Grande Otelo

Grande Otelo
Tela feita pelo grafiteiro CRÂNIO, em apoio à campanha.

Apoio de várias celebridades

Apoio de várias celebridades
Hebe Camargo num lambeselinho em Grande Otelo, mascote da campanha.

quarta-feira, 4 de abril de 2012


Campanha “Diga não à Leishmaniose” foi um sucessoImprimirE-mail
A adesão da comunidade formiguense à campanha “Diga não à Leishmaniose”, promovida no sábado passado, dia 31, na praça Getúlio Vargas, superou as expectativas.

O UNIFOR, por meio do curso de Medicina Veterinária, distribuiu 300 coleiras repelentes, que foram colocadas nos cães, com o objetivo de ajudar a controlar a leishmaniose em Formiga.

De acordo com o coordenador do curso de Medicina Veterinária, Prof. Ms. Dênio Garcia, as coleiras foram disponibilizadas por meio de uma parceria com a empresa multinacional MSDSaúde Animal e auxiliam no controle do mosquito transmissor da leishmaniose ao evitar suas picadas. Elas podem permanecer nos cães por um prazo de quatro meses.

Os alunos do curso de Medicina Veterinária, acompanhados de professores, colocaram as coleiras nos cães, além de preencherem um questionário com dados pessoais dos donos dos animais e informações sobre os cães, para repassar à Secretaria Municipal de Saúde, a fim de auxiliar no controle da doença. Além disso, orientaram a população a respeito do uso da coleira e de posse responsável.

Mislane Cristina de Faria, moradora  do Quinzinho, levou quatro cães para receberem as coleiras. Achei uma ótima iniciativa, porque é uma doença que não tem cura e pode passar para a gente. Então tem que se prevenir, comentou. A senhora Maria Luzia Silveira, do bairro São Luiz, tem 5 cães e disse ter muito medo da doença, por isso achou importante a campanha.

O estudante do UNIFOR Luiz Henrique Mata da Rocha Melo mora na Vila Ferreira e levou dois cães. Foi muito boa esta campanha, porque a leishmaniose é uma questão de saúde pública e o Centro Universitário ajudou muito, porque as coleiras são caras e nem todos têm condições de adquirir, enfatizou.

A acadêmica do 1º período de Medicina Veterinária Caroliny de Melo Santos mora em Piumhi e veio participar da campanha. Gostei bastante, porque é a primeira campanha que participo e está sendo muito importante. Na minha cidade nunca teve uma campanha assim e acho muito válida essa iniciativa do UNIFOR, aqui em Formiga.

O Prof. Ms. Dênio Garcia ressaltou que, em Formiga, a situação da zoonose é emergente, mas vários casos de leishmaniose já foram detectados, inclusive em humanos. Ele ressaltou a parceria com a multinacional para a distribuição das coleiras, comemorou agrande adesão da comunidade e destacou a participação do curso de Medicina Veterinária do UNIFOR em mais um projeto que beneficia a comunidade formiguense.

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Repelente para o ambiente e para o cão

Em um litro de alcool, coloque um pacote de cravo da índia ( moer o cravo no liquidificador). Deixe curtir por uns 4 dias.
Diariamente sacuda a garrafa para misturar.
Depois de curtido, coloque uns 200 ml de óleo (amêndoas, de bebê, de banho, ou equivalente). Misture bem.
Pode usar para borrifar na casinha dos cães, passar no pêlo, na pele ...  



Dica: Colocar num recipiente com varetas de madeira para difundir o cheiro no ambiente.
Afasta moscas e mosquitos.  


Dica da amiga Vivi Vieri de Jales - SP

terça-feira, 3 de abril de 2012


Município registra casos de dengue e calazar


A secretaria Municipal de Saúde divulgou nesta terça-feira (02) um boletim com os números notificados de casos da dengue no municipio. Foram registados 31 casos de dengue, sendo dois casos confirmados e situados em bairros distintos no município: um caso da zona rural (localidade Ovelha) e outro no bairro São Luis. Para todos os casos suspeitos foi realizado o bloqueio dos focos do mosquito em todos os endereços informados.


Além das ações voltadas para dengue foram realizadas ações de inquérito canino em determinadas áreas. Durante a inspeção foi confirmado um caso de calazar humano (Leishmaniose Visceral ) no bairro Cidade Nova. Medidas para a redução de combate ao vetor transmissor na mesma, já foram tomadas, através de visitas, delimitação da área e borrifação.

Mesmo apresentando um índice baixo a prefeitura de Campo Maior está realizando o mutirão de combate a dengue percorrendo os bairros do município, principalmente onde há incidência de foco do mosquito Aedes aegypti.



Projeto que cria atendimento especializado aos portadores de doenças virais é aprovado na Câmara

EM 03 DE ABRIL DE 2012 AS 13H05
A ideia é prestar atendimento individualizado aos portadores de doenças virais e infectocontagiosas e tirar o município do ranking nacional, onde ocupa o 60º lugar.
Fonte: Heidy Lyana Prado
 A A A
Após a divulgação de um boletim epidemiológico, com dados do ano de 2010, que mostrou Rondonópolis entre os cem municípios com maior incidência de AIDS no Brasil, entre aqueles com população acima de 50 mil habitantes, foi aprovado pelos vereadores o projeto que trata da criação do Serviço de Atendimento Especializado (SAE). A ideia é prestar atendimento individualizado aos portadores de doenças virais e infectocontagiosas e tirar o município do ranking nacional, onde ocupa o 60º lugar.

A proposta de criação do SAE é do Executivo Municipal, que visa atender todos os pacientes do município de Rondonópolis e da região Sul do Estado, tendo em vista, o aumento da demanda de atendimento. Conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde, em janeiro deste ano, foram contabilizados 291 pacientes infectados por algum tipo de vírus.

Com a implantação do Serviço, o município terá obrigatoriamente, que dispor de um médico infectologista que tenha treinamento específico para atender portadores do HIV, leishmaniose visceral e hepatite viral, sendo que, o intervalo entre uma consulta e outra deve ser de no máximo 60 dias, sob risco de comprometer o estado clínico do paciente e adesão a medicação.

O atendimento e a redução da taxa de mortalidade em pacientes com dengue também será alvo do SAE, bem como o combate ao alto índice de casos e óbitos por conta da leishmaniose visceral.

O projeto, de autoria do Executivo Municipal, foi protocolado em regime de urgência na Casa de Leis no dia 26 de março e aprovado na sessão ordinária desta quarta-feira (28) e, em seguida, encaminhado para sanção.



Terça-feira, 3 Abril 2012 às 10:41

Bebê de um ano morre vítima de leishmaniose em Pirenópolis





Mais Goiás, com informações do G1 Goiás

(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Emanuelle Araújo Rocha
, de apenas 1 ano e 6 meses, morreu na última quinta-feira (29/3), vítima de Leishmaniose visceral, a forma mais grave da doença. As informações são do G1 Goiás.


De acordo com o site, a criança, que morava com a família na periferia de Pirenópolis, a 121 quilômentros de Goiânia, passou 14 dias internada na UTI pediátrica da Santa Casa de Misericórdia de Anápolis, mas o estado de saúde só piorou, apesar dos medicamentos. Segundo os médicos, ela já deu entrada na unidade de saúde em estado gravíssimo.


A forma visceral da doença é comum em Pirenópolis, assim como em Cocalzinho e Corumbá. A transmissão acontece por meio da picada do mosquito palha contaminado e, se não tratada, é fatal em quase 100% dos casos.


Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Pirenópolis, no ano passado, houve pelo menos cinco registros da doença. Neste ano, a única notificação confirmada foi a da criança morta na última semana.


Goiânia também enfrenta problemas com a doença. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, no ano passado foram identificados 43 cães com leishmanoise, um cachorro morreu, 14 foram sacrificados e 13 ainda estão na casa dos donos, que se recusam a entregar os animais para o Centro de Zoonoses.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

CCZ promove ações contra a dengue e leishmaniose- Prefeitura Municipal de Araçatuba

CCZ promove ações contra a dengue e leishmaniose- Prefeitura Municipal de Araçatuba

Mais 90 exames para detectar leishmaniose dão negativo em Prudente

O CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) divulgou, nesta quinta-feira (29), novo lote com os resultados de mais 90 amostras colhidas em cães para detectar LVA (Leishmaniose Visceral Americana).
Pela terceira vez consecutiva todos deram negativo. Com isso, o município segue com os dois casos positivos datados de janeiro até agora, sendo um autóctone (contraído dentro do próprio município) e outro importado.
Atualmente, os agentes de apoio de zoonoses ficam mobilizados na coleta que ocorre no Jardim Maracanã e adjacências. Para que neles o trabalho seja bem sucedido, o diretor do CCZ Célio Nereu Soares pede a colaboração da população, através de uma recomendação importante: “na hora de levarem os animais até a viatura, que os levem presos em coleiras, até mesmo para facilitar o trabalho da equipe e evitar que os animais fujam”.
Do início do ano até agora, vale lembrar que cerca de 1.900 exames já foram realizados e divulgados pelo CCZ, órgão que esclarece ainda que a coleta de sangue em animais só é feita pelos agentes na presença de um maior de idade.
Quem não estiver na residência na hora da visita dos agentes, têm prazo de 30 dias para levarem seus animais até o CCZ, ou em alguma clínica particular, de modo a submetê-los ao exame.