Grande Otelo

Tela feita pelo grafiteiro CRÂNIO, em apoio à campanha.
Apoio de várias celebridades

Hebe Camargo num lambeselinho em Grande Otelo, mascote da campanha.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
LEISHMANIOSE PODE SER TRATADA , DIZ O ADVOGADO WAGNER LEÃO.
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Caso Scooby, luta de cão contra a leishmaniose ganha liminar na justiça.
Nossa amiga, sempre antenada, na luta contra a eutanásia e a favor do tratamento no cão.
Abaixo seu post...Nosso lema sempre: "Unidos somos muito mais fortes"
Abraços,
Marli Pó
Scooby, símbolo de uma luta pela vida contra a Leishmaniose!
Abaixo seu post...Nosso lema sempre: "Unidos somos muito mais fortes"
Abraços,
Marli Pó
Scooby, símbolo de uma luta pela vida contra a Leishmaniose!
Parabéns Campo Grandenses!!!
E vamos aos poucos conseguindo que nossos juízes e promotores sigam a ciência em suas decisões!!!
Vivi Vieri
A diferença entre a omissão e a cidadania
A decisão do juiz Amaury Kuklinski, da Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Homogêneos, que obrigou o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Campo Grande (MS) a entregar o cão Scooby aos cuidados da ONG Abrigo dos Bichos nesta terça-feira, 15, é o ápice de uma guerra que envolveu milhares de pessoas em todo o Brasil e que teve nas redes sociais o seu principal campo de batalha.
A história de Scooby é comovente. Ele sobreviveu após ter sido amarrado a uma moto e arrastado pelos próprios tutores por 4 km até o CCZ, superou a leishmaniose ao ser tratado por veterinários que honram a profissão, e no dia 19 de dezembro foi devolvido ao CCZ como parte do acordo firmado pela ONG e a Prefeitura. Desde então Scooby ficou sem o tratamento contra a doença e sob o constante risco de ser mais um entre os milhares de animais sacrificados todos os meses no Centro com base em uma absurda política de massacre que não resolve os problemas que se dispõe solucionar.
A devolução de Scooby é uma clara demonstração da força popular catalisada nas redes sociais. É uma mostra de que, diferente do que pensam alguns – inclusive muitos representantes do povo, a população tem, sim, o poder de influenciar os assuntos que lhe dizem respeito. A voz do cidadão encontra nas redes sociais, a amplificação necessária para chegar aos fóruns de decisão e influir em mudanças importantes.
O Caso Scooby não acabou ainda. É certo de que haverá novos rounds neste confronto. Mas ele é mais uma demonstração do que se pode fazer quando as pessoas se unem em prol de uma causa justa.
A revista Semana Online se curva a todos os cidadãos e entidades que se envolveram neste embate. Vocês fazem a diferença entre a omissão e a cidadania.
A decisão do juiz Amaury Kuklinski, da Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Homogêneos, que obrigou o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Campo Grande (MS) a entregar o cão Scooby aos cuidados da ONG Abrigo dos Bichos nesta terça-feira, 15, é o ápice de uma guerra que envolveu milhares de pessoas em todo o Brasil e que teve nas redes sociais o seu principal campo de batalha.
A história de Scooby é comovente. Ele sobreviveu após ter sido amarrado a uma moto e arrastado pelos próprios tutores por 4 km até o CCZ, superou a leishmaniose ao ser tratado por veterinários que honram a profissão, e no dia 19 de dezembro foi devolvido ao CCZ como parte do acordo firmado pela ONG e a Prefeitura. Desde então Scooby ficou sem o tratamento contra a doença e sob o constante risco de ser mais um entre os milhares de animais sacrificados todos os meses no Centro com base em uma absurda política de massacre que não resolve os problemas que se dispõe solucionar.
A devolução de Scooby é uma clara demonstração da força popular catalisada nas redes sociais. É uma mostra de que, diferente do que pensam alguns – inclusive muitos representantes do povo, a população tem, sim, o poder de influenciar os assuntos que lhe dizem respeito. A voz do cidadão encontra nas redes sociais, a amplificação necessária para chegar aos fóruns de decisão e influir em mudanças importantes.
O Caso Scooby não acabou ainda. É certo de que haverá novos rounds neste confronto. Mas ele é mais uma demonstração do que se pode fazer quando as pessoas se unem em prol de uma causa justa.
A revista Semana Online se curva a todos os cidadãos e entidades que se envolveram neste embate. Vocês fazem a diferença entre a omissão e a cidadania.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
REGIÃO / NOVA GUATAPORANGA
Caso de leishmaniose humana é confirmado no município
11/1/2013 - 08h00
Portal Regional
O paciente é um bebê de seis meses, no ano passado duas crianças apresentaram diagnóstico positivo da doença
O primeiro caso do ano de leishmaniose humana foi confirmado em Nova Guataporanga. Trata-se de uma criança de seis meses. No ano passado, outras duas crianças entre 2 e 3 anos também apresentaram diagnóstico positivo da doença.
A Ecoden (Equipe de Combate à Dengue) de Nova Guataporanga em parceria com a Prefeitura e Vigilância Sanitária realizou bloqueio em 22 quarteirões da cidade contra leishmaniose. Foram feitas orientações de saneamento visando à conscientização da população e a interrupção do vetor (mosquito palha). Além disso, a Ecoden realizou arrastão de limpeza pública devido ao grande número de focos de larvas, criadouros do mosquito transmissor da dengue (Aeds Aegypti) encontrados nas residências do município.
PREVENÇÃO – Cuidado responsável com seu cão; evitar a criação de galináceos no quintal para não atrair o vetor e manter o quintal limpo, sem folhas, galhos, madeiras em decomposição e fezes de animais.
SINTOMAS - Os sintomas variam de acordo com o tipo da leishmaniose. No caso da tegumentar, surge uma pequena elevação avermelhada na pele que vai aumentando até se tornar uma ferida que pode estar recoberta por crosta ou secreção purulenta. Há também a possibilidade de sua manifestação se dar através de lesões inflamatórias no nariz ou na boca. Na visceral, ocorre febre irregular, anemia, indisposição, palidez da pele e mucosas, perda de peso, inchaço abdominal devido ao aumento do fígado e do baço.
Conscientizar e prevenir, esse é o principal fundamento da nossa Campanha. Temos que nos unir e sair em campo tornando possível a prevenção em humanos e principalmente em cães. A conduta do Ministério da Saúde deverá ser mudada em breve. MELHOR QUE TRATAR É PREVENIR.
POR ISSO NOSSA CAMPANHA COM OU SEM PATROCÍNIO NÃO PÁRA E CADA VEZ MAIS SOMOS AGRACIADOS POR ANJOS REAIS EM NOSSO FAVOR.
Dizendo não à Leishmaniose, pois Unidos somos muito mais fortes...
Nossa amiga, a veterinária Fernanda da ONG Arca Brasil, tb em campanha em informar sobre a doença.
http://noticias.r7.com/videos/recomendacao-do-ministerio-da-saude-de-sacrificar-caes-com-leishmaniose-gera-polemica/idmedia/50f48dbf6b71d08d067085fa.html
POR ISSO NOSSA CAMPANHA COM OU SEM PATROCÍNIO NÃO PÁRA E CADA VEZ MAIS SOMOS AGRACIADOS POR ANJOS REAIS EM NOSSO FAVOR.
Dizendo não à Leishmaniose, pois Unidos somos muito mais fortes...
Nossa amiga, a veterinária Fernanda da ONG Arca Brasil, tb em campanha em informar sobre a doença.
http://noticias.r7.com/videos/recomendacao-do-ministerio-da-saude-de-sacrificar-caes-com-leishmaniose-gera-polemica/idmedia/50f48dbf6b71d08d067085fa.html
domingo, 6 de janeiro de 2013
Campanhas de conscientização e prevenção da leishmaniose são necessárias.
Diga Não à Leishmaniose
Votuporanga (SP), teve 19 pessoas infectadas em 2012, três morreram.
Birigui (SP) registrou 14 casos de leishmaniose visceral em 2012.
Do G1 Rio Preto e Araçatuba
Autoridades de saúde programam para este ano medidas de controle para a leishmaniose, que preocupa toda a noroeste paulista. A doença atinge homens e animais, principalmente cães, e causou a morte de seis pessoas na região no último ano.
Três foram em Votuporanga (SP), a cidade com maior número de pessoas infectadas: ao todo, 19. Na região de Araçatuba (SP), Birigui (SP) é a cidade que mais sofre com a proliferação da leishmaniose visceral. Em 2012, o município registrou 14 casos. Uma pessoa morreu. Araçatuba foram seis casos e Andradina (SP) cinco; ambas também contabilizaram uma morte cada. São José do Rio Preto (SP) registrou apenas um caso. Ninguém morreu.
Existem dois tipos de leishmaniose, o que causa ferimentos na pele e o visceral, que atinge o fígado e pode matar. As autoridades já conhecem o perigo. Mesmo assim, a doença, muitas vezes silenciosa, continua fazendo vítimas. “A doença visceral é mortal porque acomete os órgãos internos. Ela é progressiva e sem não for tratada pode matar”, orienta o médico infectologista Stélios Fikaris,
A luta contra a leishmaniose é dura e, para que o tratamento seja eficaz, o diagnóstico precoce é fundamental. “Existe uma alteração da perda do estado geral do individuo, ele vai emagrecendo, a febre persiste, o fígado e baço incham e isso tudo é acompanhado de uma anemia. É preciso ficar atento”, finaliza Fikaris.
Para ficar livre da doença, que é transmitida pelo mosquito palha, é necessário cuidados simples. A professora do curso de medicina veterinária da Unesp de Araçatuba, Valéria Marçal Felix de Lima, orienta sobre o que fazem em casa. “É importante retirar diariamente qualquer matéria orgânica que fique no local, como folhas, restos de frutas e dejetos animais”, comenta Valéria.
Além da limpeza no quintal, quem gosta é apaixonado por cães também pode se prevenir de outras maneiras. “O uso de repelentes para animais pode evitar a picada do mosquito. A vacina também é importante, portanto é necessário ficar atento aos calendários”, finaliza Valéria.

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