para dois, mas não pagava em dinheiro. Como aluga quartos para se manter, Lêni trocava o trabalho de arrumação por habitação e comida.
''O problema é que eles não querem trabalhar, querem que se deem as coisas. Se trabalhassem fazendo alguma coisa, até haveria ajuda maior do povo daqui'', disse Lêni. Os dois haitianos que aceitaram trabalhar com ela tiveram a situação legalizada e puderam ingressar no Brasil. Segundo Lêni, o visto brasileiro seria apenas para facilitar a entrada na Guiana Francesa, este sim o país pretendido pelos haitianos.
Antonio José Lima, comerciante em Assis Brasil e membro da Pastoral de Direitos Humanos, confirma que a situação é cada vez mais crítica. A cada dois dias, Lima leva 500 litros de água potável aos haitianos. De acordo com ele, a maioria deles acha que, se não arrumar emprego no Peru, terá o visto brasileiro.
Outro comerciante de Assis Brasil que presta assistência humanitária aos haitianos, Júnior, confirma as dificuldades e pergunta: ''O fato é que empresário visa ao lucro. Como é que vamos dar do nosso bolso? O que você vê aqui são doações''. Para ele, trabalhar seria oportuno para que os haitianos voltassem a ser vistos ''com bons olhos'' pela população de Assis Brasil e Iñapari.
Outro problema foi a postura do grupo durante a enchente do início do ano que alagou quase toda Iñapari e boa parte de Assis Brasil. Segundo Júnior Melo, enquanto a população peruana se uniu para limpar ruas, casas e salvar móveis e eletrodomésticos, os haitianos não esboçaram qualquer iniciativa de ajuda.
Incidência de leishmaniose em gatos preocupa CCZ
Gisele MendesFoto: Cláudio Pereira


Gastos podem contrair a doença e passá-la para os humanos
O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Três Lagoas registra, em média, 15 eutanásias em gatos com suspeita de leishmaniose na cidade. De acordo com o médico veterinário e coordenador do CCZ, Antônio Empke, apesar de muitas controvérsias, a doença atinge também os felinos. “Os casos de leishmaniose em gatos não são muito comentados, mas, assim como os cães, eles também estão vulneráveis ao mosquito palha, transmissor da doença”, explicou.
Apesar disso, os exames que comprovam a doença vêm sendo feitos após eles serem sacrificados. “Nos cães, realizamos o teste por meio do sangue, porém, nos gatos, não há como realizar o mesmo procedimento. Isso porque o sangue do gato é diferente do sangue dos felinos”, disse.
Segundo Empke, o CCZ passou a se preocupar com os casos de leishmaniose em gatos em outubro do ano passado, quando foram identificadas as suspeitas nesses animais. Na época, 42 gatos foram sacrificados e as orelhas do lado direito foram encaminhadas à Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Botucatu. “Uma aluna do curso de medicina veterinária defendia a tese de um trabalho justamente sobre os casos da doença em gatos”, destacou.
O estudo, segundo o veterinário, veio a calhar. Foram realizados exames parasitológicos, por meio de raspagens realizadas nas orelhas dos animais. “Surpreendentemente, a doença foi confirmada em 32 bichos”, disse. O trabalho da acadêmica foi apresentado no Instituto Biológico de São Paulo, em novembro do ano passado. “Três Lagoas acabou se tornando referência em todo o país quanto à importância dada aos gatos também”, salientou.
No próximo mês, Empke viaja a Botucatu para realizar novos testes junto à Unesp, para encontrar uma maneira de realizar o teste nos animais ainda vivos. “Eu acredito que daqui para frente o próprio Ministério da Saúde vai passar a olhar diferente para os casos da doença em gatos e deverá propor exames”, disse.
SINTOMAS
Os sintomas da leishmaniose em gatos são os mesmos dos encontrados nos cães. Escamação nas orelhas e focinho, emagrecimento, queda de pelo, vômitos, apatia, febre e aumento das unhas.
CÃES
Os casos de leishmaniose canina no município também são bastante expressivos. Segundo Empke, todos os meses chegam, em média, 350 desses animais no CCZ com os sintomas. Desses, pelos menos 245 são diagnosticados com a doença e sacrificados. No ano passado, mais de 3 mil cachorros passaram pela eutanásia no município.
Apesar de existir tratamento para a leishmaniose, não há cura. “Mesmo durante o tratamento, o animal pode transmitir a doença para o ser humano”, completou.

sábado, 11 de agosto de 2012

Os bairros do Rio de Janeiro como Ipanema , Leme e outros já apresentam casos de leishmaniose


 Leishmaniose Visceral (papo muito sério)

Mensagem por ClaudioBass Ontem à(s) 10:27 am
Prezados,

Recentemente recebi um e-mail falando sobre Leishmaniose Visceral Canina. A Veterinária que mandou o e-mail, deixou suas formas de contato, juntamente com a matrícula no CRMV-RJ. Li o texto com atenção, e diante a gravidade do assunto, consultei outros amigos também Veterinários, e todos confirmaram a veracidade das informações.

Está começando no Rio de Janeiro um surto de uma doença chamada Leishmaniose Visceral Canina, que é considerada uma Zoonose, que pode ser transmitida para o ser humano através de uma picada de mosquito. É uma doença endêmica no estado de Minas Gerais e norte de São Paulo, e agora está chegando ao Rio.

Bairros como Laranjeiras, Leme, Botafogo, Catumbi, Cachambi, Méier, Catete, Ipanema já registraram casos da doença, inclusive em humanos. Outros bairros como Vargem grande, Pequena, Recreio, Pedra de Guaratiba, Barra de Guaratiba, Itaipu e Itaipuaçu, são considerados endêmicos. Houve há pouco tempo um surto com 25 cães positivos no bairro do Cajú.

Infelizmente, não interessa ao Ministério da Agricultura divulgar essas informações, que são considerados "assuntos alarmistas". Os profissionais de Veterinária são PROIBIDOS de tratar os cães positivos, e ainda são obrigados a notificar e enviar esses animais para EUTANÁSIA... isso é um verdadeiro absurdo. Se os seres humanos portadores da Leishmaniose podem e são devidademente tratados, por que os nossos animais devem ser sacrificados?

Bem, já existe vacina disponível para previnir que a Leishmaniose Visceral Canina atinja nossos melhores amigos. O procedimento é bem simples:

1 - Leve seu cão para fazer a sorologia (coleta de sangue sem necessidade de jejum alimentar). Esse sangue será enviado para Belo Horizonte (centro de referência no país);

2 - Enquanto aguarda o resultado da sorologia, é prudente colocar uma coleira antiparasitária Escalibor, que funcionará como um repelente para o mosquito. Esta coleira permanecerá no cão até o final da vacinação. Se o cão apresentar alergia a coleira Escalibor, como alternativa poderá ser utilizado Advantage Max 3 a cada 21 dias ou Defendog spray a cada 21 dias;

3 - Assim que a sorologia chegar com o resultado NEGATIVO, o profissional de Veterinária irá iniciar a vacinação. Serão 3 doses com intervalo de 21 dias cada uma. Esse intervalo não pode ser superior a 21 dias. Pode ser até entecipado, porém jamais atrasar.

Feito esse procedimento, nossos amigos estarão imunes, e a partir do ano seguinte a vacina deverá ser aplicada em DOSE ÚNICA, exatamente no mesmo dia em que foi aplicada a primeira dose do ciclo.

Então é isso... ajudem a divulgar essa importante informação. Procure o Veterinário que trata do seu melhor amigo, faça a sorologia e começe a vacinação o quanto antes!

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[ ]s Cláudio -- Por que Fretless? porque se Traste fosse bom não teria esse nome! --- www.gravidadevertica