Grande Otelo

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Tela feita pelo grafiteiro CRÂNIO, em apoio à campanha.

Apoio de várias celebridades

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Hebe Camargo num lambeselinho em Grande Otelo, mascote da campanha.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

TUPÂ - mais casos de leishmaniose



 Criança vítima de leishmaniose continua internada em Marília



A criança de 6 meses contaminada por leishmaniose, continua em tratamento no Hospital Materno Infantil de Marília, do Hospital das Clínicas. Esse é o segundo caso registrado em humano em Tupã.De acordo com a diretora da Vigilância Epidemiológica, Nincéia Guandaline, a Secretaria Municipal de Saúde já está tomando as medidas descritas no protocolo de leishmaniose. As equipes da Secretaria estão percorrendo a vizinhança da criança, que mora na colônia da Fepasa, para a busca de sintomáticos, em um raio 200 metros dos arredores da residência da vítima.


Assim como no primeiro caso da doença registrada em julho, a equipe do Centro de Controle de Zoonose (CCZ) vai colher mostras de sangue dos cães naquele setor da cidade. Somente no setor 3, proximidades da Vila São Paulo, onde morava a primeira vítima, foram colhidos cerca de 800 mostras de sangue de cães, no intuito de diagnosticar a doença. “Espero que a população compreenda e atenda os funcionários da prefeitura para obtermos bom resultado”, comentou.

Tupã registra o segundo de leishmaniose em humanos na história da cidade. A doença foi confirmada no início da semana. O primeiro caso de leishmaniose ocorreu em julho, quando no último dia daquele mês, dia 31, fez vítima Derci Lopes de Souza, 48 anos, que não resistiu ao tratamento de uma leishmaniose visceral.

Ele ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital São Francisco por mais de uma semana e veio a falecer. A doença é transmitida pelo mosquito palha. Por serem pequenos, esses mosquitos são capazes de atravessar mosquiteiros e telas. São mais comumente encontrados em locais úmidos, escuros e com muitas plantas.

Além do cuidado com o mosquito, através do uso de repelentes em áreas muito próximas a mata, dentro da mata, é importante também saber que este parasita pode estar presente em animais silvestres e em cachorros de estimação.

Os sintomas variam com o tipo da leishmaniose. No caso da tegumentar, surge uma pequena elevação avermelhada na pele que vai aumentando até se tornar uma ferida que pode estar recoberta por crosta ou secreção purulenta.
Há também a possibilidade de sua manifestação se dar através de lesões inflamatórias no nariz ou na boca. Na visceral, ocorre febre irregular, anemia, indisposição, palidez da pele e mucosas, perda de peso, inchaço abdominal devido ao aumento do fígado e do baço.

A melhor forma de se prevenir é evitar residir ou permanecer em áreas muito próximas à mata, evitar banhos em rio próximo a mata e sempre usar repelentes. Essa doença deve ser tratada através de medicamentos e receber acompanhamento médico, pois, se não for adequadamente tratada, ou diagnosticada tardiamente, pode levar a óbito.

Fonte: Folha do Povo (Tupã)


Pará de Minas tem sete casos de leishmaniose humana




A leishmaniose continua sendo um grande problema em Pará de Minas. Além de vários casos confirmados da doença em cães, o município está com um alto índice de pessoas contaminadas.

De acordo com a coordenadora do setor epidemiológico de Pará de Minas, (foto) Maria de Lourdes Liguori, o número de casos confirmados de leishmaniose em seres-humanos chegou a sete.

Maria de Lourdes faz questão de deixar claro que existem dois tipos de leishmaniose: a tegumentar ou cutânea, que se caracteriza por feridas na pele, e a leishmaniose visceral, que acomete vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea.

Para evitar que o número de casos da doença na cidade aumente ainda mais, a coordenadora pede as pessoas para que sigam as instruções da equipe da Vigilância Sanitária e mantenham os quintais sempre limpos.

Para saber mais informações sobre a leishmaniose e como preveni-la, basta entrar em contato com a Vigilância Sanitária de Pará de Minas, que fica na Praça Galba Veloso, 145, bem próximo à Policlínica.


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

 
Publicado em: 16/10/2012 08:42:00
Leishmaniose: 23 casos são registrados este ano em Aracaju

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), age cotidianamente no controle da leishmaniose, doença crônica, fatal quando canina, mas que também atinge outros animais, inclusive o homem. Pensando na gravidade da doença e na responsabilidade com a saúde pública, o CCZ põe em prática dois círculos de trabalhos por ano.
Faz parte do Centro investigar os casos, mapear e delimitar as áreas de risco, recolher os cães contaminados e montar armadilhas a fim de capturar os mosquitos flebotomíneos, responsáveis pela transmissão humana através de picada. Há ainda políticas de conscientização, tanto em comunidades como em escolas, com as quais a população adquire educação em saúde por meio de palestras e distribuição de folders. Para a realização de todas essas atividades, profissionais capacitados compõem à equipe, e vão desde agentes, veterinários e equipe laboratorial.
De acordo com dados do CCZ recolhidos entre 2007 a 2011, o mosquito transmissor da leishmaniose está em 85% dos bairros de Aracaju. Temos notado que há uma redução dos casos, pondera Wilson dos Santos, coordenador do Programa de Controle de Leishmaniose Visceral. Até o mês de agosto, 4.836 amostras foram coletadas e 248 cães foram diagnosticados com a doença. Desse total, 217 cães foram submetidos à eutanásia.
Diferentemente dos casos humanos, ainda não há de fato vacina que, comprovadamente, cure os cães acometidos pela doença. Dessa maneira, segundo a veterinária Margarete Porto Pinheiro, o Centro de Controle de Zoonoses segue as normas recomendadas pelo Ministério da Saúde e Conselho de Medicina Veterinária. Os cães são submetidos ao processo de eutanásia, de modo que não venham a sentir nenhuma dor durante o procedimento.
Há a princípio a aplicação de uma anestesia geral, seguida de medicação em questão de 15 a 20 minutos, quando o animal já esteja devida e seguramente sedado. A veterinária Margarete nega as especulações de que os animais seriam sacrificados através de métodos violentos. Trata-se de uma prática ultrapassada e inadmissível da qual o CCZ não se apropria, assegura Margarete. Em busca de um trabalho pautado na excelência e ética, o Centro de Controle de Zoonoses conta com um laboratório na própria sede, onde são realizados diagnósticos rápidos e eficientes.
Casos humanos
No que concerne as ocorrências em humanos, houve em 2012 um declínio de 50% dos casos notificados de Leishmaniose em relação a 2010, caindo de 46 casos para 23, sendo que apenas 15 realmente ocorreram nas delimitações de Aracaju, e os demais em interiores e cidades da Bahia.
Fonte: Ascom SMS

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Bebê de 7 meses é internado em Marília - SP


19/10/2012 18h41 - Atualizado em 19/10/2012 18h41



Criança é de Tupã; dois casos da doença foram registrados este ano. 
Em julho, um homem, de 48 anos, morreu em decorrência da doença. 

Do G1 Bauru e Marília
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Um bebê de oito meses está internado no Hospital Materno Infantil de Marília, SP, com sintomas da leishmaniose. A criança, que é de Tupã, é o segundo caso da doença registrado na cidade. Em julho deste ano, um homem, de 48 anos, morreu com a doença.
Por conta disso, funcionários da Secretaria de Saúde de Tupã percorrem bairros da cidade realizando um trabalho de prevenção e de busca de animais contaminados.

Para ler mais notícias do G1 Bauru e Marília, clique em g1.globo.com/sp/bauru-marilia. Siga também o G1 Bauru e Marília no Twitter e por RSS.  


Aumentam casos de Leishmaniose em Minas Gerais..


http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-minas/v/familia-de-vitima-de-leishmaniose-visceral-reclama-do-atendimento-de-hospital/2197515/

LEISHMANIOSE AVANÇA PELA REGIÃO SUDESTE
 Por: Da Redação  (pauta@abcdmaior.com.br)

 
Doença já matou animais em Cotia e Embu, na Região Metropolitana

A Leishmaniose Visceral é uma grave doença que acomete homens e animais e está se proliferando pelo país. Originária das regiões Norte e Nordeste, a enfermidade está se espalhando rapidamente em direção ao Sul e Sudeste, tanto que recentemente chegou às cidades de Cotia e Embu das Artes, na Grande São Paulo. Em Araçatuba, interior do Estado, o Centro de Zoonoses local recebe ao menos um cão doente por dia. 
Embora fatal se não tratada a tempo, ainda não teve uma resposta de combate assertiva por parte do governo. Quem transmite a doença para o homem é um mosquito conhecido pelos nomes populares “Palha” e “Birigui”, porém, um dos principais alvos dos órgãos de saúde é o cão, que apenas hospeda o protozoário causador do mal. Tanto que editou uma portaria em julho de 2008 proibindo o uso de medicamentos de uso humano para tratar cães infectados. Na prática, esta é uma sentença de morte para os animais de estimação, já que não existem medicamentos veterinários homologados no Brasil.
Depois de picado pelo mosquito, o cachorro se torna hospedeiro do protozoário. O ser humano, por sua vez, só pode pegar a doença se for picado por um mosquito que picou um cachorro infectado. 
Para colocar em debate quais métodos são mais efetivos no combate à Leishmaniose e mostrar que o extermínio de cães é um erro gravíssimo, a ARCA Brasil(Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal) lançou a campanha “Prevenção é a única solução”.
Segundo os dados mais recentes disponibilizados pelo Ministério da Saúde, em 1990 foram 1944 casos confirmados no Brasil, número que saltou para 3526 em 2010. Apesar da portaria, muitos proprietários tratam seus cães de forma ilegal. O cão infectado que é tratado e monitorado por médicos não representa perigo à saúde. 
Prevenção - Existem diversas formas de prevenir a doença, como manter o quintal limpo e livre de folhas, restos de lixo e fezes de animais, além de colocar vasos de citronela em casa, que repelem o mosquito.
Especificamente para a proteção do animal existem vacinas, coleiras pesticidas, tipos diversos de spray e repelente spot-on aplicados diretamente no dorso do cão. Além disso, é essencial manter os bichos dentro de casa no horário de atuação do mosquito (entre 18h e 6h) e não levá-lo para regiões endêmicas. 
Outra forma de evitar o aumento descontrolado da Leishmaniose e demais zoonoses é controlar a população de cães por meio da castração cirúrgica ou química (esta última disponível apenas para machos).

Votuporanga, aumentam casos de Leishmaniose.


Da Redação
Um encontro entre o prefeito de Votuporanga Junior Marão, a secretária municipal de Saúde, Fabiana Parma, o veterinário do CCZ, Élcio Sanches Jr., integrantes da Sucen e do Comitê Estadual de Leishmaniose liderado pelo especialista Dr. José Eduardo Tolezano do Insituto Adolfo Lutz (IAL/SP), discutiu dados recentes da evolução da leishmaniose no município.
O número de casos da doença em humanos entre 2011 e este ano já soma 19; quatro deles evoluíram para óbito. Para o Ministério da Saúde esses dados colocam o município em um nível de transmissão intenso.
Em junho de 2010 foi diagnosticado o primeiro caso da doença em um cão de Votuporanga. Depois disso, várias ações preventivas começaram a ser planejadas e aplicadas pelo Secez (Setor de Controle de Endemias e Zoonoses) como a capacitação de médicos, veterinários, agentes de saúde e enfermeiros; confecção de material educativo para crianças e adultos, orientação aos moradores, divulgação da doença por meio dos veículos de comunicação, realização de exames gratuitos para diagnósticos da doença, eutanásia de cães positivos, além de outras medidas desenvolvidas com as parcerias da Secretaria de Serviços Urbanos, Saev Ambiental e do IAL/ SP.
Segundo Tolezano, algumas pesquisas realizadas nas cidades que possuem casos da doença há algum tempo, como Araçatuba/ SP e Teresina/ PI, demonstram que o rigor na elaboração de um planejamento de estratégias de prevenção à leishmaniose e a aplicação dessas ações junto à população resultam em um maior controle da transmissão. “É o que se prevê para Votuporanga, uma vez que as medidas já aplicadas só apresentarão resultado
mais à frente”, diz a secretária de saúde.
Tolezano confirma essa previsão. “Esse é um comportamento esperado que se justifica pela introdução recente do vetor aqui na cidade. O tempo de incubação da doença pode chegar a dois anos”.
Durante a reunião, o prefeito assumiu o compromisso de contratar novos agentes para reforçar as equipes de vetor e de pulverização, aumentando a eficiência dos trabalhos de orientação aos moradores e de dedetização das casas.
Prevenção
A secretária de saúde faz um apelo para que a população colabore com a causa. “Essa é uma doença muito séria, por isso, todas essas medidas, embora simples, devem se tornar rotina na vida das pessoas”.
As principais ações para o combate a leishmaniose, são: limpar quintais e retirar permanentemente material orgânico, como frutos, folhas e fezes de animais; podar as árvores para propiciar a entrada de raios solares na raiz; retirar galinhas e galinheiros da área urbana – servem como fontes para o desenvolvimento do mosquito; colocar coleiras em cães sadios (deltametrina 4%); comunicar a Secretaria de Saúde, em casos suspeitos em cães e humanos.Mais informações pelo telefone (17) 3405-9787. (A Cidade)